Vasco

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segunda-feira, 31 de julho de 2023

ALBUM DA COLINA - PÁGINA 1949 - NESTOR

  Nesta foto colorizada - reproduzida de Netvasco - pelo arquivo de @HenriqueHuebner - Memória Vascaína -, o atcante Nestor Alves da Silva, que não aparece na foto, marca o gol da vitória do Vasco da Gama. por 1 x 0 Arsenal, da Inglaterra, em 25 de maio de 1949. Nestor fez parte do Expresso da Vitória, o quase imbatível Vasco da Gama, tendo sido garimpado no Canto do Rio, de Niterói.



domingo, 30 de julho de 2023

A GRAÇA DA COLINA - TELÊ VASCAINÍSSIMO

                           REPRODUÇÃO DE MANCHETE ESPORTIVA

O atacante Telê Santana, (E) do Fluminense, era tão vascaino que levava flâmulas cruzmaltinas para oferecer aos times contra os quais os tricolores jogavam. Brincadeira!  A flâmula foi presente das Tuna Luso, um clube fundado pela colônia portuguesa de Belém do Pará e que usa como símbolo a Cruz de Cristo igual à do Vasco da Gama. Mas Telê vestiu, também, a jaqueta cruzmaltina, em 1964. Ele já havia encerrado a carreira quando aceitou convite do seu amigo Zezé Moreira para voltar aos gramados. Passou só três meses em São Januário e, depois, encerrou a carreira, definitivamene, para ser treinador. Telê Santana da Silva nasceu na mineira Itabirito, em 26 de julho de 1931, e viveu até 21 de abril de 2006. Nesta foto ele aparece ao lado e um cartola paranense e dos ateltas Robson e Castilho.
                    Telê vascaíno reproduzido da Revista do Esporte

Leia mais sobre Telê Santana no Vasco da Gama na data 26 e julho de 2013, pela matéria ANIVERSARIANTE DE HOJE: TELÊ SANTANA. Boa leitura!!!

sábado, 29 de julho de 2023

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAMPEÃO-1974

                                   Placar Nº 229, de 9 de agosto der 1974 

1º de agosto de 1974 – Naquela data, em jogo noturno, no Maracanã, o Vasco da Gama tornava-se o primeiro time carioca a conquistar o Campeonato Brasileiro, vencendo o Cruzeiro-MG, por 2 x 1. Para a revista paulistana Placar, da Editoras Abril, o título começou a ser definido durante do jogo no Mineirão, em Belo Horizonte, quando o treinador cruzeirense, Ílton Chaves, e o cartola Carmine Furletti invadirdam o gramado para agredirem juiz e um bandeirinha, aos quais acusavam de não marcarem um suposto pênalti sobre Palhinha. O jogo ficou pelo 1 x 1, com a Turma da Colina empatando-o, no último minuto do comprmisso extra, após vitória sobre o Internacional-RS, para saber se decidiria o título com o mesmo Cruzeiro.

 A atitude de cartola e treinador cruzeirenses levou o Almirante a invocar o regulamento do Brasileirão, no tocante a invasão de campo, e levou o jogo decisivo para o Maracanã. Embora fosse considerado favorito, o quadro mineiro, muito nervoso, jamais mostrou-se o tal. De sua parte, os vascaínos tinham Zanatta cobrindo os seus zagueiros e imprimindo velocidade na soltura da bola, enquanto, pelas pontas, Jorginho Carvoeiro se superava e Luís Carlos Tatu Lemos ainda cavava ajuda a outros setores da equipe. Pra completar, Roberto Dinamite pesadelava a zaga alviceleste, que o prava com seguidas faltas.   

 Daquele jeito, o Almirante foi, com fúria, caçar a Raposa (apelido do Cruzeiro), bem distribuído no gramado e plantando a sua zaga com tão boa cobertura, por Alcir, Zanatta, Caravoeiro e Tatu, que os laterais, as vezes, até atacavam. No Cruzeiro, a defesa só tinha o lateral-direito Nelinho a contento. Seu meio-de-campo, preocupado em atacar, não cobria a defensiva e facilitava a vida vascaína, com seus zagueiros muito bem postados na marcação. Assim, o ataque da Raposa não criava chutes ao gol e a defesa se apurava por falta de cobertura. Resultado do primeiro tempo: Vasco da Gama 1 x 0.

Veio a etapa complementar, e o Cruzeiro empatou, da única forma que poderia: por chute de alguém que viesse de trás (Nelinho).Mas, como manteve-se como antes, o Vasco desempatou (por Jorginho Carvoeiro), tendo os dois times, ainda, um gol anulado, pelo árbitro Armando Marques, sem que  ninguém entendesse as duas anulatórias.   

Foi assim que Placar contou  Vasco 2 x 1 Cruzeiro que deu o caneco aos vascaínos, lembrando que o Almira empatara e vencera o “o melhor time gaúcho (Inter) e mineiro (Cruzeiro); vencera o melhor time paulista (Santos) e empatara com o melhor time baiano (Vitória)... E foi superior ao adversário na decisão”. De quebra, disse que o Vasco da Gama não tinha um tiinho, lembrando que o goleiro Andrada defendera a seleção argentina; o meia Peres passara pela seleção portuguesa, e Fidélis, Miguel, Zanatta e Luis Carlos Lemos já haviam sido convocados pela Seleção Brasileira, alé de Roberto Dinamit ter sido artilheiro daquele Brasileirão. 

Esta - Alfinete (E) e Roberto Dinamite - foi uma das 14 fotos de Placar para a edição, além de capa e poster central com o Dinamite.

Vasco da Gama 2 x 1 Cruzeiro, durante noite de uma quarta-feira, levou 112.993 pagantes ao estádio, gerando arrecadação de Cr$ 1 milhão, 413 mil, 281 cruzeiros e 50 centavos, pela moeda da época. A arbitragem teve Armando Marques-RJ, com os bandeirinhas José Favilli Neto e Oscar Scolfaro, ambos-SP. Ademir Silva, aos 14 minutos do primeirio tempo; Nelinho, aos 19, e Jorginho Carvoeiro, aos 33 do segundo, marcaram os gols. O Almira alinhou: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Zanatta e Ademir; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luis Carlos Lemos, treinados por Mário Travaglini. O Cruzeiro foi: Vitor; Nelinho, Perfumo, Darci Menezes e Vanderley; Wilson Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Roberto Batata, Palhinha (Joãozinho) e Eduardo Amorim (Baiano). Técnico: Ílton Chaves.




















sexta-feira, 28 de julho de 2023

TRAGÉDIAS DA COLINA - GÍLSON NUNES

   Vasco da Gama estava há caminho de 12 temporadas sem ser campeão carioca. Foi uma entressafra que quase abalou a sua torcida, afugentando muita gente dos jogos. Em 1970, o presidente  Agartyrno Gomes contratou Elba de Pádua Lima, o Tim, como treinador. Consagrado como um estrategista que mudava placares no vestiário durante o intervalo das partidas, o novo chefe do time pediu a contratação de Gílson Nunes, que era, também, um carregador de canecos, tendo sido campeão carioca-1964 e de 1969, e da Taça Guanabara do mesmo 69, pelo Fluminense.

De início, Gílson foi para São Januário, por empréstimo. Em campo, cumpria, rigorosamente, o plano tático que o Tim lhe entregava. Agadou tanto ao treinador que foi titular nos 18 jogos da campanha que levou a Turma da Colina ao título estadual tão perseguido. Dois 30 gols marcados em 13 vitórias, três empates e duas escorregadas, ele escreveu três, o terceiro durante a noite de 17 de setembro, no Maracanã, diante de 59.170 pgantes, em Vasco da Gama 2 x 1 Botafogo, resultado que antecipou o caneco a uma rodada do final do campeonato levantado por esdte time-bae: Andrada; Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Luís Carlos Lemos, Valfrido, Silva c Gílson Nunes.

                                 Reprodução da revista Grandes Clubes

Gílson Nunes queixou-se à imprensa e foi mandado embora 

 Como fora campeão, Gílson teve o seu passe comprado, por Cr$ 100 mil cruzeiros, uma boa grana para a época. Mas o que deveria ser uma outra grande temporada, em 1974, terminou não rolando. O Vasco trocou Tim por Mário Travaglini e este preferiu recuperar Luis Carlos Lemos, que andava com problemas psicológicos. O recuperou e Gílson foi para o banco dos reservas. 

Lá pelas tantas, Luís Carslos Lemos prcisou fazer uma cirurgia na gargante e ele achou que voltaria ao time. Enganou-se: falaram em contratar Paraná, do São Paulo e, mesmo não o contratando, ele nunca jogava, deixando de fatuar R$ 500 cruzeiros por partida que jogase toda desde o início. Se entrasse no ecorrer da pugna não levava nada, estava em seu contrato. Revoltado, Gílson Nunes denunciou a sacanagem à revista Placar, da Editora Abril. Resultado: foi mandado embora de São Janauário, com, passe livre, o que, na época, significava o final da carreira de quem o recebesse.   

Carioca, nascido em 12 de junho de 1946, Gílson Siqueira Nunes começou a carreira, em 1963, pelo Bonsuesso. Depois do Vasco, defendeu, ainda, o América-RJ, clube em que pendudrou as chuteiras, em 1978.              

REPRODUÇÃO DA REVISTA GRANDES CLUBES

quinta-feira, 27 de julho de 2023

REMA, VASCO, REMA - TERRA & MAR-1970

          Reprodução da revista Grandes Clubes - agradecimento

    O Vasco da Gama ganhou o Campeonato Carioca de Remo-1970, com cinco vitórias na regata decisiva, quando precisava só de duas. Venceu a single-skif, com Belga; a double, com Belga/Pezinho; a dois sem, com Bancov/Érico; a dois com e a quatro sem, com a rapaziada demonstrando superioridade absoluta. Com tais triunfos, o Almirante ficou campeão carioca de terra e mar da temporada-1970, tendo os ramadores quebado tabu, de oito temporadas sem canecos, e o futebol, de 12 sem nenhuma faixa de casmpeão estasdual. Detalhe: Belga era o apelido de Edgar Gijsen, por ter ter nascido em Antuérpia, na  Bélgica. Viveu de 29 de janeiro de 1940 a 31 de julho de 2008, por 68 temporadas. Pezinho, apelido de José Carlos Angeli. Só Mopi Bancov e Érico Vicente de Souza escaparam dos apelidos.