Vasco

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sábado, 12 de setembro de 2020

ÁLBUM DA COLINA - MENINOS DANADOS

Os terríveis Pedrinho e Felipe, ídolos da torcida vascaína, quando chegaram à São Januário, para tentar serem bambas na bola, pelo time de futebol de salão da turminha dos oito de idade. Nem imaginavam que passariam para os gramados e chegariam à Seleção Brasileira, além de ajudarem o Almirante a carregar vários canecos para as prateleiras a Colina. Aposentados da pelota, Felipe (D) anda longe dos holofotes, enquanto Pedrinho vem se destacando como comentaristas esportivo da TV Globo. 
The little boys Pedrino and Felipe, idols of the Vasco fans, when they arrived in São Januário, to try to be wobbly on the ball by the indoor soccer team of the eight-year-old group. They did not even imagine that they would pass to the lawns and reach the Brazilian team, besides helping the Admiral to carry several mugs to the shelves at Colina. Retired from the ball, Felipe (D) walks away from the spotlight, while Pedrinho has been standing out as a sports commentator on TV Globo.
FOTO DE ÁLBUM DE FAMÍLIA 

O VENENO DO ESCORPIÃO - BRAZUCA QUASE XARAZOU CAVALO HERMANO

            Foto reproduzida da semanária carioca de 8 de agosto de 1953
Se um pássaro - por exemplo, uma garrincha -  não fosse mais rápido do que um equino – digamos, um cavalo -, este chegaria à frente, certamente, do animalzinho alado, com um corpo de vantagem, em uma imaginária corrida de bichos. 
Prêmio da proeza: o direito de apelidar um demônio. Mas demônio do bem, da arte, da alegria do povo no futebol - mau só para os marcadores.
 O demônio em questão chamou-se Garrincha, foi ponta-direita e, no auge da carreira, defendeu o Botafogo (1953 a 1965, por  581 jogos e 232 gols) e a Seleção Brasileira (16 gols, em 60 partidas, entre 1955 e 1966).
Garrincha ganhou apelido passaredo, por viver caçando as suas xarás pelas matas de Pau Grande, distrito de Magé-RJ. Mas, ao fazer os seus primeiros treinos botafoguenses, andou sendo apelidado por Gualicho, por conta de um cavalo que vinha sendo o máximo no prado brasileiro. Um animal que ganhara tanta expressão, chegando a disputar capas de revistas bacanas com as belas dondocas cariocas.
 Gualicho foi uma lenda surgida nos páreos turfísticos da década-1950, em hipódromos do Rio de Janeiro e de São Paulo. Travava duelaços, entre outros, com o francês Fort Napoléon, o argentino El Aragonés e o brasileiro Quiproquó. 
Até hoje é homenageado pelo Jockey Club Brasileiro.
Olavo Rosa montava e o 'avião' Gualicho 'voava e recordeava'
 Único cavalo a vencer, por duas temporadas consecutivas (1952 e 1953), os GPs São Paulo e do Brasil (este corrido no Rio de Janeiro), e a bater o recorde dos 3.000 metros, o fera Gualicho pontuou em época repleta de tremendos cavalaços e de profissionais extraordinarissímos.
 De sua parte, Garrincha tentou outros clubes cariocas, antes de procurar o Botafogo. Mas não teve vez. Sorte dos alvinegros, que nada gastaram para tê-lo, ao contrário de João Adhemar de Almeida Prado,  que comprou o Gualicho, em leilão, na Argentina, por caríssimos (para a época) Cr$ 400 mil (cruzeiros), pagos pelo Stud Almeida Prado & Assunção. Sem demora, porém, o cavalo levantou Cr$ 4,6 milhões pelas suas patas voadoras, que lembravam as asas de uma garrincha. 
 Foram grandes os lucros proporcionados por cavalo e atleta. Gualicho,  dito pela imprensa como “o maior espetáculo sobre a pista”,  foi aplaudido por 100 mil torcedores ao vencer o GP Brasil-1953, temporada em que Garrincha partiu para a glória - 19 de julho de 1953 -, marcando três gols (um de pênalti) em Botafogo 6 x 3 Bonsucesso, pelo Campeonato Carioca.
  Nascido em 22 de outubro de 1948 e criado por Jorge A. Santamarina, o vencedor Gualicho era filho do inglês The Druid, sempre foi treinado por Manoel Branco e montado por Olavo Rosa. Em 25 de janeiro 1954, quando era o franco favorito para vencer o GP do IV Centenário de São Paulo, foi  batido pelo hermano El Aragonés, ficando atrás, ainda, do brasileiro Quiproquó e do chileno Biriatou. Motivo para Garrincha não ser Gualicho e ir mais longe em sua carreira de ponta. 
  Mané Garrincha - era mais um Manoel nesse país muito católico - ajudo o escrete brasileiro a ganhar as Copa do Mundo de 1958 e de 1962; a Copa Roca-1960 (contra argentinos); e as Taças Oswaldo Cruz-1958/61/62 (diante de paraguaios) e O´Higgins-1955/59/61 (encarando chilenos).
Enfim, duas lendas: a cavalar, completamente esquecida, e a atlética, já batendo asas para o esquecimento. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

VASCOTATISTICAS - AMIGOS DO ALMIRNTE

QUEM FEZ GOL-CONTRA PARA A TURMA DA COLINA DE 1990 A 1999. 

 31.01.1990 – Vasco da Gama  5 x 0 Nova Cidade  (Everaldo) -  Estadual-RJ

09.12.1990 – Vasco 3 x 2  Bangu  (Eduardo Gaúcho) – Torneio Adolpho Bloch

26.01.1991 – Vaasco 1 x 1 Tupi-MG  (Ronaldo) – amistoso

25.04.1991 – Vasco 1 x 0 Chivas Guadalajara-MEX (Aguierre) – amistoso-EUA

03.02.1992 – Vasco 1 x 1 Goiás (Sanderlei) – Campeonato Brasileiro

28.06.1992 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Júnior) – Campeonato Brasileiro

14.08.1992 – Vasco 1x 1 Chaves-POR (Vítor Santos) – amistoso

02.06.1993 – Vasco 3 x 3 Americano-RJ (Vanderci) – Estadual-RJ

21.08.1993 – Vasco 4 x 0 Mogi Mirim (Luís Carlos) – Torneio João Havelange

23.05.1994 – Vasco 2 x 3 Botafogo (Márcio Borges) – Copa Dener

17.08.1994 -  Vasco 3 x 1 Guarani de Campinas-SP (Valmir) – Brasileiro

24.08.1994 – Vasco 1 x 1 Cruzeiro-MG (Célio Lúcio) - Brasileiro

23.10.1994 – Vasco 5 x 2 Internacional-RS (Alex) – Brasileiro

08.02. 1995 – Vasco 6 x 1 Olaria (Marcão) – Estadual-RJ

30.03.1995 – Vasco 4 x 1 Flamengo-PI (Osmarildo e João Carlos) – Copa do Brasil  

09.04.1995 – Vasco 2 x 3 Fluminense (Djair) –Estadual-RJ

16.07.1995 – Vasco 2 x 0 Sousa-PB (Wellington) – amistoso

30.08.1996 – Vasco 1 x 0 União São João-SP (|Olindo) – Brasileiro

17.03.1996 – Vascol 2 x 0 Americano-RJ (André) – Estadual-RJ

19.06.1997 – Vasco 3 x 1 Peñarol-URU (Aguirregaray)– Supercopa da Taça Libertadores

24. 08.1997 – Vasco 1 x 3 Santos (Baiano) – Brasileiro

28.08.1997 – Vasco 2 x 1 Santos (Jean) - Supercopa da Taça Libertadores

15. 11.1997 – Vasco 3 x 0 Juventude-RS (Adílson) – Brasileiro

29.11.1997 – Vasco 3 x 1 Portuguesas de Desportos-SP (Branco) - Brasileiro

16.08.1998 – Vasco 2 x 1 Guarani de Campinas-SP (Sorlei) – Brasileiro

03.02.1999 – Vasco 4 x 2 Ji-Paraná-RO (Zé Carlos) - amistoso

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

MUSA VASCAÍNA DA TEMPORADAS 2010

        Beleza em flashback

Musa do Vasco 2010 dá dica para candidatas desta temporada


Reprodução de www.netvasco.com.br  de  22/07/2011














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Vencedora da edição de 2010 do concurso Musa do Brasileirão, a vascaína e gaúcha Nina Fortini ressaltou a perseverança como caracterísica importante para vencer a disputa.  o Grêmio, mas ficou em segundo na primeira fase.

- Até chegar ao posto de Musa do Brasileirão é um caminho árduo. Mas com persistência e foco, a menina consegue. Aliás, a persistência faz parte da história de quem é vitorioso, independente da profissão. Outra coisa é se apegar às pessoas que gostam de você. Isso é muito importante.

- Não existe padrão de beleza para ser musa do Brasileirão. As últimas vencedoras têm biotipos totalmente diferentes. A única coisa que o concurso exige é gostar de futebol.