Vasco

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE DERRUBADAS DE FLA-FLU

 2 de fevereiro de 2012 - Vasco da Gama 2 x 1 Flmengo  - 
Diego Souza, o homem da virada
noite da quarta-feira de cinzas, com virada, de placar e gol levado com dois minutos de clássico. Além do vira-vira que o valeu ida à final da Taça Guanabara, o placar encerrou a conversa rubro-negra de que o Almirante não vencia o Urubu desde 22 de março de 2009. Foi tudo  pro espaço. 
Com aquela virada, a rapaziada atingia oito jogos invictos na Taça GB: 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 2 x 1 Fluminense; 3 x 0 Volta Redonda: 1 x 0 Boavista e 2 x 1 Flamengo. Aoplacar, compareceram Juninho Pernambucano e  Diego Souza. 
O time daquela virada quartafeirana estava comandado pelo treinador baiano Cristóvão Borges que mandou ao gramado: Fernando Prass; Fagner, Rodolfo (Renato Silva), Dedé e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Felipe) e Willian Barbio (Kim); Diego Souza e Alecsandro.
Foto reproduzida de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimento.

22 de fevereiro de 2015 - Vasco da Gama 1 x 0 Fluminense - Domingo de Taça Guanabara, no Maracanã, com 7.338 visitas pagantes. O zagueir LuanGaarcia, cobrando pênalti, tricolizou o rival, comandado pelo treinador Doriva (Dorival Guidoni Júnior) , que escalou: Martín Silva. Madson, Luan Garcia, Rodrigo e Christiano; Guiñazu,Serginho, Julio dos Santos e Marcinho (John Cley); Rafael Silva (Yago) e Gilberto(Thalles).     
 





                                                                   23 DE FEVEREIRO
23 de fevereiro de 1969 - Vasco da Gama 9 x 0 Combinado de Vassouras-RJ -  

23 de fevereiro de 1980 - Vasco da Gama 1 x 0 América-RJ - 

23 de fevereiro de 2011  - Vasco da Gama 6 x 1 Comercial de Campo Grande-MS -  estreia vascaína na Copa do Brasil, em São Januário. Fellipe Bastos, aos 2; Marcel, aos 16 (pênalti), e aos 24, e Jéferson, aos 45 minutos do primeiro tempo; Éder Luís, aos 15, e Rômulo, aos 21 minutos do segundo tempo, marcaram os gols. O time teve: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Rômulo (Eduardo Costa), Fellipe Bastos, Felipe (Bernardo) e Jéferson; Marcel e Éder Luís. Técnico: Ricardo Gomes.

23 de fevereiro de 1992 - Vasco da Gama 4 x 0 Atlético-MG - Campeonato Brasileiro, no Mineirão, em Belo Horizonte, na presença de 15.145 pagantes. A pugna teve os gols da rapaziada marcados por Bismarck,Bebeto e Edmundo (2). Nelsinho Rosa era o comandante da patota, que era: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William; Edmundo, Bebeto e Bismarck.

23 de fevereiro de 1986 - Vasco da Gama 3 x 0 Mesquita - Taça Guanabara, em um domingo, em São Januário. Roberto Dinamite, aos 17 e aos 34 minutos do primeiro tempo, e Gersinho, aos 37 do segundo, explodiram o visitante, a mando do "Delegado" Antônio Lopes, o treinador da rapaziada. Apitado por Aluísio Felisberto de Carvalho, o encontro foi prestigiado por 9.471 pagantes. O Vasco do dia foi: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Lira; Vitor, Mazinho e Gersinho: Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

23 de fevereiro de 2000 Vasco da Gama 2 x 1 São Paulo  - Torneio Rio-São Paulo e dia em que o zagueiro Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos. Romário, aos 8  minutos do primeiro tempo e aos 41 do segundo, em uma quarta-feira, em São Januário, feza festa perante 7.750 pagantes. O jogo valeu pelas semifinais da competição e, para atingir a marca, o capitão vascaíno havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O seu time do "Jogo1000" foi:  Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.


                                                             24 DE FEVEREIRO 
 Da primeira vez que visitou São Januário, o paraguaio Libertad mandou 3 x 1, sem a menor cerimônia. Mas o Vasco devolveu a insolência, em dobro. No 24 de fevereiro de 1946, em novo amistoso na Colina, o goleou, por impiedosos 6 x 1. 
O "sacode" aconteceu em um domingo,  com Isaías (4 gols) e Santo Cristo (2) fazendo a festa. O time era dirigido pelo uruguaio Ondino Vieira e jogou com: Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely, Alfredo II e Dino; Djalma, João Pinto (Lelé), Santoa Cristo, Isaías e Elgen (Friaça).

TRICOLADA -Os Fluminenses, também, sofreram com os vascaínos nos 24 de fevereiro. O original levou 4 x 2, em 1996, e o xará, de Nova Friburgo, apanhou mais feio, por 4 x 0.
Vasco 4 x 2 Fluminense, em 1996, foi em um sábado, pela sexta rodada da Taça Cidade Maravilhosa, competição em turno único, com jogo no Estádio Caio Martins, em Niteroi. Léo Feldman apitou, o povão gastante chegou a 2.406 e Alcir Portella era o comandante da "Turma da Colina", que apresentou-se com: Caetano; Pimentel, Zé Carlos, Tinho e Bill; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Luisinho (Nélson) e Válber; Serginho e Nílson (Bruno Carvalho.
Na marcha da contagem, Nilson abriu a porteira, aos dois minutos; Válber aumentou, aos 6; Pimentel triplicou, aos 16 minutos do primeiro tempo, e Zé Carlos fechou a conta, aos 22 da etapa final.

VASCO 4 x 0 FLUMINENSE/NF foi no 24 de fevereiro de 1979, também em um sábado, mas valendo pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. Rolo rolado na Colina.
O Vasco só encarou o Flu de Nova Friburgo por três ocasiões. Bateu nas três: 24.02. 1979 - 4 x 0;  01.04.1979 - 3 x 0; 11.07.1979 - 5 x 0. Portanto, um cartel 100%, com 12 bolas no bagaço e média de 4 tentos por jogo. Vale ressaltar que o segundo jogo foi, também, pelo Estadual Especial, e o terceiro pelo Estadual-RJ, já com as federações da antiga Guanabara e do Estado do Rio já fundidas em uma só .
TRICOLOR PAULISTA - Um outro time que apanhou da "Turma da Colina" nos 24 de fevereiro foi o São Paulo: 3 x 1, em uma quarta-feira, no Morumbi, a casa do adversário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Daquela vez, até Odvan, o "zagueiro-zagueiro" compareceu ao filó, aos 7 minutos do primeiro tempo – Vágner, aos 32, e Guilherme, aos 35 da etapa final, fizeram os outros gols.

Cláudio Vinicius Cerdeira apitou, Antônio Lopes era o treinador cruzmaltino e seu time foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Vágner), e Ramón; Donizete (Zezinho) e Luizão (Guilherme).

Bernardo mandou dois beijinhos pra galera, no estilo "ah,eu tô maluco!"
 Mais uma vez, o “Time da Virada” pintou no pedaço. O Vasco venceu o Duque de Caxias, hoje, por 2 x 1, na casa do adversário, totalizou 16 pontos e classificou-se,  em primeiro lugar, no Grupo A, para as semifinais da Taça Guanabara. No sábado, a partir das 18h30, no Engenhão, enfrentará o Fluminense, jogando pelo empate, para decidir o troféu com o vencedor de Flamengo x Botafogo.
Pedro Ken encarou legal a 'maricota', mas não a jogou na rede
O Duque abriu o placar, aos 18 minutos, por intermédio de Charles Chad, e este foi o único gol da etapa. No segundo tempo, o Vasco empatou, aos 28. Carlos Alberto passou por dois zagueiros e chutou ao gol. Dakson pegou o rebote do goleiro Fernando, tentou o chute, mas Bernardo estava no meio do caminho para desviou a trajetória da bola e: 1 x 1. A virada saiu aos 34. Carlos Alberto cabeceou forte, após cruzamento. A pelota  tocou na trave e sobrou para  Bernardo desempatar: 2 x 1.

O jogo foi no  estádio Moacyrzão, que fica no Rio de Janeiro, apitado por André Rodrigo Rocha,  com o Vasco formando com: Alessandro; Nei (Elsinho), Dedé, Renato Silva e Dieyson (Dakson); Abuda, Wendel, Pedro Ken (Fellipe Bastos) e Carlos Alberto; Bernardo e Eder Luis.Técnico: Gaúcho.

24.02.2013 - Vasco da Gama 2 x 1 Duque de Caxis 

 25 DE FEVEREIRO - Marca mais uma grande vitória vascaína rumo ao primeiro título de um clube brasileiro no exterior: 4 x 0 sobre o peruano Municipal, pelo Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Friaça (2), Ismael e Lelé marcaram os gols. Antes, o Vasco havia mandado 2 x 1 no boliviano El Litoral e 4 x 1 no uruguaio Nacional.
 Vasco 4 x 0 Municipal rolou em uma quarta-feira, assistido por 29.452 espectadores e com o técnico Flávio Costa mandando a campo: Barbosa (Barcheta), Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça, Maneca (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico.
Na mesma data há uma goleada, por 5 x 1, sobre o mexicano Necaxa. Foi em 1954, amistosamente, com Alvinho (2), Ademir Menezes, Sabará e Djair balançando as redes. O time mandou ver com: Ernâni, Mirim (Alfredo-II) e Bellini; Fernando Fantoni, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Alvinho (Vavá), Ademir Menezes e Djayr.
 Mas teve um time mais castigado nos 25 do "fevera": o América, de Três Rios-RJ, que levou uma balaiada por 6 x 0, em 1993.

SACODE -   Os 6 x 0 sobre o América de Três Rios foram testemunhado por 1.029 pagantes, numa quinta-feira, em São Januário, valendo pelo Campeonato da Série A do Rio de Janeiro e apitado por Aloísio Viug.
Valdir Bigode (2), Bismarck (2), Carlos Alberto Dias e Alexandre Torres mexeram no placar. Treinado por Joel Santana, o time mandou ver com: Carlos Germano; Cláudio Gomes (Tinho), Jorge Luiz, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila (Sidney), William e Carlos Alberto Dias; Bismarck e Valdir.
Outro que se dobrou à força vascaína nos 25 de fevereiro foi o Madureira, em 2004, por 2 x 1.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DO FUTEBOL CANDANGO. LANÇADOR DO CEUB VIRA MATADOR

 Aos 24 de idade, medindo 1m75cm de altura e pesando 69 quilos, o meia Péricles era de colocar atacante olhos-nos-olhos do goleiro. Não era muito de visitar o ninho da coruja. Um dos maiores craques revelados pelo futebol brasiliense, de repente, não foi que ele inventou de dar trabalho ao garoto do placar! Literalmente! Por aquele tempo, estádios em Brasília não tinhm perafernálias eletrônica. No máximo, escalavam e rolavam uma graninha na mão de um menino para  movimentar um placar de madeira.

  A temporada era a de 1978, aquela em que o escrete canarinho, do treinador Cláudio Coutinho, fora “campeão moral” no Mundial da Argenina. Depois da Copa, rolaram os campeonato estaduais brazucas e os artilheiros manjados de sempre – Jorge da Sorte (CRB-AL); Baltazar (Atlético-GO); Douglas (Bahia); Sima (River-PI); Bira (Remo-PA) e Cláudio Adão (Flamengo), entre outros – seguiram desempregando goleiros. Foi no meio deles que Péricles Carvalho, filho do primeiro treinador campeão candango, Waldir de Carvalho, pelo Defelê, sentou praça. Mas ele não fora “cria do pai”, surgindo craque pelo time do Piloto.

 O Piloto saiu de cena e Péricles, o apelidado Pezão, por ser o terror das chuteira, sapatos e chinelos, foi ser um dos astros do Ceub, que ficou famoso por contratar feras em final de carreira, como Fio Maravilha, Dario Paracatu, Paulo Lumumba, Oldair Barchi, Roberto Dias, Cláudio Garcia e outros tantos que passeavasm pela curva descendente do futebol. Foi o único candango, embora tivesse nascido no Triângulo Mineiro, a segurar posição nos times ceubenses. E, assim como o Piloto, um dia de 1976, o Ceub, também, foi embora da bola. Péricles, então, passou pelo Goiânia EC e o mato-grossense Mixto, até voltar ao futebol brasiliense, defendendo o Brasília Esporte Clube, o de melhor situaão financeira da terra, embora todos fossem “times”, nunca “clubes”.

                   REPRODUÇÃO DO ARQUIVO DE ADÍLSON PERES 

Paulo Victor, Pedro Pradera, Alencar, Emerson, Fernandinho, Joel, o massasgista Raspinha (em pé); Julinho, Péricles, Marco Antônio, Xisté e Gilbertinho (agachados) nos tempos do Ceub.  

 Era 10 de novembro daquele 1978 e o terceiro Campeonato Brasiliense de Futebol Profissional aproximava-se das hora de a onça beber água, gíria muito antiga, mas ainda valendo no balípodo brazuca. Na terceira rodada do segundo turno,

o Brasília, campeão em 1976 e em 1977, marchava para o tri. Mas a reta final não seria fácil, pois o Gama estava ali na esquina de olho, também, no caneco.

Rola a bola da rodadas citdada acima. Pelo meio do caminho de Brasília e Gama, havia o Taguatinga que poderia tirar pontos dos dois. Mas o Brasília mandou-lhe 2 x 1 e o Gama, dois dia depois, 3 x 1. Das duas pugnas, só se anotou gol do artilheiro gamense Niltinho. O Pezão, daquela vez, não pintou na caçapa, ficou devendo. Perdeu aquele round, mas ol Niltinho deu mole, marcando só uma vez. No que o filho do Seu Didi agradeceu, saindo da rodada ainda na frente do pelotão de fuzilamento, com um gol a mais (6 x 5). Menos de um mês depois, Péricles ficou “tricandango”, mas, nas rodadas finais do Candangão, precisou lançar mais e golear menos, fazendo do colegas Edmar Bernardes o artilheiro do campeonato, com nove gols. No entanto, em 1979, quando ele estava no Gama, além de ter sido campeão, daquela vez, não ninguém lhe tascar a premiadas chuteira de maior matador , com oito balas na agulha.                                                 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

ARSENALADAS NA ESQUINA DA COLINA

1 - Depois de vencer o inglês Arsenal, na noite de 25 de março de 1949, em São Januário, o Vasco da Gama voltou a se deparar com aquele clube por mais duas oportunidades, e voltou a vencê-lo: 1951, no Maracanã, por 4 x 0, com Tesourinha, Ademir Menezes, Friaça e Djayr comparecendo ao filó, e, em 1980, em Belgrado, na antiga Iugoslávia e atual Sérvia, mandando 2 x 1, com faturas por Paulo César Caju e Roberto Dinamite. 

2 - O América,  primeiro rival vascaíno, é um grande freguês da rapaziada da Colina. Em 258  compras”, ficou devendo em 148 (57,36%) vezes – há 54 (20.93%) empates, com os “cruzcristenses”, sapecando 481 tentos, à média de 1,86 por partida. O maior estrago cruzmaltino nos costados do “Diabo” chegou aos 9 x 0, em 12 de fevereiro de 2011. Na década-2000, há, ainda, 5 x 0, em 05.05.2001. Mais pra trás, registra-se o chocante 8 x 2, de 14.08.1949 e os tremendos 6 x 1, em 24.06.1945, só para citar três pegadas fortes nos chifres do “Diabo”.

3 - Em 1954, o Vasco da Gama fez uma excursão invicta ao Peru, onde tinha grande prestígiol. Estreou vencendo o time da cidade de Gueno,  em um sábado. Foi o terceiro amistoso de uma excursão a gramados peruanos, iniciada quatro dias antes, com 1 x 0, sobre o Combinado Sucre/Tabaco. O giro incluiu mais duas partidas, ambas empatadas, por 1 x 1, com o Alianza Lima (31.03) e com o Universitário, em 3 de abril daquele 1954.

4 - Em 1936, o time vascíno era treinado pelo inglês Harry Walfare e foi o campeão carioca temporada  da Federação Metropolitana de Desportos. Os clubes do Rio de Janeiro estavam divididos e rolavam dois campeonatos – o outro era o da Liga Carioca de Football. Por aquele 1936, o Vasco da Gama, dificilmente, mudava a sua escalação, que tinha por base: Rey, Poroto e Itália; Oscarino, Zarzur e Calocero; Orlando, Feitiço, Kuko, Nena e Luan. 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

FERAS DA COLINA - VANDERLEI

 Irmão de Valdo (maior artilheiro da história do Fluminense), o também atacante Vanderlei começou com um bom futuro, em São Januário. Tanto que, em 1960, foi convocado para a seleção canarinha que disputou os Jogos Olímpicos de Roma, na Itália.
 Na época, os convocados brasileiros tinham idade que poderiam, ainda, serem aproveitados pelos times juvenis dos seus clubes, embora muitos já fossem titulares absolutos em seus clubes, casos de Dary e Nonô, no Fluminense; Roberto Dias, no São Paulo; Gérson, no Flamengo, e China, no Botafogo.
Da parte de Vanderlei, ele era reserva do ponta-direita Sabará, titularíssimo, absolutíssimo de sua posição no time do “Almirante”. O máximo que conseguira fora disputar algumas partidas do time A cruzmaltino, afinal o glorioso Onophre de Sousa, como exigia ser escrito, era o único ponteiro respeitado por Nílton Santos, considerado o melhor lateral-esquerdo da história do futebol.
Vanderlei ganhou um certo prestígio ao disputar duas partidas do escrete canarinho olímpico – 26.08.1960 - Brasil 4 x 3 Inglaterra; 29.08.1960 – Brasil 5 x 0  Formosa e 01,09.1960 – Brasil 1 x 3 Itália –, tendo marcado um gol, aos 69 minutos da partidas contras os ingleses. Mas na volta dos campos italianos, ele  não conseguiu ser nem uma sombra para Sabará. O Vasco, então, o mandou para a Portuguesa Santista, em 1961.
 Encerrado o seu contrato no futebol paulista, Vanderlei disse não ter se adaptado ao novo clube e voltou ao Rio de Janeiro, pensando em encerrar a carreira. Por sorte, o irmão Valdo tinha muito prestígio no futebol espanhol e conseguiu encaminhá-lo ao Elche.
 DETALHE: Jornais e revistas escreviam Wanderley com “V”, da mesma forma que Valdo. Devido à “guerra de letrinhas”, muitos  o confundem com o Vanderlei  Machado da Silva, irmão de Walter Machado da Silva, o “Batuta”, campeã carioca-1970, pelo Vasco da Gama. Este era corintiano e Vanderley com “V” mesmo. Wanderley Machado da Silva nasceu em 3 de junho de 1930, em São Gonçalo-RJ, e foi vascaíno só entre 1960 e 1961. 





















sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

HISTORI & LENDAS DA COLINA - ROMACACA

1 - Quando Romário acordava com a macaca (gíria antiga), era o bicho (gíria moderna). |Por exemplo,  VASCO 6 x 0 AMERICANO - em um sabadaço doismiliano, em São Januário. Festa romariana. O Baixinho fez o espetáculo, aparecendo feríssimamente na rede (6, 43 (pen), 47 e 83 min ) – para delírio da maioria dos 6.791 pagantes - Edmundo (54) e Paulo Miranda (88), também, colocaram o time campista pra dançar naquela rodada do primeiro turno da Taça Guanabara-2000. Álvaro Quelhas apitou, o ex-zagueiro vascaíno Abel Braga comandava estagalera: Helton; Alex Oliveira (Pedrinho), Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Gilberto); Nasa, Amaral e Paulo Miranda;  Jorginho (Rogério), Edmundo e Romário.

2 - Em 1972, o governo do general-presidente Garrastazu Medici, o antepenúltimo do ciclo militar – iniciado em 1964 e que durou 21 anos, encerrado por Ernesto Geisel e João Figueiredo – mandou contar a população do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, éramos 96 milhões 817 mil, 770 habitantes destas “terras brasilis”. Em 1972, o Vasco tinha a segunda maior torcida do Rio de Janeiro e a terceira do Brasil, atrás só de Flamengo e Corinthians. Ultimamente, pelos poucos títulos conquistados, nacionalmente, foi ultrapassado pelo São Paulo. É o que diz uma pesquisa realizada pela “Pluria Cconsultoria”, conjuntamente com a “Stochos Sports & Entertainment”.

3 - Em 1972, o presidente Medici visitou os Estados Unidos. Em dezembro, general Alfredo Souto Malan, chefe do estado-maior do exército que garantia o poder dos militares no governo, discursou dizendo que a abertura política poderia marcar toda a perspectiva para o ano vindouro. Ele conclamou os civis a “voltarem a assumir responsabilidade e deveres na vida nacional”. Muito antes de o general-presidente Medici visitar os Estados Unidos, o time do Vasco já o havia visitado. Fora lá mandar duas goleadas: 09.06.1957 – 6 x 2 Hakoah e 27.05.1990– 5 x 0 Combinado Costas Oeste-EUA.

4 - Com o término da primeira metade do seu mandato rolando, o presidente Ernesto Geisel devolveu ao Rio de Janeiro, por uma semana, a sede da capital do país. Uma homenagem à cidade que ainda mantinha as presidências de importantes agências governamentais, como Petrobras, Eletrobras, Nuclebras, Furnas, Itaipu, Siderúrgica Nacional; Institutos Brasileiro do Café e do Alcool; Interbras, Cobec; BNDE, IBGE, BNH e a Escola Superior de Guerra, além de entidades privadas importantes, como Confederações da Indústria, do Comércio e da Agricultura; Sesi, Sesc, Senai e Senac (órgãos de classe) e Fundação Getúlio Vargas. Durante aquele período, o Vasco disputou dois jogos pelo Campeonato Carioca: 1 x 0 Goytacaz, com gol de Dé, e 4 x 0 Volta Redonda, com Jair Pereira, Dé, Luís Fumanchu e Luís Carlos Lemos balançando a rede.