Vasco
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
PROCURA-SE TIM MAIA CANTANDO O VASCO
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
HISTORI&LENDAS DA COLINA - ALAGOANEIRA
EVIDENTEMENTE, que os “dois times usaram dois times”. Ainda não se falava em biônicos.
domingo, 14 de agosto de 2011
FERAS DA COLINA - BRITO E FONTANA
Ela foi formada por Hércules Brito Ruas e José de Anchieta Fontana, que atuaram juntos por três oportunidades. Da primeira vez com a camisa canarinha, os dois xerifões ajudaram a bater o Peru, por 3 x 1, diante de 109. 380 pagantes, no Maracanã, amistosamente.
Era 8 de junho e Brito marcou um gol contra – Fidélis, Tostão e Edu Américo fizeram a favor. Naquele dia, o técnico Vicente Feola escalou: Ubirajara; Fidélis, Brito, Fontana e Oldair; Roberto Dias, e Denílson; Paulo Borges, Alcindo, Tostão e Edu. O juiz foi o escocês William Syme.
A terceira parceria rolou três dias depois, nos 2 x 1 com os mesmos adversários, ainda no Maracanã, e com menos público: 62. 416 pagantes. William Syme voltou a apitar, e Pelé e Zito balançaram o filó. O time: Manga; Fidélis, Brito, Fontana (Altair) e Paulo Henrique; Zito e Lima: Jairzinho, Alcindo (Silva), Pelé e Amarildo (Edu Américo).O apito esteve com o austríaco Ferdinand Marshall e o público atingiu 50.,804 pagantes. A equipe, dirigida por Mário Jorge Lobo Zagallo, era: Félix: Carlos Alberto Torres, Fontana e Everaldo (Marco Antônio); Wilson Piazza, Clodoaldo (Edu Américo) e Paulo César “Caju” Lima; Jairzinho, Tostão e Pelé.
Vascaíno, de 1962 até 1968, antes, passara pelos capixabas Vitória, em 1958, e Rio Branco, de 1959 a 1962. Defendeu, também, o Cruzeiro, de 1969 a 1972. Pela Seleção Brasileira, atuou em outras 10 partidas, com 8 vitórias, 2 empates e 1 derrota. Dessas, 7 foram contra seleções nacionais - 4 vitórias, 2 empates e 1 derrota - e 4 contra clubes e combinados, vencendo todas.
sábado, 13 de agosto de 2011
HISTÓRIAS DO FUTEBOL CANDANGO. MANÉ GARRINCHA ENVERGA A JAQUETA DO CEUB
Quando ainda era time amador, o CEUB (Centro Educacional Universitário de Brasília) aventurou-se enfrentar equipes de profissionais. Um deles foi o Cruzeiro, em junho de 1972, amistosamente, em um domingo que levou às bilheterias do já demolido estádio Pelezão a grana de Cr$ 42 mil cruzeiros (moeda da época). Reforçado por Mané Garrincha, que estava ligado ao carioca Olaria, que o liberou para o amistoso, o time da Asa Norte segurou 0 x 0 no placar do jogo apitado pelo árbitro carioca Carlos Costa, auxiliado pelos bandeirinhas candangos Cacírio Marinho e Adélio Nogueira.
Por ser a Brasília da época cidade com
poucos meios de divertimento para o povão, as bilheterais do Pelezão foram
abertas às 11 da manhã, com ingressos ao preço único de Cr$ 70 cruzeiros. Antes de CEUB x Cruzeiro, foi programado um “esfria sol”, a partir do
meio-dia, com aspirantes ceubenses enfrentando o time da CODEBRAS, e, a
partir das 14 horas, bola rolando para Disbrave e Brasal, equipes de
revendedoras de automóveis.
Jornalista Jorge Martins acompanhou o Mané desde o aeroporto
Quanto ao jogo
principal, evidentemente, por ser mais forte (conferir escalação, abaixo) , o
Cruzeiro teve mais domínio da partida, levando o Ceub a se virar para segurar o
empate, uma grandiosa glória para o amador futebol brasiliense. Para tanto, o
treinador gaúcho Carlos Morales recou Lúcio, Noel, Serginho e Cláudio. A novidade
do seu time era a estreia do meia-atacante Cláudio Garcia, ex-Fluminense. A
maior atração do prélio, o Mané Garrincha, era sempre festejado quando a bola
lhe chegava, mas fez poucas jogadas e pouco tentou o seu famoso drible pela
direita. Ppor duas vezes, o Seu Mané pediu aos colegas de ataque que entrassem
na área e tentassem fugir da marcação para receberem os seus cruzamentos, “mas
sentiu a falta de entrosamento”, relembrava Carlos Morales, sempre que falava
da partidas. Por sinal, antes do início daquele amistoso, o “Torto” foi
homenageado, recebendo placa de prata, lhe oferecida pelo presidente ceubense,
Adílson Peres.
Embora jogos do futebol mineiros não fossem
televisionados para Brasília, na época – normalmente, eram os cariocas e os da
Seleção Brasileira -, o torcedor candango conhecia muitos dos atletas cruzeirenses
famosos, como o zagueiro Fontana (tricampeão na Copa México-70, os atacantes Palhinha
e Eduardo Amorim, e o apoiador Luís Carlos Lemos, que defendera o Vasco da Gama,
que era frequente na TV candanga das tardes dos domingos. De acordo com jornalistas
que assistiram a partida, entre eles Jorge Martins e Nílson Nélson, o empate
zerado no placar foi até justo, “devido a garra demontrada pelo nosso time, que
ressentiu-se de experiência”, assegurou o sempre sorridente e gordo treinador
Carlos Morales, que fora campeão brasiliense-1963, jogando pelo Cruzeiro do Sul.
Reprodução do álbum de recortes de jornais de Adílson Peres
O Ceub consegui aquele gloriossímo empate por conta de: Zé Walter; Aderbal (Sérgio), Noel,
Lúcio, e Serginho; César e Darese, (Augustin); Garrincha ( Procópio), (Carlos
Alberto), Cláudio, Hermes e Dinarte. O Cruzeiro alinhou: Raul; Lauro, Moraes,
(Darci Menezes), Fontana e Wanderlei; Toninho e Luís Carlos Lemos; Eduardo,
Palhinha, (Rinaldo), Repeto e Lima. A nota zero do amsiotoso ficou para as
expulsões de campo do anfitrião Noel e do visitante Repeto, devido jogadas
violentas.


