Vasco

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 12, 13, 14 e 15 DE FEVEREIRO

12.02 - É o time da virada, mesmo!  2 x 1 sobre o Fluminense, mantendo os 100% de aproveitamento na Taça Guanabara. Com o resultado, o Vasco foi para as semifinais da disputa.

O Vasco foi a campo no esquema tático 4-4-2, com Bernardo e Chaparro substituindo Eduardo Costa e Juninho Pernambucano, este poupado, em respeito aos seus 36 anos de idade. Aos 6 minutos, os tricolores abriram o placar, por intermédio de Thiago Neves. Mas a "Turma da Colina" não aceitou. Investiu nas jogadas pela, com Thiago Feltri, mas não conseguiu mexer na conta na etapa inicial.  

No segundo tempo, o treinador Cristóvão Borges trocou o apoiador argentino Chaparro pelo atacante Willian Barbio, tornando o time mais ofensivo, com só um volante, que era, Nilton. A mexida levou Diego Souza para o meio-de-campo, deixando Felipe e Bernardo mais recuados. Com Barbio, o time ganhou mais movimentação. 
E avisou que iria empoatr. Aos   minutos, Nilton cobrou falta. Fagner recebeu a bola e cruzou, na medida, para Alecsandro se antecipar à zaga e escrever 1 x 1 no marcador – o quinto dele naquela Taça GB. O gol vira-vira saiu aos 33 minutos. Bernardo bateu escanteio, da direita,e Alecsandro cabeceou com endereço certo: 2 x 1. Abatido e nervoso, o adversário teve Edinho e Fred expulsos de campo.
 O jogo foi no Engenhão, iniciado às 19h30, com apito de Antonio Frederico de Carvalho Schneider. O Vasco venceu por causa de: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Thiago Feltri; Nilton, Chaparro (Willian Barbio, intervalo), Bernardo e Felipe; Diego Souza (Eduardo Costa, 36'/2ºT) e Alecsandro.

INFERNIZADO - Por esta, nem o inferno esperava. Em 12 de fevereiro de 2011, o Vasco mandou uma brasa pra cima do "Diabo": 9 x 0, pela sétima rodada da Taça Guanabara. Embora o verão carioca queimasse tanto, a bola rolou com temperatura mais branda, a partir das 19h, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
Quatro minutos depois de Wágner dos Santos Rosa apitar o início da queimação, Fagner acendeu o pavio: 1 x 0. O América ficou tonto naquele primeiro tempo de fogo ardendo: Felipe, aos 18; Ramon, aos 23; Marcel, aos 25, e Enrico, aos 37, aqueceram mais a temperatura da pugna.
O Lobo, Zgallo mandou morder
Na etapa final, Caíque, aos 5; Ramon, aos 18; Jéferson, aos 24, e Enrico, aos 45, deixaram o pobre "Diabo" sem chifre e sem rabo. Ricardo Gomes foi o chefe que autorizou o fogareu e os incendiários foram: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Jéferson e Felipe (Enrico); Éder Luís (Caíque) e Marcel (Patric).

TUBARÃO NO ARPÃO - O paranaense Londrina, apelidado por "Tubarão", perdeu os dentes quando viu o "Bacalhau" pela frente, no dia 12 de fevereiro de 1981. Também, pudera! Três "dinamites" explodidas por Roberto – aos 18 e aos 22 minutos do primeiro tempo, e aos 40 do segundo – assustam qualquer marisco. Ainda mais quando Dudu 'Coelhão" devora uma cenoura – aos 13 minutos. E piora quando César cobra o que é de César – aos 3 da etapa final. E fica pior ainda quando o paraense Rosemiro resolve descer no mapa para o fundo do mar, para ser mais um caçador de "Tubarão" – aos 23 da mesma etapa final. O bicho pegou feio! O Lobo Zagallo era o técnico vascaíno.
Naquele dia, pelas catracas do Maracanã, passaram 11.193 consumidores que escutaram o apito de Nei Andrade Nunesmaia (BA). O arrepiante time cruzmaltino massacrou com: Mazaropi; Rosemiro, Ivan, Orlando e Sérgio Pinto; Dudu, Zandonaide (Guina) e Marquinho; Wilsinho, Roberto Dinamite e César.
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13.02 - Em 13 de fevereiro de 1988, o município de Petrópolis-RJ, ficou debaixo de uma torneira furada do Céu. Situação de calamidade pública. São Pedro só não foi demitido por que, malandro, armou um amistoso lá em cima da serra, pra morder uma graninha em benefício dos flagelados. Reconhecendo o esforço do seu assessor, para reparar a bola foras, o Jota Cristo botou aquela na conta dele e o perdoou pelo descalabro administrativo. Só quem deu perdão (aos caras da terra) foi um baixinho invocado, um tal de Romário. 
Na época rolava um tremendo sabadão de Carnaval. Doutor em bola e em folia, Romário de Souza Faria botou o bloco na rua, isto é, nas redes dos munícipes, pipocando as malhas por três sambinhas mal dançados pela defesa petropolitana. Pois é! Se o anfitrião era ruim de samba e pelota no pé, o problema era dele e do empresário da pesca São Pedro (nos tempos bíblicos).
O certo foi que até o futuro presidente da Câmara Legislativa da capital do Espírito Santo, o capixaba Geovane, que  nem era muito de fazer crueldades com os goleiros, administrou, muito bem, a contagem. Aproveitou a animação da charanga cruzmaltina e tocou mais três marchinhas no barbante. Pra manter a banda no tom, Lira não desafinou. Também foi visitar o filó. E animou Fernando, Willian, Vivinho e Bismarck a entrarem no seu compasso. Temporal de gols. E, assim, conta-se a história de como a "Turma da Colina" evitou que o glorioso São Pedro, porteiro (sem concurso público, do Céu) perdesse o emprego lhe arrumado pelo chapinha Jota Cristo.
Acácio (Paulo César); Cocada, Fernando, Célio Silva e Mazinho (Lira); Zé do Carmo, Geovane e Dirceu (Willian); Mauricinho, Romário (Vivinho) e Bismarck (Josenílton) seguraram as pontas, para o santo, sob o apito de Jorge Emiliano dos Santos.

URUBU AMASSADO -  Pra vascaíno, pra valer mesmo, o que conta nos 13 de fevereiro foram os 2 x 1 sobre o maior rival, o Flamengo, em 1977, mesmo amistosamente – em uma tarde de domingo, no Maracanã.
Naquele dia, com tempo seco, Ramon Pernambucano nordestinou bola na rede, aos 74 minutos. Unzinho depois, o paranaense Dirceu Guimarães completou o serviço, apitado por Roberto Coelho e conferido por 25.019 almas.
Comandado por Orlando Fantoni, o Vasco do dia teve: Mazaropi; Orlando "Lelé", Abel Braga, Geraldo e Gílson Paulino (Luís Augusto); Zé Mário, Zanatta e Dirceu; Luís Fumanchu (Helinho), Ramon e João Paulo (Wilsinho). 
Na temporada-1977, de cinco pugnas roladas, o Vasco bateu o grande rival em duas  e empatou outas duas, todas por 0 x 0. E, com menor peso, a data teve, ainda, Vasco 2 x 0 Olaria, em 1997,m e Vaco 1 x 0 Itabanana-SE, o que significa que a rapaziada não fez mais do que cumprir a sua obrigação. Confere?
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14.02 - O  Club de Regatas Vasco da Gama tem nome de um mestre dos mares e foi criado em uma cidade litorânea. Em 1948, este pareceu detestar assuntos marítimos. Pelo menos, pegou o Litoral, da Bolívia (que não tem litoral) e mergulhou-lhe 2 x 1. Tremenda onda! Era o caminho marítimo descoberto pelo “Almirante” para carregar a taça do Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, disputa armada pelos chilenos para consagrar o então melhor time do mundo, o argentino River Plate, chamado de "Lá Máquina" e que reunia os cracaços Di Stefano e Labruna.  
Os organizadores só esqueceram de combinar com o Vasco, o campeão carioca de 1947, temporada em que não teve adversários. Pois bem! O Vasco estreou em 14 d fevereiro de 1948, remando para o primeiro título de um clube brasileiro no exterior, com os citados 2 x 1 lá de cima.
Os gols daquela vitória foram de Lelé, diante de 34 mil almas que viram desfilar pelo gramado do Estádio Nacional de Santiago estes carinhas: Barbosa, Rafanelli (Augusto) e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Djalma (Friaça), Lelé, Ismael (Maneca) e Chico. O técnico era o "sargentão" Flávio Costa.
Prova de que o Vasco nã gostava mesmo de assuntos mariscos foi uma outra vitória sobre um time de litoral. Mas de litoral mesmo. Em 14 de fevereiro de 1982, a “Turma da Colina”
afogou o Peixe, apelido dos santistas, com 3 x 0, pelo Campeonato Brasileiro. Daquela vez, fisgou os três pontos no gramado do Maracanã, com iscas colocadas na rede por Cláudio Adão, aos 37 minutos do primeiro tempo; Pedrinho, aos 9, e Wilsinho, aos 35 minutos da segunda etapa.
Vasco 3 x 0 Santos teve apito de Sérgio Rosa Martins-RS e foi assistido por 42.959 pagantes. Com Antônio Lopes no leme, o Vasco remou com a força de: Mazaropi; Rosemiro, Rondinelli, Ivan e Pedrinho; Serginho, Marquinho e Dudu: Wilsinho, Cláudio Adão, Roberto Dinamite e Renato Sá.
 
VITORIA SECA - Em 1979, as federações de futebol dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara fundiram-se em uma só e criaram um campeonato extra, concebido como a fase final da primeira disputa do mais novo estado do país, o Rio de Janeiro. Então, as competições de 1978, de clubes cariocas e fluminenses, foram concebidas como fases classificatórias para 1979, por determinação da Resolução Nº 4/78 do extinto Conselho Nacional de Desportos.
Em 25 de janeiro de 1979, após o término das fases citadas acima e que representaram os últimos campeonatos dos antigos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, rolou o "Campeonato Especial". Já o I Campeonato Estadual do novo RJ ficou para os meses de maio a setembro daquele mesmo ano.
No meio de todo aquele rolo, em 14 de fevereiro de 1979, no Maracanã, o Vasco mandou 3 x 0 no Goytacaz, de Campos, diante de 9.391 pagantes. Valquir Pimentel apitou e Folha (contra) abriu a conta, aos 21 minutos do primeiro tempo. Washington Oliveira, aos 30  da mesma etapa, aumentou a fatura, fechada por Gaúcho, aos 15 minutos da fasefinal. A rapaziada era: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Hélinho, Paulo Roberto e Washington Oliveira. Ramón; Paulinho (Zé Mário) e Paulo César (Gaúcho)
. A data teve ainda, em1999, - Vasco 2 x  Cabofriense, e, em 2007, Vasco 2 x 1 Fast Club-AM.
NOITE DE TERROR NA SELVA - Chamado de “Rolo Compressor”, pela imprensa manauara,  Fast Club era o adversário vascaíno em 14 de fevereiro de 2007, no jogo ida da Copa do Brasil, no Estádio Vivaldo Lima, da capital amazonense. Também chamado, pela sua torcida, de “Tricolor de Aço”,  o time da terra orgulhava-se de ter sido um dos dois clube amazonenses a já terem conseguido vencer os vascaínos (27 de junho de 1968), que eram uma lenda no Amazonas – o outro foi o Rio Negro, por 3 x 2, coincidentemente, em um outro 27 de julho, o de 1984,  ambos amistosamente.
O Vasco encantava os amazonenses porque, desde 1953, na época do “Expresso da Vitória”, quando se apresentara, pela primeira vez, na região, totalizava 46 duelos contra representações estaduais, carregando o cartel de 35 vitórias, algumas por goleadas que chegaram a 8 x 1,  7 x 0, 7 x 2 e 5 x 0, só para citar quatro.  
 Veio, então, aquel jogo de 2007, em uma quarta-feira. O Vivaldão quase lotou: 27.821 pagantes do total de 34.696 presentes, com os caronas, gerando a extraordinária renda, para
a cidade, de R$ 374.062,50. Vencer era uma obrigação para a “Turma da Colina” que, até então, só havia disputado duas refregas com o “Rolo”. Como vencera a primeira, em 8 de outubro de 1955, por  2 x 1, o confronto estava pa-a-pau: 1 x 1.  
O tira-teima foi uma autêntica noite de terror diante das “feras da selva”, que tinham nomes engraçados, como Labilá, Kitó, Gibi, Guará e Bazinho. E o pior: o Fast endureceu o jogo e abriu o placar. Pra complicar mais o Vasco, seu meia Madson foi expulso de campo. Às duras penas, nas últimas bolas do jogo, o “Almirante” conseguiu virar o placar, que lhe deixava atrás desde os 11 minutos do segundo tempo:  2 x 1, com gols de Renato e de Marcelinho, respectivamente, nas 86ª e 87ª voltas dos ponteiros do relógio do juiz Françuar
Fernandes da Silva (RR).
 Renato ‘Gaúcho’ Portalupi era o treinador vascaíno e o time dele teve: Cássio; Eduardo Santos, Gustavo Breda (Anderson Luiz), Jorge Luiz e Sandro; Amaral, Júnior (Renato), Madson e Morais; Marcelinho e  Alessandro (Alan Kardeck).

15.02 - Caxias do Sul é a gaúcha terra da uva. E tinha um time que, sempre, armava zagas pegando  pesado. Pra entrar nela, o atacante teria que fazer o seu testamento. Uma de suas duplas de “xerifões” foi formada por dois caras da pesadíssima: Luiz Felipe e Cedenir. Sai de baixo!

O Caxias usa camisa da cor do vinho. Mas, no 15 de fevereiro de 1978 não deu pra embebedar vascaíno, quando se pegaram pela terceira fase do Campeonato Brasileiro, no Estádio Centenário, na serra gaúcha. Todos botavam muita fé no artilheiro da terra, o dentistas Bebeto, que até arrancou um dente do "Almirante". Mas este devolveu o insulto com anestesia: 5 x 1, mediados por Abel Santos-MG.
 Orlando Fantoni organizava a “Turma da Colina” e quem botou pra azedar a moçada vinho da terra foi: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel, Gaúcho, Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto e Guina (Helinho); Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon  (Zandonaide).
Daquela peleja, deu pra sacar que, se o pernambucano Ramon fosse gaúcho, com certeza, seria um bom colhedor de uvas. Pelo menos, colocou três na cesta dos serranos:  aos 14 minutos do primeiro tempo e aos 5 e aos 22 do segundo – Guina, aos 38 da etapa inicial e Roberto Dinamite, aos 42 da final, também, explodiram o balaio. Quanto ao tal do Luiz Felipe, o becão de roça do Caxias, hoje, ele aparece nos jornais como Luiz Felipe Scolari, treinador que é campeão por onde passa. O time dele tinha: Bagatini; Cegato, Luiz Felipe, Cedenir e Jorge Tabajara; Clóvis, Luis Freire e Paulo César; João Carlos, Bebeto e Serginho.

MAIS CINCO - Que beleza! No 15 de fevereiro de 1995, uma quarta-feira, a “Turma da Colina" pegou o leito das goleadas e entortou o Entrerriense: 5 x 0. Valeu pela primeira fase do primeiro turno do Estadual-RJ, em São Januário, com 3.415 conferentes na casa.
Léo Féldman apitou e o Vasco só marcou no segundo tempo: Gian, a 1 e aos 12; Clóvis, aos 5 e aos 27, e Luisinho, aos 33 minutos. Nelsinho Rosa era o treinador e sua turma era: Carlos Germano; Pimentel, Tinho, Ricardo Rocha e Bruno Carvalho; Leandro Ávila, Luisinho, Richardson e Gian; Valdir 'Bigode" e Clóvis.

CONTA MENOR – No 15 de fevereiro de 2009, o batido foi o Madureira. Por uma placar menor, 3 x 0, pela sétima rodada da Taça Guanabara. Era um domingão, no Engenhão, e 5.113 pagantes ouviram o trilar do apito de Leonardo Noel Laranja. Carlos Alberto, aos 28 minutos do primeiro tempo, e Jéferson, aos 17, além de Élton, aos 40 do segundo, descoloriram o “Tricolor Suburbano”. Dorival Júnior era o treinador e sua rapaziada alinhava: Tiago; Paulo Sérgio (Mateus), Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton e Jéferson (Enrico); Alex Teixeira (Élton), Carlos Alberto e Rodrigo Pimpão.

MACHADADA EM PALMEIRAS –  Os palmeirenses são os adversário mais difícil dos vascaínos, desde 28 de setembro de 1924, quando o duelo começou (amistosamente), e o clube paulista ainda se chamava Palestra Itália. Na fase  Sociedade Esportiva Palmeiras, os pegas partiram de 14 de fevereiro de 1943.
 Mas, em 15 de março de 1992, quem se deu bem foi a “Turma da Colina”, com 2 x 1, em um domingo, na então casa do “Verdão”, o  Parque Antarctica, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro. O pega foi conferido por 21.457 pagantes e gols vascaínos marcados por Bebeto, aos 17 e aos 30 minutos do primeiro tempo.
Com apitos de Márcio Rezende de Freitas-SC e time treinado por Nelsinho Rosa, o Vasco foi: Regis; Luis Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo (Cássio); Luisinho, William e Flávio; Edmundo, Bismarck e Bebeto.
A data teve ainda,  em 15.02.2009, - Vasco 3 x 0 Madureira.

CONTRARIADO? - Em  2012, o Vasco fez tudo ao contrário de 2011, quando perdeu os quatro primeiros jogos da Taça Guanabara. Na nova temporada, chegou à sexta vitória consecutiva: 3 x 0 sobre o Volta Redonda, em São Januário. O placar garantiu à rapaziada o primeiro lugar Grupo B do primeiro turno do Campeoanto Estadual do Rio de Janeiro, com 18 pontos.
O primeiro gol saiu aos 14 minutos. Willian Barbio atacou, pela direita, e bateu para o meio da pequena área. Depois de goleiro do "Voltaço" tentar afastar, a bola sobrou limpa para Alecsandro marcar o seu sétimo gol em sete jogos: 1 x 0. Dois minutos depois, Willian Barbio aumentou. Ele recebeu um lançamento nas costas da zaga do "Voltaço", que estava em linha, entrou na área e  tirou o goleiro do lance, para fazer 2 x 0. Aos 38, Bernardo lançou Thiago Feltri, que sofreu o pênalti. Alecsandro cobrou e fechou a conta: 3 x 0.
 Marcelo Benito Pacheco apitou o jogo que teve 1.955 torcedores. Naquele dia, o Vasco, que jogou, pela segunda vez, com o terceiro uniforme, o azul. Quem o usou? Fernando Prass; Fagner, Dedé, Rodolfo e Thiago Feltri (Max); Eduardo Costa, Juninho, Felipe Bastos e Bernardo (Jonathan); William Barbio (Kim) e Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges.
Obs: o terceiro uniforme, o azul, tinha uma enorme Cruz de Cristo no peito. O primeiro uso havia sido contra o Friburuense. A data teve ainda,  em 15.02.2009,  Vasco 3 x 0 Madureira.

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