Vasco

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domingo, 11 de agosto de 2013

ESTE VASCO É UM PAIZÃO: 1 X 0


 Deu certo e sorte esta chamada lá de baixo do SITE OFICIAL DO VASCO - WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR. Hoje, No "Dia dos Pais", estes ganharam o presente que todo torcedor cruzmaltino desejava, a vitória sobre o Coritiba, por 1 x 0, na casa do adversário, perdendo por lá, pela primeira vez, neste Brasileirão. Com isso, a rapaziada interrompe a série de três bobeiras, desperdiçando pontos contra Botafogo, Goiás e Ponte Preta, quando cometeu e perdeu pênalti, contra os dois últimos adversários.
O gol da vitória a foi marcado por Pedro Ken, as 5 minutos do primeiro tempo, finalizando uma sequência de trocas de passes, de cabeça, dentro da pequena área do Coxa. No fina da etapa, o goleiro Diogo Silva salvou um gol que  Alex tinha tudo para marcar, no chute de muito perto. Enquanto isso, no final do segundo tempo, Marlone fez o mesmo, só que, olhos nos olhos do camisas 1 paranaense, chutou nas pernas daquele.  
O Vasco subiu para  o nono lugar. Na quarta-feira, vai à Vila Belmiro, encarar o Santos, a partir das 19h30.
FICHA TÉCNICA: 11.08.2013 (domingo) - Vasco 1 X 0 Coritiba. Campeonato Brasileiro. Estádio: Couto Pereira, em Curitiba (PR).
Juiz: Leandro Pedro Vuaden (RS). Público: 20.269 torcedores. Renda:  R$ 404.058,00.
.Gol:
 Pedro Ken, aos 5 mian do 1º tempo.
VASCO: Diogo Silva, Fagner, Jomar, Rafael Vaz e Henrique; Abuda, Wendel, Juninho Pernambucano (Marlone) e Pedro Ken (Dakson); Eder Luis e Tenório (Edmílson). Técnico: Dorival Júnior. CORITIBA: Vanderlei; Leandro Almeida, Émerson (Sérgio Manoel), Chico e Diogo; William, Victor Ferraz, Alex (Bottinelli) e Lincoln (Zé Rafael); Geraldo e Deivid. Técnico: Marquinhos Santos.    

sábado, 10 de agosto de 2013

VASCO DAS PÁGINAS - PLACAR-1992

ESTA É UMA DAS PÁGINAS DE REVISTA-PSOTER PUBLICADA PELA EDITORA ABRIL, EM COMEMORAÇÃO AO TÍTULAO DE CAMPEÃO ESTADUALA-RJ, PELO TIME DO VASCO DA GAMA. DESDE 1977, CONSDIEROU O TETO, A RAPAZIADA NUNCA HAVIA FATURADO O "CANECO" COM TANTA FACILIDADE, QUE O DIGAM EDMAUNDO, DA FOTO ACIMA, E CARLOS ALBERTO DIAS, ABAIXO. VALEU, GALERA!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

ANIVERSARIANTE DE HOJE: BRITO

Se perguntassem ao zagueiro Brito qual seria a principal arma de um atleta, sem dúvidas, ele responderia: a união com os colegas. Isso ele aprendeu como reserva do grande capitão vascaíno Hideraldo Luís Bellini, entre 1958 (quando assinou o primeiro contrato como profissional) e 1961. Por aquele período, por sinal, sem chances de ser titular, porque o Vasco ainda tinha Viana para a sua posição, chegou a ser emprestado a dois Internacional  gaúchos, o de Porto Alegre e o de Santa Maria. Em 1962, com a saída de Bellini, para o São Paulo, enfim, assumiu a vaga de titular, para se firmar como um dos maiores zagueiros que passaram por São Januário.
Dono de sua posição, Brito protagonizou uma história semelhante à que vivera nos tempos de Bellini: não dava vez ao bom zagueiro Caxias, que terminou sendo trocado pelo goleiro Edson Borracha, do Fluminense (com o Vasco pagando mais Cr$ 10 milhões de cruzeiros, a moeda da época). Assim, jogando muito, chegou à Seleção Brasileira para a Copa das Nações, no Brasil, em 1964.  No ano seguinte, provocou uma grande choradeira da torcida cruzmaltina, por não ser incluído entre os convocados para uma excursão dos canarinhos ao exterior. Mas não fora por queda de rendimento. A galera é que não tinha boa memória. A Federação Carioca de Futebol adiara um Vasco x Bangu, para a “Turma da Colina” enfrentar o Náutico-PE, pela Taça Brasil-1965 (classificava o campeão à Taça Libertadores) e o Vasco negociara não ter jogador seu convocado, pois almejava o título- terminou vice, com o Santos campeão. 
 Ver os seus fãs chorando  o seu esquecimento pelo escrete nacional já não era novidade para Brito. Fora assim, também, em 1963, quando o selecionado havia feito uma outra excursão externa, faturando em cima do prestígio de bicampeão mundial. Com o Vasco desprezado, Brito só reclamou em prol dos companheiros de meia-cancha, Maranhão e Lorico. “...não poderiam estar fora dessa de maneira nenhuma. São craques autênticos, dignos de, pelo menos, uma chance no período de treinamentos”, disse à “Revista do Esporte”. Sobre ele, comentou, para a mesma publicação: “Se não me chamara é porque o meu futebol ainda não serve para os olheiros (da Confederação Brasileira de Desportos, atual CBF)... ainda há muito tempo para eu mostrar que o meu futebol serve também para o escrete”.
  Brito mostrava o seu futebol de marcador a depender do adversário. “Se é leal, sei jogar com lealdade; se é duro, sei jogar duro; se é desleal, sei ser desleal”, avisava. Talvez, se o time vascaíno tivesse conquistado o titulo carioca de 1962, tivesse chegado mais cedo à Seleção Brasileira. Para ele, faltara mais experiência e sorte à rapaziada, como citava o caso da contusão do ponteiro Da Silva, à véspera do clássico com o Fluminense, pelo returno, quando o treinador Jorge Vieira tivera de mudar tudo de última hora.        
ZERO A DEZ – Campeão da I Taça Guanabara, em 1965, e do Torneio Rio-São Paulo de 1966 (título dividido com Botafogo, Santos e Corinthians), Brito teve, também, momentos nota zero na zaga cruzmaltina. Por exemplo, durante o Torneio Rio-São Paulo de 1965, fez lambança em um lance de Vasco 2 x 3 Palmeiras, no Maracanã.  O goleiro Ita gritou o tradicional “deixa”, ele deixou e o camisa 1 escorregou,  facilitando o gol palmeirense. Ficou a impressão de que ele se esquivara ao combate.
Contra o mesmo Palmeiras, um ano antes, com o mesmo placar, pela mesma disputa, Brito havia sido dez.  O  Vasco perdia, por 0 x 2, no Pacaembu, e virou o placar, em um contra-ataque, a poucos minutos do final. Segundo ele, lutando “... contra a torcida, o mau tempo...e, em alguns momentos, decisões parciais do árbitro”.
 Os grande momentos de Brito com a camisa cruzmaltina começaram quando ele ainda era reserva de Bellini. Em 1957, participou de sua primeira excursão ao exterior, entrando durante os últimos minutos da final do Tornei de Paris, um “Mundial de Clubes “ da época, quando o Vasco venceu o Real Madrid, por 4 x 3, e ele pegou pela frente Alfredo di Stefano, talvez, o melhor atacante da época. Pouco depois, foi campeão da Taça Tereza Herrera, na Espanha (ver), também entrando no segundo tempo. “Superamos todos os adversários.  O público (na capital francesa) foi atencioso conosco, não poupando aplausos após a nossa vitória sobre o Racinc-FRA  (no primeiro jogo)... Durante os seis dias que passamos  em Paris (após o título), fomos cercados de atenção por parte da imprensa e dos torcedores. Sentia-me como dono do mundo, tal a alegria de te colaborado para a conquista do torneio”, disse à “Revista do Esporte”, à qual apontou, também, um outro momento nota 10, em 1962, como titular absoluto, na conquista do Tornei Pentagonal do México, decidindo com o Dukla, da antiga Tchecoeslováquia, base da seleção vice-campeã da Copa do Mundo do Chile. 
Brito é o quarto em pé, ao lado de Fontana,  da esquerda para a direita
RENOVAÇÕES – Mesmo sendo ídolo da torcida vascaína,  tendo jogado pela Seleção Brasileira, em 1964, Brito teve dificuldades paras renovar o seu contrasto com o Vasco, no ano seguinte. Achava que valia o que pedia, por um ano de contato. “Hoje em dia, um jogador que atua num time como o Vasco, na condição de titular,  tem a obrigação social de andar bem vestido,  e ter uma casa de acordo com o seu prestígio”, defendeu, na época. Só depois que Botafogo e Santos demonstraram interesse em ter Brito em sua zaga o Vasco jogou para não perdê-lo. Brito brigou por Cr$ 450 mil, entre luvas e ordenados, mas houve um componente importante no lance. Ele gostava do clube e levou em consideração o apelo para o exercício de vascaínice, partido dos cartolas de São Januário.   Pior do que brigar par renovar contrato, para Brito, só o susto que passou na volta, para o Rio de Janeiro, de uma viagem ao Espírito Santo, após um amistoso, em Vitória, contra o Rio Branco. O tempo estava fechado e o avião não tinha condições de descer no aeroporto do Galeão. O piloto ficou sobrevoando a cidade, até surgir uma brecha no céu. Brito só respirou quando estava no chão.
Carioca, nascido em 9 de agosto de 1939, Brito é torcedor confesso do Vasco, pelo qual começou a carreira e por ele jogou durante 10 temporadas. Pela Seleção Brasileira, fez 45 partidas, tendo sagrando-se tri, no México-1970.  (fotos reproduzidas da Revista do Esporte)  


 

 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

VASCO NÃO ATRAVESSA A PONTE

O Vasco vencia a Ponte Preta e caminhava para maracar os três pontos. Mas, a partir dos 30 minutos do segundo tempo, recuou, para garantir o resultado. No que deu? Uma falta desnecessária na intermediária terminou na rede do goleir Digo Silvsa: 1 x 1. E as marecidas vaias da torcida, ao final da partida., em  São Januário.
 No primeiro tempo, o Vasco perdeu um pênalti, com o camisa 8, Juninho Pernambucano, neste 8 do 8. Depois do encerramento da etapa, ele contoua um repórter, à beira do gramado, já ter perdido outros e batido mal este de hoje à  noite - o goleiro Roberto, que não fazia isso quando era o camisa 1 do Vasco,  defendeu o chute rasteiro, para o seu canto direito. Mas o "Reizinho" prometeu voltar para vencer no segundo tempo. Não deu.
Pedro Ken jogou pouco para um camisa 10. Não deioxu o ataque na cara do gol. A rapaziada vacilou.Em casa, não pode.

FICHA TÉCNICA
 08.08.2013 (quinta-feira) - Vasco 1 x 1 Ponte Preta. Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Emerson de Almeida Ferreira-MG. Público: 6.865 pagantes e 9.347 presentes.  Renda: R$ 160.220,00.-Gols: André, aos, 11 e William, 39 min do 2º trempo. VASCO: Diogo Silva, Nei (Fagner), Jomar, Rafael Vaz e Yotún (Henrique); Abuda, Fillipe Soutto (Robinho), Juninho e Pedro Ken; Eder Luis e André Técnico: Dorival Júnior. PONTE PRETA: Roberto; Régis, César, Gustavo (Uendel) e Diego Sacoman; Baraka, Fernando Bob (Magal) e Ramírez; Rildo, Chiquinho (Éverton Santos) e William. Técnico: Paulo César Carpegiani. (agradecimento ao www.crvascodgama.com.br pela reprodução da foto da partida).Valeu!
 
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAMPEÃO-1997

A rapaziada tinha 12 pontos na frente dos palmeirenses, mas, mesmo assim, o regulamentodo Brasileirão-1997 obrigava o Vasco da Gama a disputar dois jogos decisivos, com os paulistas, que eram inferiores em tudo. 
Em 33 compromissos, a Turma da Colina somou 70 pontos (33 vitórias e 21 empates, marcando 69 e sofrendo 37 gols, saldo de 32), enquanto o adversário somava 58 pontos, seis vitórias e 12 gols a menos. 
Além de campeões, os vascaínos ainda tinham o principal artilheiro da competição, Edmundo, com 29 gols, quebrando o recorde que Reinaldo Lima, do Atlético-MG, mantinha desde 1977. Mais? Na partida de 11 de setembro, 6 x 0 sobre o União São João, de Araras-SP, o "Animal" marcara todos os tentos da pugna, recorde em uma só partida do Nacional.
Os dois duelos das finais do Campeonato Brasileiro-1997 tiveram o mesmo placar: 0 x 0. O primeiro foi no domingo 14 de dezembro, no Morumbi, em São Paulo, apitado por Antônio Pereira da Silva-GO. O Vasco, treinado por Antônio Lopes, formou com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Luisinho, Juninho Pernambucano (Mauricinho) e Ramon (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson). 
Naquela partida, Edmund foi expulso de campo, por jogo violento. Mas o Vasco conseguiu dar-lhe condições para a finalíssima, no "tapetão", baseado em um fato idêntico que, anteriormente, favorecera ao adversário. Assim, em 21 de dezembro de 1997, no Maracanã, em outro domingão, diante de 89.900 pagantes, o Vasco conquistou o seu terceiro título do Brasileiro  - os outros foram em 1974 e 1989 -, sob apito de Sidrack Marinho dos Santos (SE), jogando com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nasa, Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Ramón (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson).

CAMPANHA: 16.07.1997  - Vasco 1 X 2 Corinthians (gol de Edmundo); 20.07.1997 -  Vasco 3 x 3 Juventude-RS (Brener, Mauro Galvão e Maricá); 23.07.1997  - 2 x 1 São Paulo (Evair e Pedrinho); 27.07.1997 - 1 x 0 Flamengo (Pedrinho); 30.07.1997 - 2 x 0 Goiás-GO (Evair (2); 03.08.1997 - 3 x 1 Fluminense (Edmundo, Ramon e Pedrinho); 17.08.1997 - 3 x 0 Bragantino-SP (Ramon, Edmundo e Valber); 20.08.1997 - 0 x 0 América-RN; 24.08.1997 - 1 x 3 Santos (Baiano (contra); 30.08.1997 - 3 x 2 Sport-PE (Edmundo (2) e Felipe); 06.09.1997 - 1 x 3 Grêmio-RS (Ramon); 11.09.1997 -  6 x 0 União São João-SP (Edmundo (6); 14.09.1997 - 2 x 4 Vitória-BA (Pedrinho e Edmundo); 17.09.1997  - 2 x 1 Internacional-RS (Odvan e Filipe Alvim); 20.09.1997 - 4 x 0 Paraná (Edmundo (2), Mauro Galvão e Evair); 28.09.1997 - 2 x 1 Portuguesa de Desportos-SP  (Edmundo e Luís Cláudio); 01.10.1997 - 2 x 1 Palmeiras (Edmundo e Juninho); 05.10.1997 - 2 x 1 Atlético-PR (Juninho e Edmundo); 08.10.1997 - Vasco 0 x 0 Cruzeiro; 11.10.1997 - 3 x 1 Coritiba (Edmundo (3); 19.10.1997 - Vasco 1 x 0 Botafogo (Evair); 26.10.1997  - Vasco 4 x 3 Criciuma-SC (Ramon (2) e Edmundo (2); 02.11.1997 - 3 x 1 Bahia (Edmundo (2) e Sorato); 04.11.1997 - 2 x 0 Atlético-MG (Evair (2); 08.11.1997 - 2 x 3 Guarani de Campinas-SP (Mauricinho e Ramon); 15.11.1997 - 3 x 0 Juventude-RS (Juninho, Adílson (contra) e Edmundo); 23.11.1997 -Vasco 1 x 1 Flamengo (Mauro Galvão); 26.11.1997 - 2 x 1 Portuguesa-SP (Juninho e Edmundo); 29.11.1997 - 3 x 1 Portuguesa-SP (Evair, Ramon e Branco (contra); 03.12.1997 - 4 x 1 Flamengo (Edmundo (3) e Maricá); 07.12.1997 - 1 x 1 Juventude-RS (Pedrinho); 14.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 21.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras.