Vasco

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terça-feira, 20 de abril de 2021

MANIA DE RECEBER MAL O FLA NA ISKINA

 01.08.1948 – data da disputa do Jogo 50 do Vasco da Gama contra o seu maior rival, o Flamengo. No placar, Turma da Colina 2 x 1, em um domingo de Campeonato Carioca, em São Januário.  Pra mostrar aos visitantes eu eles seriam muito mal recebidos, Ademir Menezes balançou a rede deles, em duas oportunidades, e Dimas completou a descortezia. O treinador da rapaziada era Flávio Costa, que confiou em: Barbosa, Augusto e Wilson Capão, Ely do Amparo, Danilo Alvim e Alfredo II; Djalma, Friaça, Dimas, Ademir Menezes e Tuta. OBS – até ali, o Vasco tinha anotado vitórias em 17 pugnas, uma delas, por 7 x 0, no 26 de abril de 1931.

01.08.1982 – no mesmo dia da folhinha apregada na parede da Colina está um sambinha aportuguesado: Vasco da Gama 5 x 0 Portuguesa-RJ, também, válido por Campeonato Carioca. A brasa do dia foi Roberto Dinamite com pavio curto. Queimou três redes -Ernani e Márcio (contra) completaram o estrago, conferido por 6.986 pagantes. Antônio Lopes treinava esta moçada que cincoazerou, em SãoJanuário: Mazaropi; Rosemiro, Nei, Serginho e Pedrinho; Dudu, Celso e Serginho; Pedrinho Gaúcho, Ernani, Roberto Dinamite e Marquinho.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - INVICTAÇO-1992

 Em 1992, o Vasco da Gama fazia 15 temporadas sem ser campeão estadual vcencendo os dois turnos – Taça Guanabara e Taça Rio de Janeiro. Daquela vez, não teve pra ninguém. O Almirante deixava a concorrência sumindo de vista, ao final de cada rodada.

Para ser o dono da temorada-1992, o Almira mesclou a experiência de Roberto Dinamite, disputando o seu último campeonato,  e de Carlos Alberto Dias, com a juventude da turma formada nas bases. E conseguiu fazer com que o  meia-atacante Bismarck deixasse de ser uma eterna promesssa, para explodir como craque. Terminou sendo o principal artilheiro do time, mandando 13 bolas ao filó. Grande mérito do treinador Joel Santana, antigo zagueiro do clube, na década-1970.

 Em novo papel tático, Bismarck ganhou liberdade para se aproximar da área adversária, com bola dominada. Mais maduro, Edmundo aceitou ser um pouco sacrificado, jogando aberto, pela direita. Além disso, o clube deu atenção às pratas da casa, casos do zagueiro Tinho,  do meia Leandro Ávila e dos atacantes Valdir e Henande.

 Em 24 partidas, o Vasco de Joel Santana, que estava com 43 de idade, após ter sido auxiliar-técnico por várias temporadas, venceu 18, empatou seis e marcou 44 gols. O time-base alinhou: Carlos Germano. Luís Carlos Winck, Jorge Lulís,Tinho e Cássio; Luisinho Quintanilha, Bismarck  e Roberto Dinamite; Edmundo e Valdir Bigode.  

 A temporada teve 12 times no primeiro turno e 14 no segundo. Pela Taça GB, foram sete vitórias e quatro empates. Da Taça Rio, ficaram 11 frentes de placar e duas igualdades. No último compromisso – 06.12.1992 -, em Vasco 1 x 1 Flamengo, com Edmundo abrindo o lacarf, aos 14 minutos do segundo tempo, entre os 22.085 presentes estava o maior ídolo da torcida vascaína das décads-1940/1950, o ponta-de-lança Ademir Menezes, que declarou: “Senti vibração igual ao tempo do Expresso da Vitória”, quando a Turma da Collina era quase imbatível.

domingo, 18 de abril de 2021

TIME DA VIRADA DOBRA FLA NA ESQUINA

 30.09.1928 - Já que hoje é domingo, um brinde a ele. Nele, o Club de Regatas Vasco da Gama fez a sua décima partida contra o Flamengo, que tinha dois treinadores, Joaquim Guimarães e Juan Carlos Bertoni. Pouco para segurar o Almirante, que mandou-lhe 2 x 1, pelo segundo turno do Campeonato Carioca, no campo da Rua Paysandu. Ao placar, compareceram Américo e Paschoal, que escreveram tal história a mando do treinador inglês Harry Welfare, que mandou pra lutra: Jaguaré, Hespanhol e Itália; Brilhante, Nesi e Mola; Paschoal, Russinho, Américo, Pepico e Santana. Esta rapaziada levou a campo o Time da Virada, que bobeou a um minuto, mas empatou, aos 26 do primeiro tempo, e desempatou, aos 37 do segundo. E ficou assim a história das vitórias almiranteiras, até ali: 29.04.1923 – Vasco 3 x 2; 12.09.1926 - 2 x 1; 03.06.1928 - 3 x 0; 30.09.1928 – 2 x 1. Além disso, a moçada anotou, também, dolis empates: 15.11.1925 - 1 x 1; 16.06.1926 - 2 x 2.  

11.04.1993 – Mais um sucesso vascaino pra cima do Flamengo, domingueiramente.  Este valeu pela 11ª rodada da Taça Guanabara, no Maracanã onde, no filó do qual, compareceu o centroavante Valdir Bigode, aos  7 minutos do primeiro tempo e aos 21 da etapa final. O ex-zagueiro vacaíno Joel Santana estava como treinador e escalou: Carlos Germano; Pimentel, Alê,  Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila, Geovani e William (Hernande); Valdir Bigode e Bismarck. De bola fora naquele clássico, só a pouca gente comparecente: 8.218 pagantes, que não pagaram as despesas dos dois clubes com a partida. 

 

sábado, 17 de abril de 2021

ODISSÉIA NA ESQUINA DO CENTENÁRIO

02.05.2001 - O Club de Regatas Vsco da Gama é, por demais catolicíssimo. Em sua sede, ninguém concede entrevista coletiva sem uma imagem de Nossa Senhora sobre a mesa. Assim, nessa graduação de fé foi que, no católico dia consagrado à Santa Cruz, onde Jesus Cristo padeceu, a camisa  cruzmaltina brilhou no Estádio Centenário, na uruguaia Montevidéu (com as graças Lá de Cima, acham os vascaínos).  Era noite de uma quarta-feira e a rapaziada chegou e sacudiu 3 x 1 Peñarol, valendo pela Taça Libertadores. Mais? Esnobando gol por zagueiro: o glorioso Dedé, de 1,m92cm de altura, nascido em Volta Redfonda-RJ e registrado por Anderson Vital da Silva. "O Mito", como a imprensa carioca tentou cunhá-lo,  mandou duas pipocas às redes aurinegras - Viola completou o sambinha no filó..

 Aquele era a segunda refrega entre os dois times pela Libertadors-201, com o primeiro, no 5 de abril, em São Januário, escrito Vasco 2 x 1 Peñarol. Este, por sinal, já o enfrentava desde 8 de abril de 1951, quando mandou-lhe 3 x 0, na capital uruguaia - no dia 22, sacudiu mais 2 x 0, no Mareacanã, amistosamente, nas duas oportunidades, vitórias lavaram a honra brazuca pelos 1 x 2 Uruguai da final da Copa do Mundo-1950. Que vexame! Voltando para o futuro, ao 2 de maio de 2001, o time vascaíno que foi ao Centenario bater no anfitrião era treinado por Joel Santana e alinhou: Fábio; Maricá, Odvan, Henrique e André Silva; Paulo Miranda, Zada (Siston) e Fabiano Eller; Romário, Dedé (Souza) e Viola (Léo Lima). 

sexta-feira, 16 de abril de 2021

HISTORI & LENDAS DO (DIABO) DA COLINA

4 de março de 1988 - A segunda-feira é dia de muito trabalho. Sempre foi! Mas não havia cartola no futebol carioca achandando que ninguém trabalhava? Tanto que marcaram um Vasco da Gama x América-RJ para aquele dia! Valeu pelo primeiro turno da Taça Guanabara e Turma da Colina sapecou 4 x 1, diante de 2.044 pagantes, no Maracanã. Na rede do Diabo, compareceram: Bismarck (2), Romário e Fernando. O chefe deles era Sebastião Lazaroni e a moçada quatreira chamava-se: Acácio; Cocada, Donato, Fernando e Lira; Zé do Carmo; Josenílton (Bismarck e Geovani; Mauricinho, Romário e Dirceu Guimarães. 

10 de março de 1982 - Tá no caderninho: uma das maiores goleadas vascaínas no Brsileirão: 7 x 0 Internacional, de Santa Maria-RS. Placar escrito em São Januário, pela segunda fase da disputa, na presença 4.062 almas. Responsáveis pela estragação:  Roberto Dinamite (3), Cláudio Adão (2), Dudu e Silvinho. No leme daquela nau almiranteira estava  Antônio Lopes, que botou pra remar rumo ao sacode: Mazaropi; Rosemiro, Marajó, Ivan e Pedrinho; Serginho (Silvinho), Dudu e Cláudio Adão; Wilsinho, Roberto Dinamite e Marquinho (Renato Sá).