Vasco

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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

TRAGÉDIAS DA COLINA - VILA INGRATA

1 - O Vasco foi à Vila Belmiro, encarar o Santos, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-2003, no sábado 26 de julho. Aos 10 minutos do segundo tempo, os cruzmaltinos vibraram, tanto pelo gol marcado, por Marcelinho Carioca, quanto pelo sucesso do seu ex-zagueiro e ex-capitão Mauro Galvão, que atuava como treinador da rapaziada. Mas a alegria durou pouco mais de outros 10 minutos, quando André Luís deixou tudo igual, para Daniel virar o placar, passados mais 13 minutos. E o Vasco caiu, por 1 x 2, colocando a panela da Colina em ebulição, por conta de: Fábio; Wellington Monteiro, Wellington Paulo, Fabiano e Ozéia; Da Silva, Rodrigo Souto, Bruno Lazaroni (Morais) Beto 'Cachaça' (Léo Borges) e Marcelinho Carioca: Donizeter 'Pantera' (Ely Thadeu),      

2 - Era pra ter sido uma noite de sábado inteiramente festiva, aquele 11 de setembro. O Vasco da Gama reestreava um dos seus maiores ídolos desses tempos mais modernos, o meia Juninho Pernambucano, e recebia as faixas de campeão da Copa do Brasil-2011. Até os 44 minutos do segundo tempo, a galera comemorava uma vitória que parecia certa, sobre o catarinense Figueirense-SC, em São Januário. Foi quando Pittoni lançou Aloísio, que botou no filó. Fim de festa: 1 x 1, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, e um dos maiores dissabores passados pelos vascaínos diante do “Figueira”, desde o primeiro pega, em 2 de dezembro de 1973, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, quando rolou 0 x 0 no placar

terça-feira, 13 de novembro de 2018

MUSA TRISTE DA COLINA - QUEDA

  Como as pessoas sorriem e choram por amor, a musa vascaína de hoje é uma musa triste. 
Sem identificação, ela foi fotografada por Marcelo Sadio, do site oficial do Vasco, após o  jogo em que o seu time foi derrubado à Série B do Brasileirão, em 08.12. 2013, na Arena Joinville, em Santa Catarina.
 Naquela tarde, os meninos levaram 1 x 5 do Atlético-PR. Coisas do futebol.  Na época, o Vasco tinha péssimos goleiros e o restante da equipe era de fazer chorar, mesmo!  

As people smile and weep for love, today's vascaína is a sad muse. Without identification, she was photographed by Marcelo Sadio,  from the official site of  Vasco, after the game in which the "Turma da Colina" was overthrown for the Second Division of the Brazilian championship, on December 8, 2013, at the Arena Joinville, in Santa Catarina.
That afternoon, the boys took 1 x 5 from Atletico-PR. Football stuff. At the time, Vasco had poor goalkeepers and the rest of the team was to make them cry!

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

HISTORI&LENDAS DA COLINA - VERDES

1 - O Vasco estava há nove jogos sem vencer o Palmeiras, levando-se em campo o Brasileirão unificado. Em 25 de setembro de 1988, acabou com a série, mandando 3 x 2, no  Morumbi, em São Paulo, com Roberto Dinamite, Vivinho e Ernâni fazendo o serviço. O jogo foi do primeiro turno daquele BR-88.

2 - Feito de um outro 25 de setembro: fechando o segundo turno do Estadual-1977, com time dirigido pelo "titio" Orlando Fantoni,  o "Almirante" sapecou  2 x 0 Fluminense – gols de Paulinho e de Edinho (contra) – no último jogo da etapa. Naquela temporada, havia 15 times se pegando em turno e returno, pelo formato todos conta todos. A rapaziada, porém, estava demais e papou tudo, somando 25 vitórias, quatro empates e apenas uma escorregada. Time campeão, sem contestação: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário e Zanatta (Helinho); Wilsinho, Roberto Dinamite, Paulinho (Zandonaide) e Dirceu.

3 - Vasco 6 x 3 Santos foi a vitória vascaína com maior número de gols sobre o adveresário paulista, com o qual se pegava desde 1927, amistosamente. Aconteceu em 24 de setembro de 1953, na Rua Teixeira de Castro, no Rio de Janeiro, em uma quarta-feira.  Pinga (2), Djayr (2), Alvinho e Ademir Menezes (foto acima, ao lado de Ely e de Friaça) foram os “matadores” de “Peixe”.. 

domingo, 11 de novembro de 2018

139 - DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS YANOMAMI SÃO DISCRETAS NO 'WAMU'

                      Reproduzido de www.niceimgro.pv - agradecimento
Mulher bonita deve ter corpo forte e roliço. É assim que manda a cartilha das índias iyanomami. Elas se embelezam usando pequenos palitos de talo de capim seco, enfiados sob o lábio inferior, no qual há três orifícios abertos  quando chegam à puberdade. Para isso, um índio especialista no assunto usas o “ruhumasi”, estilete de ponta afiadíssima, de casca de inajá (palmeira).
 Quando fazem o “wámu” (sexo), elas são discretas, pudicas. Isso rola escondidinho, pelo meio da floresta. Se durante a noite, dentro da maloca, um assanhadinho tentar faturar a sua companheira, quem sacar, logo aumenta a fogueira para o ambiente ficar mais claro e empatar o lance. E todos começam a curtir com a cara do interrompido.
 As yanomami casam-se após a primeira menstruação. Os maridos são escolhidos por seus pais. Não se faz cerimônias. A mulher pega a sua rede e a leva para junto de onde dorme o marido. Isso, se o cara for de sua mesma aldeia. No caso de ser de outra, ele se muda para a “yaño” (casa) da família dela. Nunca ocorre um incesto. O parentesco é controlado para garantir a evolução genética do grupo.
 Anticoncepcional, também, faz parte das vida delas. Este é o “manacase”, uma batatinha, que é ralada, depois de seca, junto com mingau. Elas acham que ficam mais tesudas quando passam o “manacase” na “perseguida”.
 Só depois de 1.085 dias após o nascimento de um filho, elas concebem o próximo. Se o menino já estiver sabendo se virar. Amamentam as suas crianças durante 910 dias, para elas não terem problemas digestivos.
No cardápio delas, a pupunha, palmeira que produz entre abril e maio,  é como se fosse caviar. É degustada cozida, ou em calda, que sai de amasso do fruto e mistura com água. O desjejum matinal é à base de beiju, mingau de banana, frutas silvestres, banana assada e carne, caso tenha sobrado da caçada dos maridos no dia anterior.
No que diz respeito a problemas de saúde, para elas, isso é coisa mandada por espíritos maus, ou feitiçaria da parte de alguém  de outra aldeia. Para elas, o feiticeiro envia o feitiço na forma de fumaça.
 Se contraem algumas “merma”, seus maridos chamam os “xapuris” que, para atendê-las, pintam o corpo com urucu e carajiru. Mais: enfeitam-se com arixixina, araxina e horóma-ép, ficando bastante coloridos. As yanomami acreditam que os seus médicos possuem vários “hekurab” (espíritos) morando dentro deles. Razão de esperarem a cura dos males com muita crença.
Reprodução de www.canoncollege.
 Quando estão para dar a luz a uma criança, o momento do “kepari” (parto) para elas é tranquilo, pois sabem do exato dia que isso vai acontecer.  Nesse grandioso dia, elas vão para a floresta, sozinhas, e ficam de cócoras até a criança nascer.
Então, cortam o cordão umbilical  com um talo de inajá, limpam o rebento  com folhas encontradas ao redor volta e voltam para a maloca, para fazer a apresentação do filho a todos .
O resguardo de uma yanomami dura só três luas. Ficam em uma rede, perto do fogo, cozinhando ou tecendo. Passados os três dias, a mulher vai para o rio, se lavar e fazer o primeiro banho do filho. Uma semana depois, ela já está carregando lenha, levando a criança em uma “lainate” (tipóia).     
 Uma yanomami jamais informa o seu nome. Elas se tratam por apelidos, ou pelo parentesco – pai, mãe, filho, irmão, cunhado, tio. O nome pertence ao seu interior e tem o que elas chamam de “rixi”, isto é, a representação do espírito de um animal. Mas os seus “rixis” não são iguais aos dos homens. Cada sexo tem uma classe. Só quem pode menciona-los são os “xapuris”, os pajés.
 As yanomami acreditam haver três mundos: o dos vivos, o “yaño”; o do inconsciente, o “hekura” e o das sobras, o “hutumus”, onde estão os que partiram do “yaño”.  Mas este último não tem forma indesejável para elas, pois acreditam que por lá exista mulheres bonitas, alimentos abundantes e homens muito fortes. Todos são sombras, eternamente jovens, leves e felizes.

Festejo em Roraima, reproduzido de www.anarcocapitalismo - agradecimento
Uma das festas que as yanomami mais gostam é a “reahamu”, comemorando a colheita  da pupunha, e realizada, ainda, quando é época de muita banana e macaxera. Os maridos convidam amigos de outras tribos, que irão comer o que eles caçaram durante até 10 luas: carne de anta, macacos, queixada, porco do mato, caititu, veado, jabuti, aves, enfim, tudo o que conseguem matar, menos onça e gato, o que eles não comem.

 Com tudo isso lhes entregue, as yanomami preparam moquecas, cozidos,  assados, minguais de pupunha e banana, além de beiju, para a festa que dura de três a oito dias. Elas  hospedam os visitantes em suas malocas e trocam presentes. Quando eles vão embora, lhe presenteiam com  beiju em folha de bananeiras, carne de macaco cozida e pupunha, Os que vão partir colocam os presentes em seus ‘wu-a” (cestas), a colocam nas costas e voltam para as suas aldeias – as mulheres yanomami se dizem felizes onde vivem, se dando muito bem com o natural, o sol e a chuva.                         

sábado, 10 de novembro de 2018

O VENENO DO ESCORPIÃO - HISTORIETAS DE UM PAÍS DE PLANETA MUITO DISTANTE

                 PRA QUEM NÃO TEM O QUE FAZER NESTE SABADÃO
1 - Vixe, Maria! “Deu na rádia” que cientistas estão dizendo que o  ritmo de aquecimento global pode acarretar falta de cerveja no planeta. A notícia saiu, “premêro” na revista “Nature Plants”, contando que  as constantes secas e ondas de calor, bem como o “esquenta Terra”, provocado pelo homem, reduzirão bastante as safras de cevada, principal ingrediente da “cerva”. Principalmente, se os níveis de emissão de carbono continuarem como estão hoje.
Loira estupidamente gelada -  reproduzida de notibras.com
A perda de produtividade nas colheitas de cevada pode chegar a 17%, o que deve fazer o preço da cerveja dobrar ou até mesmo triplicar em alguns lugares do mundo. O alarme é de cientistas das universidade da Califórnia-EUA e de Pequim-CHI, além da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas; do Centro Internacional Mexicano para Melhorias do Milho e do Trigo e, anda, da Universidade de East Anglia-ING.

2 – Quando era presidente do Brasil, o marechal Castelo Branco foi convidado pelo deputado Teódulo de Albuquerque para almoçar em sua casa, prometendo-lhe um cardápio com carne-de-sol e pirão-de-leite. Claro que nenhum cearense dispensaria. De quebra,  Castelo pediu um adendo no cardápio: rapadura na sobremesa.

3 – O Cruzeiro Esporte Clube queria formar uma charanga da pesada, pra ensurdecer o Mineirão. E arrumou os músicos. Mas, ao saber que não haveria nenhum tostão no lance, a rapaziada respondeu: “ De graça, a gente só toca pro ‘Atrético’, o maior rival dos cruzeirenses.
Reprodução da capa do livro
"Anjos e demônios, você acredita?",  de Giauana Camily

4 – O deputado Seme Scaff, que era pastor protestante, respondeu assim a um repórter sobre a diferença entre um templo cristão e a Assembleia Legislativa do Paraná: “Antes, eu era da Assembleia de Deus. Agora, integro a Assembleia do Diabo”. Ele ficara impressionado com as articulações nos bastidores.

5 – Perto da entrada em vigor da constituição outorgada pelos militares ao Brasil,  pela década-1960, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou emenda para eleição indireta de vice-governador estadual, reduziu, de 35 para 25, a idade mínima do ocupante do cargo. E elegeu o então garotão Jorge Bornhausen, filho do senador  Irineu Bornhausen, do partido que apoiava o governo da ARENA-Aliança Renovadora Nacional. Antes, valia a eleição direta.

6 -  O presidente Emílio Garrrastazu Medici, quando era chefe do SNI-Serviço Nacional de Informações, não usava a farda de general há um bom tempo. Um dia, usou-a, para participar de reunião do alo comando do Exército. Ao vê-lo daquele jeito, a turma do Gabinete Militar da Presidência da República brincou com ele, dizendo:
- Chefe! O senhor ficava melhor em verde-oliva.
- General quando veste a farda manda dizer que está de folga – respondeu.

7 – O embaixador do Brasil ns Filipinas, Octávio Maiolers, resolveu dar uma puxada de saco no presidente Costa e Silva e mandou-lhe, de presente, uma luxuosa caixa de charutos. O chefe agradeceu, mas mandou avisa-lo de que deixara de fumar há mais de três décadas.

Reprodução de ru.pngtree.com