This team toured Portugal, at a time when the "Admiral" put the "Express of Victory" on track. On the day the boys posed for this picture, 24 June 1947, rolled 2 x 0 on the scoreboard in the city of Porto, on the team's name from the earth, amiably, with goals scored by Maneca and Chico. Check out the authors of the deed, the left to right, standing: Ely do Amparo, Augusto da Costa, Rafagnelli, Danilo Alvim Barbosa and Jorge Sacramento. Crouched in the same order: Mario Americo (masseur), Orlandinho (mascot), Nestor, Maneca, Friaça, Lele and Chico Aramburo.
Vasco
quinta-feira, 8 de junho de 2017
ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1947
quarta-feira, 7 de junho de 2017
FERAS DA COLINA - DIMAS & DJAYR
Artilheiro do Campeonato Carioca-1947, com 18 gols,
Dimas foi um dos passageiros do "Expresso da Vitória", o time
vascaíno quase imbatível, que rolou pelos trilhos da bola entre 1945 a 1952, a
temporada do seu último título.
Ele aparece em nas escalações da "Turma da Colina", pela primeira vez, em 1946, quando o uruguaio Ondino Viera dirigiu a rapaziada, até junho, e passou o cargo a Ernesto Santos.
Por
aquela época, o grupo era formado por Barqueta (Barbosa),
Augusto (Rubens) e Rafanelli (Sampaio); Eli (Alfredo), Danilo (Dino) e Jorge;
Djalma (Santo Cristo), Lelé, Isaías (Dimas, Joao Pinto), Jair (Eugen) e Chico
(Mário, Friaca), e Dimas não era titular, posto que passou a conseguir com o
técnico Flávio Costa, em 1947, quando o time-base era: Barbosa, Augusto
e Rafagnelli (Wilson); Ely, Danilo e Jorge; Djalma (Nestor), Maneca, Dimas
(Friaça), Lelé (Ismael) e Chico.
Em 1948, ainda sob o comando de Flávio Costa, Dimas perde espaço, passando a dividir posição – Barbosa, Augusto e Wilson (Rafagnelli); Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca (Lelé), Friaça (Dimas/ Tuta), Ademir (Ismael) e Chico era o time. A partir de 1949, não aparece mais nas formações da Colina.
Dimas escreveu a história vascaína, além da artilharia do Estadual-1947, a presença em um time que não teve adversários, literalmente. Foi campeão carioca invicto, com sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Botafogo, vencendo 17 dos 20 compromissos. Dimas da Silva, o seu nome, jogou 18 dessas partidas, que representaram o segundo título vascaíno invicto na era do profissionalismo.
Djayr
ganhou a vaga a parir das oitava rodada do Estadual e tornou-se importantíssimo
dentro do esquema que levou o “Almirante” ao título estadual. As revistas e
jornais que cobriram a final do Cariocão-1950 diz que ele acabou com a defesa
do América, passando a ser caçado em campo e só não sendo agredido por causa do
xerifão Ely do Amparo, que saiu em sua defesa.
Ele aparece em nas escalações da "Turma da Colina", pela primeira vez, em 1946, quando o uruguaio Ondino Viera dirigiu a rapaziada, até junho, e passou o cargo a Ernesto Santos.
Em 1948, ainda sob o comando de Flávio Costa, Dimas perde espaço, passando a dividir posição – Barbosa, Augusto e Wilson (Rafagnelli); Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca (Lelé), Friaça (Dimas/ Tuta), Ademir (Ismael) e Chico era o time. A partir de 1949, não aparece mais nas formações da Colina.
Dimas escreveu a história vascaína, além da artilharia do Estadual-1947, a presença em um time que não teve adversários, literalmente. Foi campeão carioca invicto, com sete pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Botafogo, vencendo 17 dos 20 compromissos. Dimas da Silva, o seu nome, jogou 18 dessas partidas, que representaram o segundo título vascaíno invicto na era do profissionalismo.
DJAYR
- A "Turma da Colina" viu um moleque baixinho, muito danado,
aprontando pela ponta-esquerda do time juvenil do São Cristóvão. E o
carregou. Djayr Mazzoni era o garoto que aparece em muitos textos com a grafia
Dejair (errada).
Habilidoso
e driblador, o pequenininho atleta esteve por São Januário entre 1950 e 1956,
tendo sido lançado no time principal pelo treinador Flávio Costa, que barrou o
antes intocável Chico, que fora o titular na Seleção Brasileira vice-campeã da
Copa do Mundo-1950.
Djayr
ganhou a vaga a parir das oitava rodada do Estadual e tornou-se importantíssimo
dentro do esquema que levou o “Almirante” ao título estadual. As revistas e
jornais que cobriram a final do Cariocão-1950 diz que ele acabou com a defesa
do América, passando a ser caçado em campo e só não sendo agredido por causa do
xerifão Ely do Amparo, que saiu em sua defesa.
O último
título dele pelo Vasco foi o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer-1953, uma
grande disputa internacional. Em 19 de julho de 1956, marcou um gol em
Vasco 2 x 2 Real Madrid-ESP, pela Pequena Copa do Mundo, em Cacracas, na
Venezuela, abrindo o placar. O time do dia alinhou: Carlos Alberto, Dario,
Bellini, Coronel; Laerte e Orlando; Sabara, Livinho (Pinga), Vavá, Walter e
Djayr (Artoff) – os espanhóis contaram naquela partida com os astros Di
Stéfano, Rial e Gento.
Pouco
depois, aborrecido porque Djayr passara a frequentar muito as noitadas
cariocas, o Vasco preferiu rescindir o seu contato. Como se lê nas caspas das
duas revistas, imagens reproduzidas de "O Globo Sportivo".
terça-feira, 6 de junho de 2017
A GRAÇA DA COLINA - ESPORTE ILUSTRADO
Reproduzidas da revista carioca "Esporte Ilustrado" – Nº 862, de 14 de outubro de 1954 – estas ilustrações brincam com o que marcava o Vasco da Gama daquela temporada em que o "Expresso da Vitória" já havia saído dos trilhos, deixando a torcida há dois anos sem comemorar a conquista de um Campeonato Carioca. Vejamos as caçoadas:
1 - O zagueiro Bellini era chamado de "grosso", despachador de bolas. Então, a sacanagem o sugere chutando a grama, limpando a área.
2 - Ely do Amparo era um grande "xerifão" na zaga cruzmaltina. Atacante que quisesse encará-lo, seguramente, teria de fazer o testamento, antes de mais nada. Houve quem garantisse que o placar Brasil 1 x 2 Uruguai, da decisão da Copa do Mundo-1950, teria sido outro, com ele em campo.
3 - O zagueiro Mirim era outro que não brincava em serviço. Um autêntico o lobo mau.
4 - Grande sacanagem cm o ponta-esquerda Pinga, que não era dado a bebedeiras. A brincadeira só aproveitava do seu apelido. Meramente!
5 - Aqui, a intenção era dizer que o médico vascaíno não dava moleza a jogador manhoso.
6 - Ademir Menezes, marcando muitos gols e sendo o grande ídolo da torcida vascaína, era o homem que levava público (e garna, evidentemente) às bilheterias cruzmaltinas.
As brincadeiras foram criadas pela dupla José Luz (textos) e Alberto Lima (desenhos).
As brincadeiras foram criadas pela dupla José Luz (textos) e Alberto Lima (desenhos).
segunda-feira, 5 de junho de 2017
HISTORI&LENDAS DA COLINA - BONSUÇA-2
1 - Na década de
1970, Vasco e Bonsucesso se enfrentaram por 20 vezes. Confira datas e placares:
28.06.1970 – Vasco 2 x 1; 13.04.1971 - 1 x 1; 26.06.1971 – Vasco 1 x 0;
22.04.1972 – 1 x 0; 14.05.1972 – 1 x 1; 26.08.1972 – 0 x 1; 18.03.1973 –
0 x 0; 20.05.1973 – 0 x 0; 29.07.1973 – Vasco 2 x 0; 14.08.1974 – Vasco 1 x 0;
09.10. 1974 – 0 x 0; 07.12.1974 – Vasco 3 x 2; 05.03.1975 – 0 x 1; 21.05.1975 –
Vasco 1 x 0; 28.03.1976 - Vasco 2 x 0; 18.05.1977 – Vasco 2 x 1;
24.08.1977 – Vasco 3 x 0; 01.10.1978 – Vasco 2 x 0; 01.11.1978 – Vasco 4 x 1;
06.06.1979 – Vasco 3 x 1; 28.07.1979 – 1 x 1.
2 - Durante o
Campeonato Basileiro-1989, a imprensa carioca dizia que o Vasco tinha a
"dupla caipira" Tita e Tato. Este marcou um dos 27 gols da
rapaziada escalada pelo treinador Nelsinho Rosa, que armava o seu
time-base com: Acácio; Luís Carlos Winck, Marco Aurélio, Quiñones (Célio Saiva)
e Mazinho (Cássio); Zé' do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro (Andrade) e William
(Tato); Bebeto (Vivinho), Sorato (Tita) e Bismarck.
3 - Números da campanha e autores de gols que deram ao "Almirante" o título do futebol brasileiro-1989: 07.09.1989 - Vasco 1 x 0 Cruzeiro. Gol de Vivinho; 10.09 - 1 x 1 Coritiba (Vivinho); 17,09 - 2 x 1 Santos (Bebeto e Marco Antônio "Boiadeiro"); 24.09 - 2 x 2 Bahia ( Bismarck (2); 01.10 0 x 0 Fluminense; 04.10 4 x 1 Goiás (Mazinho, Bebeto, Célio Silva e Bismarck); 08.10- 3 x 1 Grêmio-RS (Bismarck (2) e William): 18.10 - 0 x 1 Palmeiras; 21.10 - 0 x 0 Portuguesa-SP; 25.10 - 1 x 0 Sport (Tato); 29.10 - 0 x 0 São Paulo; 05.11 - 0 x 2 Flamengo; 11.11 - 2 x 2 Inter de Limeira-SP (Tita e Bismarck); 19.11 - 4 x 2 Náutico-PE (Cássio, Bebeto (2) e Bismarck); 26.11 - 1 x 1 Atlético-MG (Bismarck); 29.11 - 2 x 2 Botafogo (Tita e Sorato); 03.12- 1 x 0 Corinthians (Sorato); 10.12 - 2 x 0 Internacional-RS (Bebeto (2); 16.12 - 1 x 0 São Paul (Sorato).
3 - Números da campanha e autores de gols que deram ao "Almirante" o título do futebol brasileiro-1989: 07.09.1989 - Vasco 1 x 0 Cruzeiro. Gol de Vivinho; 10.09 - 1 x 1 Coritiba (Vivinho); 17,09 - 2 x 1 Santos (Bebeto e Marco Antônio "Boiadeiro"); 24.09 - 2 x 2 Bahia ( Bismarck (2); 01.10 0 x 0 Fluminense; 04.10 4 x 1 Goiás (Mazinho, Bebeto, Célio Silva e Bismarck); 08.10- 3 x 1 Grêmio-RS (Bismarck (2) e William): 18.10 - 0 x 1 Palmeiras; 21.10 - 0 x 0 Portuguesa-SP; 25.10 - 1 x 0 Sport (Tato); 29.10 - 0 x 0 São Paulo; 05.11 - 0 x 2 Flamengo; 11.11 - 2 x 2 Inter de Limeira-SP (Tita e Bismarck); 19.11 - 4 x 2 Náutico-PE (Cássio, Bebeto (2) e Bismarck); 26.11 - 1 x 1 Atlético-MG (Bismarck); 29.11 - 2 x 2 Botafogo (Tita e Sorato); 03.12- 1 x 0 Corinthians (Sorato); 10.12 - 2 x 0 Internacional-RS (Bebeto (2); 16.12 - 1 x 0 São Paul (Sorato).
4 - Edmundo bateu o
recorde de gols do Campeonato Brasileiro-1997, com 29 tentos, deixando para
trás Reinaldo, do Atlético-MG, que havia marcado 28, em 1975. Eis as bolas nas
redes mandadas pelo "Animal": 16.07.1997 – (1) – Vasco 2 x 1
Corinthians; 03.08 – (1) Vasco 3 x 1 Fluminense; 17.08 - (1) - Vasco 3 x 0
Bragantino-SP; 30.08 – (2) – Vasco 3 x 2 Sport-PE; 11.09 – (6) – Vasco 6 x 0
União São João-SP; 14.09 – (1) – Vasco 2 x 4 Vitória-BA; 20.09 (2) – Vasco 4 x
1 Paraná; 28.09 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 01.10 – (1) –Vasco
2 x 1 Palmeiras; 05.10 – (1) – vasco 2 x 1 Atlético-PR; 11.10 - (3) –Vasco 3 x
1 Coritiba; 26.10 – (2) – Vasco 4 x 3 Criciúma-SC; 02.11 - (2) –Vasco 3 x 1
Bahia. 14.11 – (1) – Vasco 3 x 0 Joinville-SC; 26.11 – (1) – Vasco 2 x 1
Portuguesa de Desportos; 03.12 (3) - Vasco 4 x 1 Flamengo.
5 - O grande estrago feito pelo
“Animal” diante do União São João mantém o recorde vascaíno de maior bagunça no
filó em uma só jogo do Brasileirão. Antes, Roberto Dinamite havia feito cinco,
em Vasco 5 x 2 Corinthians, em 4 de maio de 1980; Arthurzinho, quatro, em Vasco
9 x 0 Tuna Luso-PA, em 1984, e Romário, também, quatro, em 2001, contra o
Guarani de Campinas. Vale citar, também, que o Vasco já dominou a artilharia do
Brasileirão em oito oportunidades: 1974
- Roberto Dinamite, com 16 gols; 1978, Paulinho, 19; 1984 - Roberto Dinamite,
16; 1992, Bebeto, 18; 1997, Edmundo, 29; 2000, Romário, 20; 2001, Romário 21;
2005, Romário, 25. Detalhe: em 1984, o Vasco tornou-se o único disputante a ter
o principal artilheiro e o vice, respectivamente, Roberto Dinamite, com 16
gols, e Arturzinho, com 14.
6 - Pinga é o quarto
artilheiro da história do Vasco. Paulistano, José Lázaro Robles viveu entre 11
de fevereiro de1924 a 8 de maio de 1996. Em algumas estatísticas ele
aparece com 250, e em outras com 232 gols, em 466 jogos. Como não havia
preocupação com tais dados, antigamente, fica aí uma diferença de 18 gols para
pesquisas. Pinga foi cruzmaltino de 1953 a 1962.
domingo, 4 de junho de 2017
DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AÍDA CURI, A MARTIR DE COPACABANA
Aída
passara 12 anos no Educandário Gonçalves de Araújo, preparando-se para ser
freira. Desistiu, trocando seu planejamento de futuro por um cargo no serviço
público, mais precisamente no antigo IPASE – Instituto de Pensões e
Aposentadorias, órgão criado, em 1938 e que,
em 1966, foi unificado ao INPS –Instituto Nacional de Previdência
Social.
Mesmo
fora do convento, Aída seguiu sendo uma jovem muito católica e recatada. Quando
estava em casa, gostava de tocar piano e ver balé, pela TV. Nos estudos, tirava,
quase sempre, a nota máxima. Queria ser fluente no idioma inglês. Mas não teve
tempo para isso. Sete meses após viver novos rumos, na única vez em que mudou a
sua rotina, o destino a devorou.
Aída
– durante o dia, trabalhava no comércio do irmão Nélson; à noite, frequentava o cursinho preparativo
ao concurso público – não chegou a virar o calendário do dia 14 de julho de
1958. Ela procurava óculos para comprar e melhorar a sua miopia, quando cruzou
com Cássio Murilo, que a convidou a subir e ouvir discos, no que contou
com a ajuda do porteiro Antônio João, que passou-lhe a chave do 13º andar do
Edifício Rio Nobre, da carioca Avenida Atlântica, em Copacabana.
A
pretensa audição musical terminou em uma tentativa de estupro, tendo Cácio por
parceiro o amigo Ronaldo Souza Castro. Aída preferiu o pior a entregar-se.
Atirou-se de cima do prédio, tornando-se vítima fatal da juventude transviada
da moda de então. E foi passou a fazer parte da galeria de mártires que incluía
a menina italiana Maria Goretti –
santificada pela Igreja Católica –, da qual mantinha uma gravura em seu quarto
de dormir, à mesinha da cabeceira de sua cama.
Ronaldo foi condenado a 37 anos de reclusão,
cumpriu cinco e obteve liberdade condicional; Cássio Murilo, por ser menos de
idade, foi internado no SAM-Serviço de Assistência ao Menor; Antônio João pegou
30 anos de prisão, no primeiro julgamento, mas foi inocentado no segundo.
A
BARBARIDADE – Exames das roupas que Aída usava, feitos pelo laboratório do
Instituto de Criminalística do Departamento Federal de Segurança Pública, de
tão despedaçadas que ficaram, davam a impressão de a moça ter sido atacada por
um bando de leopardos.
Como
sofreu a “inditosa” – termo da época, para mulheres violentadas. O legista Mário Martins Rodrigues encontrou, em seu
rosto, esquimoses circulares, de 14 milímetros de diâmetro, coincidindo com um
estrago que poderia ser feito pelo anel (contendo a efígie de São Jorge) do
porteiro Antônio João.
Após ter o sutian arrancado e rasgado em duas
partes, Aída recebeu unhadas profundas no seio direito, fazendo o sangue
manchar a sua blusa, de algodão, com listras vermelhas e brancas. A saia, de
algodão branco e listrada de verde foi rasgada, de alto a baixo, do lado
esquerdo, e apresentou, ainda, um rasgão maior na frente. Havia mais um grande
rasgo na parte dianteira, na altura das pernas. A anágua, de cetim branco,
também teve o lado esquerdo totalmente descosturado, e o botão do cós
arrancado, violentamente.
Aída lutou o quanto pode. Seu lenço branco e
bordado, com o qual limpou a boca
manchada de sangue, e a esquimose em seu lábio superior, produzida por
esbofeteamento, eram provas.
Dentro
da bolsa de Aída, estavam os óculos lhe tomados por Ronaldo, que lhe dissera só
devolvê-los se ela subisse ao prédio com ele e Cássio. Ficaram esmigalhados pela
queda de tão alto, deixando centenas de pedacinhos dentro da bolsa. Ao se
atirar lá de cima, Aída raspou, fortemente, o seu pé esquerdo na superfície
áspera do prédio, deixando uma mancha escura entre o parapeito e o 12º andar,
com 98cm de comprimento e 5 a 8cm de largura.
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