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| Valter Marciano pedalou legal |
Vasco
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
BICICLETA MONTADA EM OUTRO PLANETA
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
HISTORILENDAS DA COLINA - PRIMÚLTIMO
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| Reprodução de álbum de figurinhas |
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
TRAGÉDIAS DA COLINA - HERMANO DOVAL
Em um dos seus programas humorísticos na TV, Jô Soares teve um personagem, o argentino Gardelon, que estava, sempre, fazendo sacanagens com os amigos. Quando encerrava o quadro, o comediante fazia considerações sobre o comportasmento do hermano, exclamando: “Mui amigo, non! Era o que poderia ser atribuído, no sentido mais sacânico possível da palavra, ao atacante argentino Narciso Horácio Doval, que defendeu Flamengo e Fluminense. Vejamos:
1 - Quando era atleta rubro-negro, Doval colaborou com o Vasco da Gama
vestindo a jaqueta da Turma da Colina,
em partida beneficente em prol do também atacante (cruzmaltino) Jorginho Carvoeiro. Foi no 20 de dezsembro de
1975, quando a Fundação de Garantia ao Atleta Profissional-FUGAP formou uma
equipe que enfrentou o Almira, no (velho demolido) Estádio Mané Garrincha,
em Brasília. O hermano formou neste time vascaíno: Andrada (Mazaropi); Paulo Céasr Puruca (Fidélis), Moisés (Joel Santana),
Miguel e Alfinete; Alcir (Ademir Silva) e Zanatta; Jaburu (Jair Pereira),
Roberto Dinamite (Doval/foto), Dé Aranha e Luís Carlos Lemos (Galdino),
comandados por Mário Travaglini. A FUGAP, tendo Rubens Minelli por técnico, foi
representada por: Waldir Peres (Leão); Orlando Lelé, Alex (Ame-RJ), Wilson
Piazza (Edinho) e Marco Antônio Feliciano (Rodrigues Neto); Geraldo (Zé Mário),
Zé Carlos (Cruz) (Dudu) e Paulo César Caju (Paulo Isidoro); Gil, Palhilnha
(Flecha) e Marinho Chagas, que marcou um dos gols mais bonitos naquele estádio
de antes da demolição. Aos 27 do segundo tempo, driblou Fidélis e, sem ângulo,
encobriu Mazaropi – Palhinha marcou o outro, enquanto Galdino descontou para os
vascaínos, que foram batidos, por 1 x 2, em jogo apitado pelos paulistas Oscar
Scolfaro (primeiro tempo), e Emidio Marques de Mesquita (segundo). A renda,
vaiada, pois o estádio estava lotado, foi
dada por superior a Cr$ 350 mil cruzeiros.
REPRODUÇÃO DO JORNAL DE BRASILIA - AGRADECIMENTO
2 – Vasco da Gama e Fluminense decidiam o Campeonato Carioca, em 3 de outubro de 1976, com o Maracanã recebendo 127 mil e 52 pagantes. Durante os 90 minutos, a partida ficu no 0 x 0. Na prorrogação, a um minuto do final, Doval marcou o gol que derrubou os vascaínos. Mui amigo, non! Assim formou o Vasco escorregão: Mazaropi; Toninho, Abel, Renê e Luís Augusto; Zé Mário, Gaúcho e Luis Carlos Lemos; Dé Aranha (Luís Fumanchu), Roberto Dinamite e Galdino, comandados por Paulo Emílio. O Fluminense teve: Renato; Rubens Galaxie, Carlos Alberto Torres, Miguel e Rodrigues Neto; Pintinho, Paulo César Caju e Rivellino; Gil, Doval e Dirceu Guimarães. Detalhe: Miguel e Dirceu haviam sido vascaínos, enquanto Pintinho e Paulo César seriam, no futuro.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
ÁLBUM DA COLINA - ZAGALLO
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| O Lobo, Zgallo mandou morder |
O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram. O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram.
O Vasco prestou homenagem ao seu maior rival, o Flamengo, inserindo no peito das camisas a sua bandeira entrelaçada com a rubro-negra, solidarizando-se com o clube da Gávea pela tragédia que matou 10 garotos da base, na semana passada.
Léo Mineiro,Thiago Pikachu e Marrony marcaram os gols da "Turma da Colina", que fez uma boa partida, sem nunca ser ameaçado pelo adversário. Também ontem, o Vasco ficou conhecendo o seu adversário na segunda fase da Copa do Brasil, o capixaba Serra, que venceu o paraense Remo, por 1 x 0.
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| Rafael Ribeiro, de www,vasco.com.br, flagrou a alegria de Léo Mneiro, Max López e Marrony, de costas |
domingo, 12 de fevereiro de 2012
TRAGÉDIAS DA COLINA - CADÊ O POVÃO?
VASCO 2 x 1 SAMPAIO CORRÊA-MA foi em ocasião que a galera achou muito mais interessante molhar o pescoço por dentro, pelos botecos da noite carioca de uma sexta-feira, pegando deliciosas loiras geladísimas em seus copos. Só 110 pagantes (abstêmios, no mínimo) compareceram à Colina, deixando no cofre da casa antigos Cr$ 5 mil, 620 cruzeiros, que não pagavam o preço da bola do jogo da Copa do Brasil-1993. Vitor , aos 33, e Leonardo, aos 36 minutos, fizeram o serviço para o técnico Joel Santana, que mandou jogar para as arquibancadas (quase) vazias: Márcio; Pimentel, Alê, Alex e Ronald; Luizinho (Bismarck) (Sidnei), Geovani, Bruno Lima e França; Leonardo e Vítor.
VASCO 7 x 1 CABOFRIENSE, pelo Estadual-1990, sobrou bola na rede, mas faltou mãos para os aplausos - só 237 “loucos pelo Vasco” pintaram em São Januário, em uma sexta-feira. O baiano José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, apimentou quatro pipocadas na chapa da Cabo - Bismarck, deixou mais dois e Sorato fechou a conta para esta rapaziada comandada pelo treinador Alcir Portela, que mandou a campo: Acácio; Luíz Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Mazinho; Zé do Carmo, Andrade, William e Bismarck (Tato); Bebeto e Sorato (Tita).
VASCO 1 X 0 FLAMENGO, também, valendo pela Taça Guanabara, foi a pior burilisse dos cartolas, para um encontro entre clubes de grandes torcidas. Esquisitamente, marcado para a tarde da segunda-feira 25 de março de 2002, no pequeno estádio da Rua Bariri. Estava-se na 11ª rodada da primeira fase da competição que marcava o primeiro turno do Estadual. Aquele poderia ser chamado Clássico dos Tostões, pois a apareceram apenas 350 pagantes, levando na carteira insignificantes R$ 1.750,00 que, evidentemente, não pagou as despesas de um clássico tão famoso. O chefe Evaristo de Macedo mandou esta moçada pra campo: Márcio; André Ladaga, André Leone, Leonardo e Valença; Jaílson (Fabão), Rodrigo Souto, André Silva e Haroldo; Michel (Geovani), Léo Macaé (Anderson) e Cadu.
VASCO 2 X 1 OLARIA, em noite de quarta-feira, na Rua Bariri, valeu pela Taça Rio-2005 e teve publiquinho de 503 pagantes. A renda, de R$ 4.825,00 - não pagou as despesas da peleja que teve gols vascainos por Claudemir (11 min) e Romário (67). O treinador Joel Santana usou: Fabiano Borges; Claudemir, Fabiano, Adriano e Ricardinho (Diego); Coutinho, Allan Delon (Dominguez) e Rafael Nascimento; Marco Brito (Róbson Luis), Alex Dias e Romário.
VASCO 4 x 1 FLUMINENSE - decisão de título como apenas 6.231 pagantes? Difícil de acreditar, ainda mais no Rio de Janeiro. Mas aconteceu e quando rolou o oitahaviam sido em 1965/1976/1977/1986/1987/1990/
VASCO 4 X 1 FLUMINENSE - coisa antiga, dos tempos do Expresso da Vitória - saia da frente! E, se o Almirante usa a Cruz da Ordem de Cristo, logo, é um time cruzcristense, ou cruzcristiano. Do que se aproveitou o atacante Santo Cristo para levar a sua religiosidade ao pé da letra (52 e 56 min) e mandar o goleiro tricolor ajoelhar e rezar. Antes, Dino (24); depois, Isaías ( 85), também, mexeram na conta entregue na secretaria do Torneio Relâmpago-1945. Apitado por José Silva, a tricolaiada foi no estádio da Rua General Severiano, em um domingo, assistida por apenas 8.438 pagantes. O maquinista Ondino Viera colocou nos trilhos: Barcheta, Augusto e Ruben; Alfredo II, Dino e Vitorino; Santo Cristo, Moacyr, isaías, Eugen e Friaça.
VA\SCO 3 X 1 FLAMENGO - em 20 de novembro de 1982, pelo Estadual-RJ, foi um dos "Clássicos dos Milhões" mais decepcionantes para os bilheteiros do Maracanã. Apenas 12.877 pagantes – renda, de Cr$ 5 milhões, 783 mil e 900 cruzeiros – lhe vsitaram. Quanto ao jogo, todos os gols vascaínos saíram no segundo tempo: Ernâni, aos 53; Paulo César, aos 79, e Serginho, aos 81 minutos. Antônio Lopes era o técnico que escalou: Acácio; Galvão, Ivã I, Celso e Gilberto: Serginho, Ivã II e Marquinho; João Carlos (Luisinho), Palhinha (Paulo César) e Jérson.




