Vasco

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA-MISS GB-1967, A QUARTA VERA, A CATOLICÍSSIMA

      Freelancer é um termo da língua inglesa para o trabalhador independente. No Brasil, é muito usado em jornalismo. Mas atingiu outras paradas, até mesmo concurso de beleza feminina, como em 1967, quando uma professora primária, residente em Copacabana, inscreveu-se ao Miss Guanabara, sem o patrocínio de nenhum clube.
 A bela professora, de nome Maria de Fátima, esperava que a sua atitude, principalmente depois de ter mostrado os seus atributos frísicos na revista Manchete, fotografado por Gervásio Batista, levasse algum clube a convida-la a usar a sua faixa, pois, até então, as moças que disputavam concursos de beleza representavam instituições, cidade, estados e países.
 Tivemos, então, na antiga Guanabara, a primeira candidata a miss freelancer no país. Mas quem usou a coroa de mais bela guanabarina daquela temporada foi uma moça muito preocupada em falar, o quanto antes, com “mamãe”.
Aconteceu durante a noite de 24 de junho 1967, no ginásio do Maracanãzinho, quando os fotógrafos apostavam na candidata do Várzea Country Clube, Solange Maria Thibau – ficou em segundo lugar. Das 27 meninas lindas que desfilaram, a coroa e a faixa foram para  Vera Lúcia de Castro, Miss Motel Clube Bandeirante, normalista (futura professora) de 19 de idade.
 Filha de família modesta e nascida no 30 de dezembro de 1948, desde os 12 de idade ela participava da congregação católica, da Igreja Santo Cristo.
Hoje, quando as miss sonham ganhar o mundo de presente, a quarta Miss Guanabara com o nome de Vera Lúcia  Vera Lúcia Saba-1962, Vera Lúcia Maia-1963 e Vera Lúcia Couto Santos-1964  foram as anteriores – tinha sonho bem modesto: ser apresentada ao cantor Agnaldo Rayol - no Miss Brasil, em 1 de julho, no mesmo local, ela ficou entre as semifinalistas. 

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