Vasco

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

BELAS DO DIA - BAIANAS DA COR DO PECADO

                                                 TÁ DE BEM COM A VIDA, NÉ FIO?
SE TÁ,VENHA PRA BHIA
AQUI TEM FRUTA PARA TODOS OS GOSTOS. SE BEM QUE TEM GENTE QUE NÃO GOSTA. PREFERE UMA CENOURINHA E MANDIOCA
FOTOS REPRODUZIDAS DE WWW.BAHIANOAR E DE WWW.BLOGDOPUPA

A GRAÇA DA CLINA - CARA A CARA

À esquerda, charge de "O Globo", simulando o vascaíno Chico Caruso encarando o flamenguista Lan. À direita, do "Lance". As duas foram publicadas em 4 de dezembro de 2011, no dia da decisão do Campeonato Brasileiro. Para ser campeão, o Vasco precisava vencer o Flamengo e torcer para o Palmeiras fazer o mesmo com o Corinthians. Prejudicado pela arbitragem, que anulou um gol legítimo seu, o time vascaíno ficou no empate, por 1 x 1, com os rubro-negros, enquanto a trave salvou os corintianos nos chutes palmeirenses. Assim com dois pontos a menos, os vascaínos terminaram vice-campeões. Segundo estudo do site http://www.placarreal.com.br/, o "Time da Colina" seria o campeão, se não enfrentasse erros do apito em 11 jogos

terça-feira, 4 de junho de 2019

HISTORI&LENDAS DA COLINA - QUINELA


1 - O Vasco da Gama já atuou em dezenas de estádios dos mais diferente nomes.  Depois das inauguração do Mineirão, em Belo Horizonte-1965,  toda casa da bola ganhava um aumentativo. Caso do Baenão, em Belém do Pará. Na verdade, seu nome é Estádio Evandro Almeida, mas, por ficar na Travessa Antônio Baena, ganhou apelido aumentativico. Mas o Baena que virou nome da casa tinha tudo a ver com o proprietário, o Clube do Remo. Dele fora atleta, treinador e dirigente, com currículo iniciado em 1924. Vivente entre 1883 a 18978, Antônio Nicolau Monteiro Baena foi senador durante a Primeira República brasileira. No Baenão, o Vasco da Gama viveu uma das poucas experiências do seu maior ídolo, Roberto Dinamite: foi expulso de campo, em 20 de março de 1974, durante os 2 x 1 Remo, pelo Campeonato Brasileiro, com gols marcados por ele e por Fred. No dia, o treinador era Mário Travaglini e o time teve: Andrada; Gílson Paulino, Fidélis, Miguel e Alfinete; Alcir e Zanatta e Amarildo (Fred); Jorginho Carvoeiro (Galdino), Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos.  


2 -  O Vasco da Gama já colocou 4 x 0 de frente sobre o grande rival Fluminense. Aconteceu, no 20 de março de 1956. Mas, depois de abrir a vantajaça, a rapaziada tirou o pé do acelerador e os tricolores fizeram dois gols, terminando a contenda em  4 x 2  - Vavá (foto), Pinga, Válter Marciano  e Wilson Moreira mexeram no placar: Carlos Alberto Cavalheiro, Kléver  e Viana; Laerte, Orlando e Ortunho (Delcir); Sabará (Lierte), Livinho (Wilson Moreira), Vavá (Vadinho), Valter e Pinga. O treinador era Martim Francisco. 

 

3 - Conta-se que o goleiro Moacyr Nascimento Barbosa (22.03.1921 a 07.04.2000) sofria com o fim do seu ciclo em São Januário (1945 a 1956). E que, enquanto estivera no Santa Cruz-PE, (1956 a 1960) vivia sonhando em revestir a camisa 1 vascaína. LENDA! Quando voltou ao futebol carioca (1957), Barbosa arrumou emprego no Bonsucesso e voltou a São Januário a pedido do técnico Gradim (1958). Encerrou a carreira (1962), defendendo o Campo Grande. Pela Seleção Brasileira, foi campeão sul-americano-1949 e da Taça Rio Branco-1950. Chegou a São Januário (1945) com a fama de “um gato no gol”, mas levou um ano para conseguiu barrar o titular Rodrigues. Seguro, elástico, com excelente senso de colocação e corajoso, de pular nos pés dos atacantes, para salvar um gol, Barbosa foi campeão carioca-1945/47/49/50/52 e sul-americano de clubes campeões-1948. De quebra, representou o Vasco no bi brasileiro da seleção carioca (1950). Nos 10 anos passados na Colina, só em três não carregou canecos.

 

 4 – O Almirante acordou invocado na data 16 de agosto, à espera dos festejos pelos seus 51 de idade (1898 a 1959). Pra adiantar os folguedos, lembrou-se de que, à tarde iria ao estádio da Rua Teixeira de Castro visitar o Bonsucesso, pelo Campeonato Carioca. E preparou uma sacanagem para os rubro-anis. Como vivia data pré-festa, levou pra galera Pinga, Cabrita e Sabará. Rolou o rolo e os dito cujos apelidados acima fizeram a roseira balançar com mais destaque para Pinga, três na conta: Vasco da Gama 6 x 1, com um detalhe: os dois gols pingados por José Lázaro Robles, o Pinga, aconteceram em uma mesma volta dos ponteiros do relógio do árbitro": aos 26 minutos do primeiro e do segundo tempo. Time pré-aniversariante: Barbosa; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Teotônio, Cabrita, Pinga, Rubens e Sabará, comandados pelo treinador Francisco Gradim Ferreira.

 


5 - Quarta-feira 15 de fevereiro de 1984, diante de 7.493 pagantes, em São Januário, o Vasco da Gama escreveu 1 x 0 Nacional-AM, com gol de Geovani, pelo Campeonato Brasileiro. O atacante Mauricinho (foto) estreava com a jaqueta cruzmaltina, por esta escalação do treinador Edu Coimbra: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel Gonzales, Nenê e Aírton; Pires, Geovani e Arthurzinho; Jussiê, Roberto Dinamite e Marcelo (Mauricinho). O baixinho Mauricinho, isto é, Maurício Poggi Villela, foi  ponta-direita vascaíno pelas décadas-80/90 e mais baixinho do que que todos os tampinhas da patota. Nascido no dia 29 de dezembro de 1964, foi um dos últimos autênticos ponteiros do futebol brasileiro. Em sua história vascaína há 305 jogos e 42 gols. 

ESPANHÓIS NA ESQUINA DA COLINA

1 - O futebol espanhol é uma velha praia vascaína. Desde a década-1930, quando o "Almirante" tornou-se o primeiro clube carioca a visitar a Europa. Em Vasco 5 X 3 Cádiz, a rapaziada disputou o 23º Torneio Ramon de Carranza-1977, em Cádiz.  Roberto Dinamite emplacou dois gols. Wilsinho, Helinho e Ramon Pernambucano escreveram o restante do placar para este time: Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Dirceu Guimarães e Paulo Roberto; Wilsinho, Roberto (Helinho) e Ramon.

2 - Em 1988, o Vasco foi buscar o bi do Troféu Ramón Carranza, vencendo o Atlético de Madrid. Era domingo e Sorato e Vivinho compareceram ao barbante – dois dias antes, houve o passaporte para a final (1 x 0 e gol de Sorato). O chefe da rapaziada era o ex-meio-campista cruzmaltino Carlos Alberto Zanata e o time teve: Acácio; Paulo Roberto, Célio Silva, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Donato, William e Bismarck: Vivinho (Muricinho) e Sorato (Roberto Dinamite).

3 - O Troféu Cidade de Barcelona-1993 veio  com gols de Valdir ‘Bigode” e de Carlos Alberto Dias. O antigo apoiador vascaíno Alcir Portella gerenciava esta a rapaziada: Márcio; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.  

segunda-feira, 3 de junho de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - PACÍFICO

1 -  Rolava um racha no futebol carioca, que durou de 1933 a 1936. No período havia dois campeonatos de duas ligas. Pelo final de 1934, houve um conflito no remo e o Vasco saiu da Liga Carioca de Futebol – havia uma outra entidade, a Associação Metropolitana de Esportes Athléticos-AMEA que tinha o Botafogo por filiado. No final da temporada, Vasco e Botafogo, apoiados pela Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF) fundaram a Federação Metropolitana de Desportos, a qual aderiram, também, Bangu e São Cristóvão, que tinham times fortíssimos. Na nova liga, o Vasco foi o campeão-1936, ano com dois campeonatos. 

2 – Vasco e América lideraram a pacificação do futebol carioca. Possibilitaram a criação da Liga de Futebol do Rio de Janeiro e o surgimento do “Clássico da Paz”, para marcar o surgimento de um novo tempo. Em 31 de julho de 1937, os cruzmaltinos venceram o primeiro daqueles duelos, por 3 x 2.

3 - Em 1938, o Flamengo convidou o Vasco para inaugurar o seu estádio, na Gávea. Há 10 anos, o clube rubro-negro vivia como cigano, até ganhar um terreno da Prefeitura do Rio de Janeiro. Então, a rapaziada foi lá e mandou 2 x 0. De lá para cá, o Fla virou freguês do Vasco, em seu próprio campo. Perdeu oito e ganhou seis.

4 - Surgiu no futebol brasileiro, por causa de um jogador vascaíno, o termo “gandula”, para o apanhador de bolas. Tudo porque o atacante argentino Bernardo Gandulla tinha o hábito, quando estava no banco dos reservas, ir buscar todas as bolas chutadas para fora.