Vasco

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domingo, 10 de dezembro de 2017

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CARLA BRUNI,1ª DAMA DOS FRANCESES

No registro civil,  Carla Gilberta Bruni Tedeschi. Para o “jet st” iternernacional e o mundo politico, Carla Bruni-Sarkozy, a graça da bela e ex-primeira dama da França.
 Quando pulou fora da barriga de Marysa Borini, uma pianista, Carla estava na italiana Turim e era vésperas do Natal (23.12.1967). Naquele dia, o compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi não imaginava que, 42 temporadas depois, ele seria pai da primeira dama da França– Carls casou-se com o 23º presidente francês,  Nicolas Sarkozy (França (2008-2012).
Tempos de modelo e de fotos muito sexy em revistas
Com tanta música em sua vida, seria natual que Carla, também, vivesse entre palcos e estúdios de gravação. Foi o que fez, após descer das passarelas de modas, onde etivera, de 1987 a 1998. Gravou três álbuns – Quelqu'un m'a dit (2002);  No promises (2006), Comme Si De Rien N'Était (2008) e Little french songs (2013).
Carla foi parar na França, em 1975, porque o seu pai deixou a Itália por temor da das marxistas Brigadas Vermelhas, que sequestravam e assassinavam. A menina cresceu em Paris, depois foi estudar na Suiça, voltou a Paris e estudou na Sorbonne.
Em 1988, Carla não quis mais saber de livros. Virou modelo fotográfico, aos 19 de idade, e trabalhou para as grifes mais importantes, concorrendo com as “top” Naomi Campbell, Kate Moss, Claudia Schiffer e Christy Turlington, as primeiras famosas, internacionalmente. Uma das mais bem pagas do mundo da moda, chegou a faturar US$ 7,5 milhões de dólares, por temporada.
Em 2008, já primeira dama francesa, garimparam uma foto dela imitando Eva e levaram a leilao, sendo arrematada por US$ 91 mil dólares, seis vezes maior do que o preço imaginado.
Carla foi do time das primeiras modelos famosas internacionalmente
Menina namoradeira, Carla teve casos com Eric Clapton, Mike Jagger, Kevin Costner e com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
 Logo, ser primeira dama era o seu destino, o que começou a rolar em 2007, quando descobriram o seu namoro com Sarkozy, que acabava de se separar da ex, em meio a rumores de chifradas rolando.
Chifradas por chifradas, a mãe de Carla chifrou o marido, por seis temporadas, e contou, bem mais tarde à filha, que o seu verdadeiro pai chamava-se Maurizio Remmert e vivia no Brasil desde 1970.  
Carla tornou-se primeira-dama da França em 2 de fevereiro de 2008. Ganho gabinete  no Palácio Eliseu e passou a acompanhar Sarkozy em sus viagens oficiais. Em 17 do último maio, ela anunciou estar à espera de Giulia, que pintou no pedaço em 19 do recentinho outubro.
FOTOS REPRODUZIDAS DE WWW.FANPOP.COM - AGRADECIMENTO


                   

 

sábado, 9 de dezembro de 2017

O VENENO DO ESCORPIÃO - SAMBA DO CRIOULO NA CADÊNCIA DE ZÉ DE RIBA

O governo do presidente e general João Figueiredo terminava. Era época de bipartidarismo e o governista PDS-Partido Democrático Social e o oposicionista PMDB-Partido do Movimento Democrático Brasileiro haviam marcado as sus respectivas convenções nacionais para 10, 11 e 12 de agosto de 1986.
Aureliano e Figueiredo reproduzidos de
 www.memorialdademocracia.com.br
 Tudo como mandava o cronograma sucessório. Menos no surrealismo dos membros das duas alas ideológicas. Chegou-se ao ponto de um partido ameaçar recorrer à justiça eleitoral para impedir candidatura na legenda contrária. Foi um autêntico “Samba do Crioulo Doido”, a letra daquela batucada pela qual um compositor transformava a história do Brasil em uma verdadeiro pandemônio escrito por inquilinos de hospício.
No real, o povo não suportava mais o regime militar lhe imposto desde 31 de março de 1964, emitindo todos os indícios de querer ver um candidato da oposição vencendo o situacionista. E mandou fortes perepectitivas de que isso ocorreria mais do que depressa. Inclusive, vários caciques que apoiavam o governo militar, sem a menor vergonha, pularam fora do barco e vestiram a camisa do PMDB, time para o qua torciam desde criancinha”. Afinal, era preciso sobreviver, politicamente, pós-Ditadura.
 Um dos casos mais barulhentos desse período pré-final de governo militar foi estrelado pelo vice-presidente de Figueiredo, o mineiro Aureliano Chaves, que assumira a presidência do país por várias vezes. Ele aderiu à candidatura oposicionista do governdor de seu Estado mineiro, Tancredo Neves, levando junto 65 votos ao colégio eleitoral. Mas não foi tão fácil apoiar a Frente Liberal, a turma pro-Tancredo, devido muitos os entraves municipais nas bases pedesistas, como ocorria, também, em Pernambuco.
Selo com Tancredo Neves  reproduzido de
www.metresdahistoria.blogspot.com.br
 Areliano Chaves até que demorou a se abraçar com Tancredo Neves. Ao fazê-lo, ouviu xingamentos de traidor, mas via a hora certa de desligar-se do diretório nacional do PDS e juntar-se a um outro político que passara toda a Ditadura servindo ao regime dos genrais-presidentes, o deputado pernambucano Marco Maciel, que fora, inclusive, presidente da Câmara. Juntos, os dois lançaram manifesto explicando razões da dissidência. No rebolo, Aureliano apressou a formação do PartidoLiberal Democrático, para sair candidato ao Senado, único local que ainda não estivera – já havia sido deputado estadual, federal, governador estadual e vice-prsidente da república. Aliás, ainda era.
 O que ninguém, quer dizer, um leigo em política partidária, jamais imaginaria fosse que um dos principais símbolos governistas no Congresso Nacional, o senador José Sarney, saísse candidato a vice-presidente pelo PMDB. Incomodou até os peemedebistas do seu Maranhão, onde o líder do desagrado era o deputado Renato Archer. Em Minas Gerais, quem gritou foi o deputado Pimenta da Veiga. Para eles, o PMDB deveria ter candidatos que somassem, não que enfraquecessem a Aliança Democrática, como ficou sendo chamado o movimento de apoio a Tancredo.
 O maior barulho desse episódio, no entanto, surgiu por intermédio de líderes pedessistas que apoiavam a candidatura do deputado Paulo Maluf, que vencera o candidato prferido pelo presidente Figueiredo, o seu minsitro Mário Andreazza, durante a disputa convencional partidária. Eles, também, não queriam Sarney candidato a vice de Tancredo. Esquisito? Esquisito, mas rolou.
Sarney em foto oficial - Divulgação
Palácio do Planalto
 Enfim, porque o PDS malufista não queria Sarney na parada? Simplesmente, porque a sua patota não “lera direito” as regas do jogo. Então, alegou incompatibilidade um senador do PDS sair candidato pelo PMDB. Esqueceram-se, porém, de que o José Ribamar Ferreira da Costa, a sua verdadeira graça (Sarney é nome artístico)o  não era senador do PDS, pois fora eleito pela (já inexistente e antecessora) ARENA-Aliança Renovadora Nacional. Mais? Pelo voto direto do povão maranhense.
 Resumo da ópera:  a caravana passou, Tancredo pegou um outro caminho e o glorioso Zé de Riba herdou, de presente, sem nunca sonhar, uma cadeira que passara mais de 20 temporadas  só sendo usada pelos ditadores generais-presidentes. De quebra, Zé de Riba mordeu 365 dias com a faixa presidencial no pescoço – surrealisticamente, real! 

 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

VASCO DAS CAPAS DE REVISTAS


 1 - Isso é o que se chama de "tá mais do que na cara". O Vasco  em cima do muro, no placar e na "Placar": 1 x 1 Botafogo.
É o que conta a chamada de capa da bela revista paulistana com o nome das tabuletas, ou engenhocas eletrônicas, que marcam os escores das partidas. Confere?
 2 - Pelas décadas-1980/1990, a  “Placar”, da Editora Abril, tinha um gato como personagem humorístico. Quem quisesse participar  de sua seção deveria escrever para  “A Cesta do Gato”, Caixa Postal 2372, CEP
3 - O espaço era o do tradicional  cartas do leitores, que vem atravessando a história das revistas brasileiras. Em duas páginas, a primeira trazia o nome ‘CARTAS, em  letas maiúsculas, e o desenho do “bichano”, usando aquelas antigas máquinas de datilografia, para responder às “missivas”.
4 -   Era algo muito engraçado, bem divertido, como sempre fora a seção, desde o início da revista, em 1970, com leitores trocando farpas e caçoando com os times adversários

5 - Pelo Nº  1036, de 27 de abril de 1990, os leitores vascaínos ocuparam o balaio do gato. Caso de Sonfirere S. de Oliveira, de Açailândia-MA. Ele queria  se corresponder com torcedoras do Vasco, de 15 a 20 anos, para falar de suas vidas particulares. E avisava não ter preconceitos de cor e nem de raça.

6 - Desenhado sentado em uma bola (foto), com cara de injuriado, o gato pensava: Tem gente que não se enxerga”. E classificava o sujeito de nome esquisito de “O pentelho da semana”.
















quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS - 5 X 2 MADUREIRA

 A goleada deixou os vascaínos igualados ao Bangu, na sétima rodada do Campeonato  Carioca-1951, com o mesmo número de jogos (6), vitórias (5); derrotas (1); pontos ganhos (10) e perdidos (2).
No entanto, os banguenses eram os lídedres, por terem marcado um gol a mais (16 x 15). O “Almirante”, no entanto,  mantinha melhor saldo de gols (9), contra 6 dos rivais.
Aquele Vasco x Madureira rolou em 23 de setembro, em São Januário, com Edmur sendo o “cara da tarde”, mandando três bolas ao filó – Friaça e Maneca fizeram os outros dois, com 4 x 2 sendo o placa r da primeira etapa.
 O espanhol Gimenez Molina apitou, a renda foi de Cr$ 34 mil, 485 cruzeiros e o Vasco escalou: Barbosa, Augusto e Clarel; Alfredo, Ely e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Edmur, Maneca e Friaça.      

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - 7 X 1

O "placarzaço" no título acima passou a ser, constantemente, lembrado pelo torcedor brasileiro, por causa da sapatada levada pela Seleção, Brasileira, humilhada pelos alemães,  durante a Copa do Mundo-2014, em 8 de julho, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Esta marca, no entanto, não é novidade para o glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. Já foi mandada pra cima de 10 adversários e é a sexta maior pancada numérica desferida pela rapaziada. Confira nesta reprodução do site do pesquisador Mauro Prais: 
VASCO.......  7 x 1   São Paulo-SP..........  25.11.2001 - Brasileiro         

VASCO........  7 x 1   Guarani-SP.............05.08.2001 - Brasileiro        

VASCO........  7 x 1   Goytacaz-RJ............31.10.1991 - Estadual        

Romário, em foto reproduzida de www.gazetapress.com.br
 (AGRADECIMENTO) fez três e usou camisa branca. 
VASCO.........  7 x 1   Portuguesa-RJ.......  02.03.1986 - Estadual        

VASCO.........  7 x 1   Volta Redonda-RJ....  30.10.1985 - Estadual        

VASCO.........   7 x 1   Operário-MS......... 14.03.1982 - Brasileiro       

VASCO..........  7 x 1   Madureira-RJ........ 17.04.1977 - Estadual        

VASCO.......... 7 x 1   Bonsucesso-RJ.......  03.10.1948 - Estadual        

VASCO........   7 x 1   São Cristóvão-RJ....  29.12.1938 - Estadual 

VASCO.........  7 x 1 Olaria................. 15.11.1937 - Estadual

 Se o time tricolor paulista com 43 pontos, vencesse, ficaria pertíssimo do G-8 que valia vaga na fase seguinte, após mais duas rodadas. O Vasco, em 12º, tinha pouquíssimas chances de ir adiante depois daquele jogo, em São Januário.
O pega teve apito com Carlos Eugênio Simon-RS  e os gols vascaínos saídos por Gilberto, aos 18,  e Euller, aos 36 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário, aos  3, 21 e 25; Léo Lima, aos 23, e Dedé, aos  33,completaram o pancadaço. O visitante só marcou aos 55, ou 90.
O VASCO da partida alinhou:: Helton, Rafael (Ely Thadeu/Botti), João Carlos, Gélder e Gilberto; Jamir (Dedé), Donizete, Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário. Treinador: Paulo César Gusmão. O São Paulo apanhou por causa de: Rogério Ceni; Beletti, Júlio Santos, Emerson e Gustavo Nery; Fábio Simplício (Leonardo), Maldonado, Adriano (Alencar, goleiro) e Kaká; França e Luis Fabiano (Dill). Técnico: Nelsino Baptista.
OBS: Vasco x São Paulo rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940 e 7 x 1 é o maior placar desse encontro.