Vasco

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terça-feira, 21 de maio de 2019

9LINHA DO 'PROFEXÔ" - XÉPITAR UAN

Após o seu mister da noite do domingo passado, o Kike manteve contato com o Profexô, via terreiro do Macumbeiro do Bahia. E rolou este papo:

K: Terno bonito, hem Profexô!
R: Obrigado! Gosto da cor "preto escuro noite de terror".
K: No domingo que vem, lá no Nordeste, qual O modelo que o xinhô vai usar?
R: Marrom, "Linha do Equinócio".
K: Não seria Linha do Equador?
R: Isso! Confundi as linhas.
K: Do seu time, ou do Equador?
R - Do Equador, do Paraguai, da Colômbia, tudo é um caminhão cheio de japonês.
K: Ao que o xinhô atribui o empate dentro de casa, contra um time de manés?
R : Time de manés?
K : Sim, os habitantes da ilha de Florianópolis são chamados por menezinhos, o senhor não sabe?
R: Não! Esta informação a minha comissão técnica não me paxô.
K: Quem foi o principal responsável pelo vexame dominical, com gol levado na última bola do jogo?
Reprodução de Emporio Armani
R: Em futé-bó , o time ganha, empata e perde. Hoje, eles empataram, mas eu armei a equipe pá ganhá. Viu o gô que o Felipe Bastos perdeu? Coisa de mané.
K: Então, o time é de menezinhos é o seu, não o de Floripa?


R: Só naquele lanxe.
K: Profexô, o Brasil é um país tropical, faz muito calor. Porque o xinhô usa terno à beira do gramado?
R: Tenho pressão baixa, sinto muito frio.
K: No domingo, como o xinhô vai ao Ceará, pode evitar o problema, indo à vizinha Natal, onde há muitas minas de sal, que levanta a pressão.
R: Natal não estará perto. Faltam sete meses.
K: Já que o xinhô irá ao Nordeste, no final de semana vindouro, visitará a sua fábrica de cachaça, usando um bonito terno?
R: Visitarei, mas vestido esportivamente. Afinal, beber caxaxa é o esporte predileto do brasileiro. Cachaxa é esporte!
K: Éhhh! A galera do Kike bebe, mas parece que o Profexô é quem fica bêbado! - e se mais não falou, porque mais não lhe foi perguntado.

TRAGÉDIA DA COLINA - BOLA DE LATA 'VÉA'

Enquanto o zagueiro Luan ganhava medalha de Ouro nas Olimpíadas, no Espírito Santo, o "Almirante" jogava um futebol de lata, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Imagine, da Segunda Divisão! 
Paulo Fernandes, de www.crvascodagama.com.br, fotografou
Nenê correndo para marcar o gol vascaíno
Enfrentando um time de Estado pobre, com folha de pagamento menor do que o Vasco da Gama pagava aos seus principais jogadores - Martín Silva, Diguinho, Andrezinho e Nenê. Foi preciso passar meia-hora de pelota rolando par a galera capixaba vascaína ver a pelota balançar o filó. Assim mesmo, com Nenê batendo pênalti.
No segundo temo, os quatro minutos, o Sampaio empatou e o Vasco da Gama não teve nenhuma ideia para desempatar. Vexamão, diante de 9 mil e 22 pagantes, no Estádio Kléber Andrade, em Cariacica-ES.  Pisões do dia: Martín Silva; Madson (Evander), Rafael Marques, Jomar e Henrique; Diguinho e Andrezinho; Nenê, Éder Luís (Yago Pikachu), Jorge Henrique (Thalles) e Éderson. Técnico: Jorginho Amorim.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

HISTORI&LENDAS DA COLINA - TRINTADAS

1 – Em 1931, o Vasco tornou-se o primeiro clube carioca e segundo brasileiro a excursionar à Europa. Antes dele, em 1925, viajara o Paulistano, que parou pouco depois. Dos 11 jogos disputados no “Velho Mundo”, o time vascaíno venceu oito e empatou um.   

2 – Começava, oficialmente, a era do futebol profissional brasileiro. Todos os  clubes seguiram o Vasco e passaram a ter negros e brancos pobres, o que a “Turma da Colina” tivera a coragem de fazê-lo, desde 1917, quando inaugurou a democracia racial e, de quebra, foi o campeão carioca.

3 – O Vasco recontratou Fausto dos Santos e contratou o zagueiro Domingos da Guia e os atacantes Gradim e Leônidas da Silva. Com os quatro negros, o time ficou fortíssimo e conquistou o seu quarto título de campeão carioca, em 1934.

domingo, 19 de maio de 2019

VASCO DA GAMA 1 X 1 AVAÍ

REPRODUÇÃO DE WWW.VASCO.COM.BR
Na estreia do treinador fabricante de cachaça, Vanderley Luxemburgo - estava sem emprego há duas temporadas - foi com empate, dentro de casa, com o catarinense Avaí: 1 x 1, hoje à noite, pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro, com gol vascaíno marcado por Ricardo Graça. Mais uma vez, o time levou gol no final da partida.
 O próximo compromisso será diante do Fortaleza, no próximo domingo, na Arena Castelão, a partir das 19 horas. Com o resultado de hoje, o time do Luxa mantém-se na lanterna, sem triunfos e com apenas dois pontos.
 O Vasco teve chance de gol no primeiro minuto. Pikachu cobrou lateral na área, a zaga adversária afastou e Lucas Mineiro ficou com a redonda. Ele tabelou com Marrony e finalizou, mas acabou bloqueado na entrada da área. Mais tarde, aos 17 minutos, Bruno César cobrou escanteio e Marrony cabeceou sobre o gol de Vladimir.
Ricardo Grana comemora seu tento, fotografado por
 Rafael Ribeiro, de www.vasco.com.br
 Aos 22, Bruno César arrancou e tentou passe rasteiro para Marrony na entrada da área, mas a defesa do Avaí afastou. Antes do fim da primeira etapa, aos 42, Pikachu cobrou falta na entrada da área e Marrony tentou a finalização.
No segundo tempo, aos 16 minutos, Pikachu cruzou para Máxi desviar a bola, de cabeça, e errar o alvo.
 Em seguida, Gegê tentou surpreender a defesa vascaína mas foi parado pela boa atuação do goleiro Sidão.
 Mais tarde, aos 32 minutos, Rossi fez bela jogada na entrada da área e lançou para Jairinho finalizar com perigo à esquerda do gol adversário. Na sequência, o Gigante balançou com Ricardo Graça de cabeça, após cruzamento de Rossi: VASCO 1 x 0. Aos 49, o adversário igualou o placar: Avaí 1 x 1.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 19.05.2019 (domingo) - VASCO 1 X 1 AVAÍ-SC- 5ª rodada do Brasileirão. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Ricardo Marques Ribeiro-MG. Público: Renda: R$ 310.636,00. Público: 13.375 pagantes. Gols: Ricardo Graça, aos 36, e Daniel Amorim, aos 49 min do 2º tempo.  VASCO: Sidão; Pikachu, Werley, Ricardo Graça e Henrique; Andrey (Fellipe Bastos), Lucas Mineiro e Bruno César (Jairinho); Rossi, Marrony (Valdívia) e Maxi López. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.  AVAÍ-SC: Vladimir; Lourenço, Ricardo, Betão e Igor Fernandes; Matheus Barbosa, Pedro Castro, Gegê (Luan Pereira) e João Paulo; Caio Paulista (Getúlio) e Brenner (Daniel Amorim). Técnico: Geninho

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA - JORNAL DA BAHIA - BELA 'IRMÃ DOCE'

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, a Irmã Dulce, que viveu por 77 temporadas neste planeta - até 1992 -, desde 14 deste maio, terça-feira, é a primeira santa nascida no Brasil. O anúncio, pelo site oficial do Vaticano, diz que a declaração de sua santidade, pela Igreja Católica Apostólica Romana, vem do reconhecimento de um segundo milagre, como exige o processo de canonização – além de falta de explicação científica para o fato e acontecimento imediatamente após oração.
Reprodução de Wikipedia
 Ela havia sido declarada beata, em 2011, pelo Papa Bento 16, por conta de milagre em Sergipe. O Vaticano analisava três outros lhe atribuídos, um deles ter feito uma pessoas voltado  enxergar, após 14 temporadas privada da visão.
O primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce foi a cura repentina e sem explicação médica de Claudia Cristina do Santos. Esta teve forte hemorragia, por 18 horas, após dar à luz a um filho. Passou por três cirurgia, até que o médico disse à família que só "uma ajuda divina" poderia salva-la.
Chamado a dar a extrema unção, o padre José Almi fez uma corrente de oração, pedindo a ajuda da Irmã Dulce, e a hemorragia parou. Dez peritos médicos brasileiros e seis italianos disseram não haver explicação científica para tal caso. A Igreja reconheceu o milagre em 2010.
Filha do dentista/professor universitário, em Salvador, Augusto Lopes Pontes, ela adotou o nome Dulce em homenagem à mãe que só tivera por 7 temporadas. 
Folheto distribuído no hospital da Irmã Dulce
 Aos 13 de idade, a Maria Rita começou a levar pessoas necessitadas para a sua casa, no bairro de Nazaré, em Salvador, o que o povo passou a chamar por "Portaria de São Francisco". Em 1933, formou-se professora e entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. A seguir foi designada mestra em um colégio religioso em Salvador.
O seu trabalho assistencial aos pobres começou, em 1935,  pela favela de Alagados, onde vivia-se em palafitas, e pelo bairro operário de Itapagipe, ambos em Salvador. Em 1937, ela criou o Círculo Operário da Bahia e, tempos depois, escola  para operários e filhos.
Decepcionadas com as autoridades baianas, que mantinham prisões em condições desumanas, a religiosa passou a visitar prisioneiros e criou um serviço de alimentação barato, na décda-1950. Para ela, era pouco. Certa vez, usou o galinheiro do Convento Santo Antônio, onde vivia, para abrigar 70 pessoas com problemas de saúde.
Com Madre Teresa de Calcutá. Duas santas.
 Reprodução Jornal de Brasília
A Irmã Dulce invadiu, também, imóveis desocupados, para o mesmo fim, e teve problemas com a polícia. Mas nunca parou de fazer trabalhos caridosos, o que valeu-lhe apresentação ao papa João Paulo II, em 19890, em sua visita ao Brasil. Em 1992, quando tinha graves problemas respiratórios, recebeu uma segundas visita papal. O hospital que ela criou, na década-1950, recebe, atualmente, cerca de 3,5 milhões de pacientes anuais.
Embora não seja brasileira, a Santa Paulina é considerada a nossa primeira santa. Ela nasceu na Itália e veio criancinha para cá. Já tivemos, também, canonizados o Frei Galvão, de Guaratinguetá-SP, e o Padre Anchieta, espanhol nascido nas Ilhas Canárias, mas tendo passado a maior parte de sua vida por aqui. Em 2018, o Papa Francisco canonizou 30 mártires  perseguidos por protestantes holandeses no Rio Grande do Norte, no século 17.