Vasco

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domingo, 5 de julho de 2020

HISTÓRIAS DO FUTEBOL BRASILIENSE. COVID MARCOU DECISÃO SEM POVÃO

 Durante o Campeonato Brasiliense-2021, ao mandar 5 x 0 Luziânia-GO, o Brasiliense chegou à maior sequência - 100%  - de aproveitamento, em uma mesma disputa, quebrando a marca anterior, do então Brasília Esporte Clube, de 12 partidas, em 1977, quando era tremendamente melhor e tinha muito mais investimentos do que os concorrentes.

Com a goleada, o Brasiliense garantiu presença nas finais do Candangão, pela quinta temporada consecutiva, com duas rodadas de antecedência, para enfrentar o Ceilândia, tentando encerrar a série de três vices seguidos - diante de Sobradinho, em 2018, e do Gama, em 2019 e 2020. Para o Jacaré,  carregar o caneco-2021 representaria o décimo em suas prateleiras, em 20 temporadas, o que significava ter papado a metade.

 O jogo decisivo foi no 15 de maio, apitado por Sávio Pereira Sampaio, com os portões do estádio Mané Garrincha fechados, por ser tempo de pandemia - do vírus Covid-19, que assombrava o planeta. Por sinal, primeira decisão de Campeonato Candango sem torcida presente, o que significa que os dois finalistas pagaram pra jogar – em 1977, o Brasilia decidiu, com a Desportiva Bandeirante, com os portões do Mané Garrincha aberto, mas pouquíssimos presentes na casa.

           Reprodução de www.brasiliensefc.com.br - agradecimento 

 O Brasiliense decidiu o caneco-2021 logo no primeiro tempo. Aos 21 minutos, o zagueiro Keynan (foto acima) complementou cobrança de escanteio e saiu pro abraço pela única maneira de alguém bater na rede do ‘Gato”, pois o time ceilandense  fechava-se  em uma tremenda retranca, jogando por uma bola no contra-ataque. Aos 25 de idade, Keynan, com 1m95cm de altura, estava no “Jaca” desde 2020 e aquele fora o seu primeiro tento, que ajudou seu time a reduzir, para três (13 x 10), a corrida canequeira contra o rival Gama.

Embalado pela conquista da  Copa Verde, em fevereiro, o Brasilense foi para o Candangão disposto a atropelar. Totalizou 46 pontos, contra 27 do “Gato” vice, marcando 42 gols e levando só sete, o que deu-lhe a defesa menos vazada daquele Candangão. Ainda teve o principal artilheiro, o centroavante Zé Love, ex-Santos, com 11 bolas na caçapa. Antes, o Jacaré havia sido campeão distrital-2004/05/06/07/08/09/11/13/17. Seu treinador, Vilson Tadei, ex atacante do Corinthians e do Vasco da Gama, bi pelo Gama-2019/20, tornou-se o primeiro comandante time tri no Candangão, peloss placares abaixo:


 Brasiliense – 4 x 0 e 2 x 1 Luziânia-GO; 4 x 2 e 4 x 0 Santa Maria; 2 x 1 e 3 x 0 Gama; 3 x 0 Real Brasília; 2 x 1 Taguatinga;  3 x 1 Unaí-MG; 2 x 0 e 1 x 0 Ceilândia Para ser o campeão-2021, o “Jaca” alinhou: Edmar Sucuri; Diogo, Badhuga, Keynan, Mário Henrique (Balotelli); Lídio (Aldo), Zotti e Luquinhas; Peninha (Maicon Assis/Carlos Eduardo); Didira (Gustavo Henrique) e Zé Love. O Ceilândia, treinado por Adelson de Almeida, teve: Diego; Fernandinho, Liel, Lucas Frank (Rodrigo) e Andrezinho; Mirandinha (Felipe Goiano), Werick e Geovane (Gabriel Pedra); Willian, Wisman (Igor Pato) e Matheus Silva.

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DETALHE: o Brasília-1977 havia feito esta campanha de então maior sequência de vitórias:  4 x 0 e 4 x 0 Desportiva Bandeirante; 3 x 2 e 3 x 1 Canarinho;  4 x 0, 3 x 0 e 3 x 1 Taguatinga; 2 x 0 e 3 x 0 Gama; 4 x 0 e 1 x 0 Grêmio Brasiliense, com Julinho Rodrigues sendo o principal artilheiro, com 14 tentos, de um total de 37 (só quatro sofridos).  

 


sábado, 4 de julho de 2020

6 - XARAZADA PAULOCESARIANA NA ISKINA

PC Puruca
Ele foi um dos grandes responsáveis pelo surgimento de um dos maiores craques do futebol carioca da década-1960 e, talvez, o único lateral-direito que jogou contra e a favor do Leão.
Explica-se: 1 - Paulo César Martins batia peladas pelas ruas de sua terra, junto com o grande amigo Edu Coimbra. Quando este fez testes e foi reprovado, pelo América, ele não o deixou desanimar e insistiu para o parceiro seguir tentando. E deu no que deu: o Eduzinho tornou-se o maior craque da história do Diabo Rubro e o seu maior artilheiro. Pelo final da década-1970, vestiu a camisa do Vasco da Gama; 2 – encerrada a carreira de atleta do futebol, Paulo César Martins foi aprovado em concurso da Receita Federal. Como havia jogado contra o goleiro Leão, do Palmeiras, passou a jogar a favor do Leão, da Receita. Tá valendo? 
Nascido, em Quintino-RJ, no 18 de janeiro de 1947, o PC das peladas de rua ganhou o apelido de Puruca. Profissionalizado pelo América-1966, ele foi para o Botafogo, em 1971, tendo feito apenas 13 jogos e marcado o único gol de sua carreira, naquela mesma temporada. Loiro e cabeludo, ganhou o pelido de Menina de Tranças, por conta de um sucesso musical do cantor Vando. Em 1972,2, chegou ao Vasco da Gama, ficando até 1976, contabilizando 66 partidas, encarando ponteiros terríveis (ainda os havia), razão de não ter tido tempo para chutar ao gol. As formações nas quais ele entrava, normalmente, tinha: Andrada, Puruca, Moisés, Miguel e Eberval; Alcir e Ademir; Jorginho Carvoeiro, Buglê, Silva e Tostão.
PC Promessa-1978
Ao deixar São Januário, o PC Puruca voltou ao Botafogo e jogou ao lado de um outro PC que, também, defendeu o Vasco, o Caju, isto é Paulo Cézar Lima (a imprensa trocava o z pelo c). Em 1977, encerrou a carreira, pelo Grêmio-RS, como campeão gaúcho.
Um outro PC que passou pela Colina foi apontado, pelo treinador Orlando Fantoni, em 1978, como “o futuro melhor lateral-esquerdo do pais”. Era ponta-esquerda, Fantoni o deslocou de posição, mas o carinha ficou pela ameaça e sumiu do mapa. Paulo César da Silva, carioca, nascido em 17 de junho de 1957, esteve vascaíno, de 1976 a 1980, e uma das formações em que ele entrou (em 1978, em seu auge) alinhou: Mazaroppi; Orlado Lelé, Abel Braga, Gaúcho e Paulo César; Helinho, Paulo Roberto e Guina; Wilsinho Roberto Dinamite e Paulinho Masariol (Ramon Pernambucano). Sua última notícia é a de que trabalhava com escolinha de garotos, no Espírito Santo.
PC Paulista
Mais  um Paulo César vascaíno sem deixar história assina por Paulo César Arruda Parente, nascido na paulista Osasco, em 26 de agosto de 1978. Lateral-direito, foi emprestado ao Vasco, em julho de 1999, pelo Fluminense, que o recebeu de volta, em dezembro da mesma temporada. Além dele, os PC tiveram um outro lateral xará na Colina, o Paulo César Pereira. Mas, como este era chamado por Paulinho Pereira, entrou na xarazada dos Paulinho, publicada no 27 de junho recente. Confira!
No ataque vascaíno, o Maranhão mandou para a Colina, via Madureira, o Paulo Cesar Costa Maciel, nascido, em São Luís, no 2 de junho de 1978. Atacante de bom porte-físico - 1m85cm de altura -, disputou 10 jogos e marcou só um gol vascaíno - em 2000.
PC Caju
O principal PC a vestir a camisa do Almirante foi o ponta-esquerda/meia-atacante Paulo Cezar Lima, carioca, nascido no 16 de junho de 1949. Mas demorou por pouco tempo em São Januário. Atuou em 16 partidas e não compareceu ao filó. Mas ajudou o Almira a ganhar o Troféu Colombino, em 1980, na Espanha, dirigido por Mário Jorge Lobo Zagallo que escalou, em 24 de agosto de 1980, na disputa final – 3 x 1 Huelva – esta formação: Mazaroppi; Paulinho Pereira, Orlando Lelé, Léo e João Luís; Carlos Alberto Pintinho, Guina e Paulo Cézar Lima; Katinha, Roberto Dinamite (Pertibaldo) e Wilsinho (Paulo Roberto).
O PC Caju foi um dos grandes astros do futebol brasileiro, entre o final da década-1960, toda a 1970 e até 1983. Integrou o grupo tricampeão mundial da Seleção Brasileira-1970, tendo totalizado 53 jogos e oito gols canarinhos. Além da Copa do Mundo do México-70, foi campeão, pelo escrete nacional, da Copa Roca (contra argentinos) e da Taça Independência (espécie de minicopa, em 1972, comemorando as 150 viradas de calendário da independência do Brasil).

  

O VENENO DO ESCORPIÃO - MAIS UM FIM DO MUNDO E O MUNDO NÃO ACABOUUU!

Neste momento em que você está me lendo, eu não deveria estar mais por aqui. Não sei que insistência é esta, a minha, de não deixar as profecias sumirem comigo. Não tem jeito! Até desconfio de que já entrei para alguma academia de letras, e não me avisaram, pois sigo sendo um incorrigível imortal. Pelo menos, da metade do Século 20 para cá, já sobrevivi a 101 fins do mundo.
Ainda não foi destas vez que conseguiram acabar com o
 mundo da reprodução de www.uux.cn
 Aliás, eu não sei o que é que o homem tem contra o mundo, pois, desde a era 66 Depois de Cristo, que falam no The End desse filme, que tem, sempre, reprises. O difícil é saber quem é o mais lunático na produção dessa película, que tem entre os atores os judeus essênios; os Papas Silvério II e Inocêncio III; o pintor italiano Sandro Boticelli; o fundador do protestantismo, Martinho Lutero; o fundor do Templo do Povo, o Jim Jones; o navegador Cristóvão Colombo e Nostradamus, que não poderia faltar nesse time de quem parece ter fumado um cigarrinho diferente.      
 Pois bem! Nesse recentíssimo 21 de  junho, sobrevivi a mais um fim do mundo. Aliás, esta coluna só não foi publicada na data porque não daria para esperar até as 23h59, pra saber se eu ainda estaria vivo.
 De acordo com algumas figurinhas carimbadas, há erros de leitura no calendário dos mexicanos Maia, e o fim do mundo, que esteve previsto para 21 de dezembro de 2012, passou para 11 dias atrás. Afirmação do cientista Paolo Tagaloguin, segundo o qual o calendário juliano nos remete, tecnicamente, para 2012.
Em matéria de previsões, era melhor
Botticelli seguir sendo pintor -
reprodução de pt.br.facebook.com 
 O número de dias perdidos, a cada 365 dias que vivemos, é devido a mudança para a contagem que usamos, a gregoriana, sustenta Tagaloguin, seria de 264 horas. Usando o calendário gregoriano por 268 anos (1752-2020) vezes 11 dias, teremos 2.948 dias. E isso vezes 365 dias anuais é igual a oito temporadas. E, para dar mais fervor ao que você acabou de ler, os divulgadores disso afirmam que o calendário gregoriano surgiu em 1582, e não em 1752.
 Beleza! Por conta de uma das previsões de fim de mundo, a de Nostradamus, de que nós seríamos substâncias da eternidade, em julho de 1999, eu e uma cambada de baianos da Bahia Oeste marcamos um festão, regado a uma boa pinga, pra escorrer, vagarosamente, pelo pescoço por dentro, à partir das 23h59 do dia 30 daquele mês.
 Quando o relógio marcou 00h01 e o mundo seguiu firme e forte, só quem reclamou foi o meu primo Norival, o dono do alambique e que doou um garrafão de pinga pra gente. Sentiu-se driblado por “uma turma de cachaceiros que não tem mais o que inventar”. Ora bolas! Nostradamus inventa, e a gente paga o pato?
 Mas o pior foi que o primo Nô caiu no conto da nossa segunda despedida do mundo. Exatamente, no 11 de setembro, menos de dois meses do seu prejuízo, quando a previsão de Philipe Berg, reitor do Kabbalah Centre Global, garantia que, naquela data, uma bola de fogo desceria à Terra e destruiria toda a humanidade, vegetação, formas de vida.
Nostradamus reproduzido de www.aventuranahistória.uol.com.br
Talvez, o primo Norival chorasse prejuízos, de sacanagem, pois levou uma tripleta nossa no 31 de dezembro de 1999. Daquela vez, quem previa o Juizo Final era Nazim Al-Haqqani, conhecido como Sheikh Nazim,  um muçulmano sufi cipriota turco e líder espiritual do Naqshbandi tariqa. Enfim, eu e a minha patota ficamos tri, de escapagem de fins do mundo.
Era nossa inTenção tentar o tetra neste 21 de junho de 2020, mas o Nôzim, como o chamávamos quando lhe dávamos prejuízos etílicos, não alambica mais. Já está com 88 de idade, só curtindo os bisnetos. Ao ser informado do que acabara de escapar - toda a tchurma testou negativo para o coronavírus -, ele indagou, com aquele seu indisfarçável sotaque da Bahia Oeste:
- Moço! Este tal de fim do mundo não tem fim mais, não?    

sexta-feira, 3 de julho de 2020

A GATA DAS GATAS DA ISKINA DA KOLINA

Em 2017, uma linda torcedora aparecia muito na telinha de suas TV, exibindo coração vascaíno nas arquibancadas de São Januário. Tinha "20tinho" de vida.
 Como a galera ficava querendo saber quem era a bela "gata da Colina", o blog "O Sentimento Não Pára" descobriu que chamava-se Raíssa Bergiante e vinha sendo estudante de administração.
Tempinho depois, ela falou ao site www.netvasco.com.br, revelando ser residente no subúrbio carioca de Bangu. Considerava-se pessoa teimosa e não temia declarar-se "grossa com quem merece que eu seja".  Mais: "Não faço nada para agradar, só o que acho que é certo".
 Raissa se dizia vascaína desde quando estava na barriga da mãe que, mesmo barriguda, não perdia jogos vascaínos. Tinha Roberto Dinamite por  maior ídolo cruzmaltino, era grata aos fotógrafos e cinegrafistas que propagavam a sua beleza, mas acreditava que a torcidas feminina do Vasco da Gama tivesse outras meninas mais belas do que ela – impossível!


In 2017, a beautiful fan appeared on the big screen of his TV, displaying a Basque heart in the bleachers of San Juan. He had "twenty-one" of life.
 As the crowd wanted to know who the beautiful "cat in the Hill" was, the blog "Feeling Do not Stop" discovered that her name was Raíssa Bergiante and she had been a management student.
Soon after, she spoke to www.netvasco.com.br, revealing herself to be a resident in the suburb of Rio de Janeiro, considered herself a stubborn person and was not afraid to declare herself "coarse with who deserves me to be." More: "I do not do anything to please, just what I think is right".
  Raissa had said vascaína since when she was in the belly of her mother, who, even in her belly, did not lose Basque games. Roberto Dinamite had a bigger crossmaltino idol, was grateful to the photographers and cameramen who spread his beauty, but he believed that Vasco da Gama's female fans had other girls more beautiful than her - impossible !
  FOTOS REPRODUZIDAS DO BLOG TORCIDA230

7 - XARAZADA MIGUELÉTICA NA ISKININHA

Foto comprada em banca de revista da Cinelândia, no Rio de Janeiro,
 com Miguel sendo o segundo, em pé, à esquerda de sua tela 
Miguel é um nome de pouca presença em São Januário. Só dois xarás mandaram ver na Turma da Colina, um goleiro potiguar  e um zagueiro carioca. Mas duas feras, feras que chegaram junto.
O homem que fica debaixo das traves chegou primeiro, em 1955, e ficou até 1962. Chama-se Miguel Ferreira de Lima e, a partir de 1963, fez carreira pelo exterior, jogando por times da Colômbia, da Alemanha e dos Estados Unidos, onde pendurou as chuteiras, em 1970. Mas, em 1967, pintou uma sessão nostalgia nele, que voltou e ficou uma temporada traindo os vascaínos e virando atleta do Botafogo.  
Nascido em Macaíba, no Rio Grande do Norte, em 29 de setembro de 1937, este camisa 1 da Colina foi o titular da decisão de uma das mais importantes conquistas da rapaziada, o SuperSuperCampeoantoCarioca-1958, diante de Flamengo e Botafogo, disputando dois torneios extras.
Na finalzaça,  o treinador Gradim (Francisco de Sousa Ferreira) mandou ao gramado do Maracanã, já no 17 de janeiro de 1959: Miguel, Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Almir, Roberto Pinto, Valdemar e Pinga. 
Até a quinta rodada do returno, Miguel era reserva do veterano Moacir Barbosa, disputando, com Hélio Godoy, lugar no banco de reservas. Quando entrou no time, segurou a chance de entrar para a história do Almirante.
Reprodução de www.netvsco.com.br - agradecimento
As últimas notícias sobre Miguel dizem que ele é empresário desportivo, nos Estados Unidos, pela a International Soccer Tours and Tournaments que, inclusive, traria  garotos norte-americanos, japoneses e chineses para estágios no Atlético-PR, em Curitiba podendo ser contatado por http://www.delimasoccer.net/ 
O zagueiro que vascainou chama-se Miguel Ferreira Pereira. É carioca, nascido em 20 de setembro de 1949, o que significas que já joga no time dos setentões.
 Coincidentemente, com o xará goleiro, este Miguel jogou, também, em time colombiano e dos Estados Unidos e só conquistou um título pela Turma da Colina, o Brasileirão-1974, dirigido por Mário Travaglini, que escalou este time na finalíssima: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Zanata e Ademir; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos. Diferente do xará potiguar, chegou à Seleção Brasileira.
Miguel zagueiro foi buscado no Olaria e defendeu a Turma da Colina, de 1969 a 1975. Dos 11 jogos que ele fez pelo time canarinho olímpico e mais 11 pela equipe principal, representou o Vasco da Gama em só um deles, em 30 de setembro de 1975, pela Copa América, contra o Peru – Raul; Nelinho, Miguel, Piazza e Getúlio; Vanderlei e Geraldo (Zé Carlos); Roberto Batata, Palhinha, Roberto Dinamite (Reinaldo Lima) e Romeu, foi a formação comandada apor Oswaldo Brandão.
Chuteiras penduradas, Miguel partiu para a vida de treinador, já tendo trabalhado para Bonsucesso e Bangu. 
OBS: o Almeida usado nesta foto estaria incorreto, mas no livro do centenário de jogos da Seleção Brasileira, pesquisado por Roberto Assaf e Antonio Carlos Napoleão, usa-se assim, ao contrário dos jornais cariocas que preferem o Pereira. Também, um amigo de Miguel falou ao Kike que ele é Pereira.