Vasco

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA 1 X 0 NÁUTICO-PE


O Vasco tem o "homem dos seis minutos do primeiro temo". É o Dakson, que mandou o "Timbu" para a ratoeira e fez a "Turma da Colna" vencer o jogo de hoje, pro 1 x 0. E mais: deixou a rapaziada na vice-liderança da Segundona, para encarar o líder Ceará, no sábado, com muito gás.

Dakson parece aquerer decolar em diração a Guiñazu, durnte a comemoração
do tento da vitória que valeu a vice-liderança
O jogo valeu, ainda, pela quinta rodada, porque não pode rolar na época previstsa pela tabela, devido greve de policiais na capital pernambucana. Representou a terceria vitória consecutiva da moçada, que subiu para 28 pontos, a três do "Vovô" alvinegro cearense.




Seguramente, se não fosse a grande atuação do goleiro Júlio César, o Vasco poderia ter mandado um placadr maior. O gol vascaíno, inclusive, aconteceu por conta de um lance em que ele não contava com o chute, de Dakson, deviar em um dos seus companheiros, para lhe enganar. Aos 21 minutos, Carlos César serviu Kléber, que lançou Dakson. Este bateu para Julio Cesar faz grande defesa. Aos 24, Kléber lançou para Carlos César, que cruzou para Dakson cabecear a bola para um dos cantos das traves. Mas o golelirão foi buscá-la. Aos 34, defendeu bola cabeceada por Rodrigo, à queima-roupa. Aos 38, Douglas bateu forte, da entrada da área e, novamente, ele salvou o Náutico.
No segundo tempo, Júlioc César seguiu competentíssimo. Aos quatro minutos, Rodrigo expldciu uma "bomba", batendo falta. A torcida já tinha "visto aquele filme, antes". Júlio César já foi titular no Corinthians, que o emprestou ao clube alvirrubro pernambucano.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA
12.08.2014 (terça--feria) - Vasco 1 x 0 Náutico-PE. Campeoanto Brasieliro da Série B. Estádio: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata - PE. Juiz: Dewson Fernando Freitas da Silva-PA. Público e renda: Não divulgados. Gol: Dakson, aos 6 min do 1º tempo. Vasco: Diogo Silva; Carlos César (Douglas Silva), Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazú, Aranda, Dakson (Jhon Cley), Douglas e Lucas Crispim (Guilherme Biteco); Kléber. Técnico: Adilson Batista. Náutico: Julio Cesar; Rafael Cruz, Mario Risso, Renato Chaves e Roberto; Gilmak (Cañete), João Ananias, Paulinho e Marcos Vinícius (Tadeu); Marinho e Sassá (Vinícius). Técnico: Levi Gomes. (foto reproduzida dosite oficial do vasco -www.crvascodagama.com.br). Agradecimento

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

FERAS DA COLINA - TEOTÔNIO

Ele nasceu em 2 de fevereiro (de 1935, em Salvador),  no ‘Dia de Iemenjá”, a rainha domar, muito celebrada pelos baianos. Aos 11 anos de idade, era o meia direita titular de um time de garotos de  um bairro em frente ao mar, no bairro do Rio Vermelho, onde morou Jorge Amado. 
Com certeza, Teotôno Pereira da Silva era “peixe da mãe  “Yéyé omo ejá”, a orixá africana princesa do Aioká. Se ela ajudou, ele não perguntou. Só sabe que times amadores de duas cidades do interior baiano, Valença e Jequié foram buscá-lo, para a sua primeira aventura boleira, da qual só ganhara moradia, alimentação e uma graninha para ir ao cinema.
Mas Yemanjá queria Teotônio perto dela, domar da Bahia. Em 1956, os seus ventos assopraram nos ouvidos dos dirigentes do Galícia, que foram buscar o garoto para o seu time. O profissionalizaram, pagando-lhe Cr$ 4 mi cruzeiros mensais. Uma ajudaça da divindade!  Ele do titular durante todo o campeonato estadual da temporada, convocado para a equipe baiano que  disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções, e até marcou um gol diante do Espírito Santo. Todos os santos o ajudavam! Tanto que o Palmeiras tentou levá-lo para o futebol paulistas, e o teve por 12 dias, treinando. Só não ficou com ele por conta de uma diferença, de Cr$ 200 mil cruzeiros, dos quais o Galícia não abria mão. Então, Yemanjá mandou-lhe voltar a ver o mar da Bahia. E o Vitória o contratou, após um ano de sucesso no clube fundado pela colônia espanhola de Salvador. Pelo “Leão da Barra”, jogou por mais um ano. E, já que estava comendo a bola, o Vasco o contatou, em 9 de outubro de 1958. Fora para a Colina, com as graças de Yemanjá, com passe estipulado em Cr$ 1 milhão de cruzeiros, luvas de Cr$ 240 ml e salário de Cr$ 15 mil cruzeiros.
Supersticioso, como todo baiano que se preze, Teotônio queria fazer sucesso no time do Vasco, jogando pela meia-direita, de onde dizia ter melhor visão do gol e sentir-se mais à vontade. Se vinha dando certo na Bahia, teria que continuar assim, no Rio de Janeiro. Só que o treinador Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, achava que ele atuava, mikl vezes melhor, pela ponta-direita. Devoto de São Lázaro, o que não o impedia de visitar a igreja de Nosso Senhor do Bom Fim, o protetor da Bahia, ele não discutiu. Envergou a camisa 7 e mandou ver.     
EM OF - Teotônio estreou em jogos oficiais durante uma escorregada do Vasco: 1 x 2 Portuguesa-RJ, pelo segundo turno do Campeonato Carioca de 1958. Naquele dia, o time foi: Miguel, Dario, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Ramos, Teotônio, Delém, Rubens e Pinga., que marcou o gol de honra da rapazida, dirigida pelo técnico Gradim, que o deslocou para a ponta-direita, já que o seu rendimento pelo meio não vinha sendo o mesmo da Bahia.
Depois daqaueles jogos, Gradim só o escalou, em compromissos oficiais: em 12 julho, na abertura do Campeonato Carioca de 1959 – empate, por 2 x 2 , com o Flamengo –, por esta: José, Paulinho, Bellini e Coronel; Écio e Russo; Teotônio, Pacoti, Roberto Pinto, Rubens e Pinga.
Na rodada de 25 de julho, Teotônio marcou o seu primeiro gol oficial, nos 6 x 0 sobre o São Cristóvão, no Maracanã – Almir (3), Rubens e Roberto Pinto fizeram os outros e o time teve: Barbosa, Paulinho de Almeida, Viana e Russo; Écio e Orlando; Teotônio, Almir, Roberto Pinto, Rubens e Pinga. Em 2 de agosto, Teotônio seguiu titular, nos 2 x 0 Olaria. Na rodada do dia 16, atuou como ponta-esquerda nos 6 x 1 Bonsucesso. Uma semana depois, voltou à ponta-direita, nos 4 x 2 Madureira. No dia 29, disputou o seu segundo clássico, perdendo para o Botafogo por 0 x 1. Em 6 de setembro, tornou a ser ponta-esquerda, nos 4 x 1 Bangu. Em 12 de setembro, seguiu na ponta canhota e marcou o seu segundo gol, nos 4 x 0 Portuguesa, em São Januário
Teotônio seguiu na ponta-esquerda, em 27 de setembro, no 1 x 2 Canto do Rio, no Caio Martins, e em 11 de outubro, no 1 x 3 Fluminense. No dia 18, voltou à direita e fez gol nos 3 x 2 Bonsucesso, em São Januário. No dia 24, novamente, pela direita, em 1 x 1 Bangu
Em 19 de fevereiro de 959, como vascaíno, Teotônio voltou à Bahia, e marcou um gol no amistoso Vasco 6x1 Ypiranga. - Sabará (2), Pinga (2) e Delém completaram a conta.
Durante amistosos de 1959, Teotônio compareceu, também, às redes. Por exemplo, em 15 de março, em Vasco 6 x 2 Marítimos-MS. Depois, em 15 de maio, em Vasco 5 x 1 Oddevold-SUE, e  em 19 de julho, no amistoso Vasco 5 x 1 Coritiba, quando o time teve: Barbosa, Paulinho de Almeida, Viana, Orlando e Écio; Russo e Roberto Pinto; Teotônio, Rubens, Almir e Pinga. (fotos reproduzidas da "Revista do Esporte").
                       



 
 
 

domingo, 10 de agosto de 2014

DEIXOU O DIABO DE JOELHO

Qual a tonalidade que você gosta mais? Da foto de cima, ou da abaixo? Não importa. Gol não tem cor. Se bem que tem uns que são verdadeiras pinturas, no sentido figurado proposto apelos 'speakers'. O Vasco joga na cartilha do Dadá Maravilha, segundo o qual "não há gol feio, feio é não fazer gol." Este, desta bola aninhada lá "onde a coruja dorme", conforme mais uma pérola dos locutores esportivos, foi rolada para o barbante do América.      
 O pega terminou Vasco 1 x 0, em 19 de março de 1958, pelo Tormeio Rio São Paulo, no Maracanã, e este “gol chorado pelo Diabo” foi marcado Vavá, aos 36 minutos. O Vasco maltratou a mando de Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim, que escolheu para a maldade: Hélio, Paulinho e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Almir, Vavá, Rubens e Pinga (Artoff). (foto reproduzida do Nº 124 de Manchete Esportiva).

sábado, 9 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA 2 X 1 ABC

ABC x Vasco - Brasileiro 2014 - Série B
Na comemoração do gol de Kleber, a rapaziada na cola do G-4
 O Vasco saiu da rodada-15 da Segundona muito perto de entrar para o grupo dos quatro melhores. Hoje, mandou 2 x 1 pra cima do potiguar ABC, na Arena da Dunas, em Natal, atingindo 25 pontos, com um jogo a menos do que os concorrtentes, e ficou só a um ponto do seu objetivo mais imediato.
A primeira bola na rede manda pela "Turma da Colina" bateu no filó, aos 35 minutos. Douglas lançou Lucas Crispim, em profundidade. Este dividiu a bola com o goleiro, houve sobra, e Kléber não desperdiçou o oferecimento: 1 x 0, e o seu primerio tento cruzmaltino com bola rolano. Antes, marcara um, cobrando pênalti.
O Vasco aumentou a conta aos 14 minutos do segundo tempo. Dakson sofreu pênalti, cometido por Michel, e Douglas cobrou forte à esquerda do goleiro Gilvan, sem apelação: 2 x 0. Faltando cinco minutos para o final da partida, Henrique derrubou Junior Timbó, na área. Ppênalti!. Dênis Marques mandou uma "cavadinha", a bola bateu no travessão e entrou, para diminuir a vantagem.
A próxima partida do Vasco será contra o Náutico, na próxima terça feira (12/08), a partir das21 horas, na Arena Pernambuco, em Recife. valerá, ainda, pela quinta rodada, não tendo sido realizada, quando marcava a tabela, devido greve de policiais militares, em Recife.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA

09.08.2014 (sábado) - Vasco 2 x 1 ABC - Campeonato Brasileiro da Série B. Estádio: Arena das Dunas, em Natal-RN. Juiz: Wilson Pereira Sampaio-GO. Púbico: 27.044 torcedores. Renda: R$ 749.285,00. Gols: Kléber, aos 35 min do 1º tempo); Douglas, aos 14, e; Dênis Marques, aos 41 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Carlos César, Rodrigo, Douglas Silva e Marlon (Henrique); Aranda, Fabrício, Dakson e Douglas; Lucas Crispim (Montoya) e Kléber (Edmilson). Técnico: Adílson Batista. ABC: Gilvan; Renato, Sueliton, Marlon e Michel Benhami; Fábio Bahia, Daniel Amora, Liel (João Henrique) e Rogerinho (Junior Timbó); João Paulo e Rodrigo Silva (Dênis Marques). Técnico: Zé Teodoro.

                            

 

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

FERAS DAS COLINA - EDMÍLSON

Aos 31 anos de idade – nasceu, em Salvador-BA, em 15 de setembro de 1982 – , o baiano Edmílson dos Santos Silva tem uma boa estatura para um centroavante: 1m83cm. Ele estreou com a jaqueta cruzmaltina, em 11 de maio de 2013, durante o amistoso em que o Vasco mandou 5 x 1 no Tupy, na mineira Juiz de Fora.
Usador da camisa 7, Edmilson tem 48 jogos pelo Vasco, tendo marcado 21 gols, dos quais 11 foram no Campeanto Estadual-RJ-2014, quando tornou-se o principal artilheiro, repetindo o feito de Alecssandro que, em 2012, deixou 12 no filó – empatado, com Somália, do Boavista.    
Edmilson surgiu defendendo o Palmeiras, em 2001, tendo participação altamente positiva nos jogos que livraram aquele clube paulistano do rebaixamento, em 2003. Em seguida, foi para o futebol japonês. Caiu no gosto da torcida, devido a sua boa média de 0,48 gols por partida, e ficou, por seis temporadas, fazendo sucesso na J-League, O próximo passo foi rumar para o Katar, onde esteve até 2013, quando o Vasco o repatriou.
Edmilson estreou com a camisa 19. Naquele amistoso contra o Tupi, já chegou balançando a rede. Pelo Brasileirão, o primeiro aconteceu em uma partida contra o catarinense Criciúma. Mas ele não conseguiu ser titular, rapidamente. Aconteceu depois da uma boa apresentação contra o Goiás, pela Copa do Brasil-2013, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Conseguiu seqüenciar a titularidade e terminou a temporada como vice-artilheiro do time.