Vasco

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domingo, 25 de dezembro de 2011

VASCO JÁ JOGOU NO DIA DO NATAL




 





 







 
 


 



Em 10 de abril de 1938, pelo Torneio Início,  nas Laranjeiras, a rapaziada venceu o Madureira, por 3 x 0, mas foi eliminado, no jogo seguinte, pelo Botafogo. Entre 21 de abril e 14 de agosto, rolou Tornei Municipal, sobrando om terceiro lugar. No Campeonato Carioca,   a moçada estreou estragando a festa do Flamengo, que inaugurava o seu estádio. Mandou 2 x 0 no mairo rival, em quatro de setembro.

 Você é, realmente, um grande conhecedor da história do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama? Então, prove. Diga quem é o goleiro que está entre Brito e Oldair, ao lado de Fontana. Diga, também, quem são os dois primeiros à esquerda, em pé. Pra fechar o teste, quem são os pontas-direita e esquerda?  Eles ladeiam Bianchini, Nei Oliveira e Danilo Menezes. E de que ano foi esta formação?

You are really a great connoisseur of the glorious history of Club de Regatas Vasco da Gama? Then prove. Tell me who is the goalkeeper who is between Brito and Oldair, standing next to the Fontana. Say, also, who are the first two left standing. To end the test, who are the right and left ends? They flank Bianchini, Nei Oliveira and Danilo Menezes. And what year was this training?
  
 Embora o “Initium”, como a imprensa escrevia, tivesse sido jogado quase cinco meses antes, o campeonato estadual demorou a começar devido a Copa do Mundo, torneio em que o time brasileiro ficou em terceiro lugar e consagrou o atacante Leônidas da Silva, o principal artilheiro da competição e que motivou a galera. 
 Depois de bater no "Urubu", o "Almirante" seguiu invicto: 4 x 1 Madureira; 2 x 2 Bonsucesso; 3 x 3 São Cristóvão; 0 x 0 Botafogo; 3 x 0 América; 2 x 0 Bangu e 1 x 1 Fluminense. Era uma campanha de candidato ao título. Veio o segundo turno e a invencibilidade prosseguiu: 2 x 1 Flamengo; 2 x 1 Madureira e 2 x 2 Bonsucesso.  Só em 11 e 18 de dezembro o time escorregou ante Botafogo e América. E quem esperava bola de recesso pela noite do Natal enganou-se. O Vasco foi ao gramado de São Januário e voltou a capotar, desta vez diante do Bangu, por 4 x 1.
 Este foi o único jogo do Vasco nos 25 de dezembro.  Depois dele, recuperou-se goleando o São Cristóvão, por 7 x 1, e  voltou a cair – ante os tricolores – –, o que lhe deixou em quarto lugar, com 19 pontos em 16 jogos, com sete vitórias e cinco empates, marcando 37 tentos.
VASCO 4 X 1 BANGU -  O único jogo dos 25 de dezembro, naquele 1938, teve apito de Sahcnez Diaz e o gol vascaíno marcado por Fantoni. O time alinhou: Joel, Jaú e Florindo; Aguirre, Aziz e Marcelino; Lindo, Alfredo, Fantoni, Villadoniga e Luna.
 (Foto de Leônidas da Silva, quando defendeu o Vasco, em 1934, reproduzida de http://www.crvascodagama.com.br/. Agradecimentos.


A estreia de Roberto Dinamite, em um domingo, marcando os dois gols da vitória do Barcelona, sobre o Almeria, por 2 x 1, foi saudada pela imprensa espanhola. O jornal "AS" estampou, em sua primeira página: "Chegou, viu e marcou". E acrescentou que " a boa técnica e o desejo de agradar, por parte de Roberto, foi prejudicado pelo desconhecimento dos seus companheiros de jogo e pela pobreza do conjunto da equipe".   

De sua parte, o diário  "Marca" chamou o atacante contratado junto ao Vasco da Gama de "Roberto Salva-vidas". E disse mais: "Não é de se estranhar que "Dinamite", vindo do Rio de Janeiro, onde joga um futebol inteligente e técnico, fizesse o que fez domingo".

O jogo foi no estádio do "Barça" e o Dinamite marcou o seu primeiro tento, a 11 minutos do final, cobrando pênalti. O segundo saiu aos 90 minutos. "Ficando livre, por alguns segundos, da vigilância de Maxi, Roberto aproveitou-se de descuido do seu marcador para controlar a bola na entrada da área e desferir um chute cruzado que, roçando em um defensor, vazou a meta do Almeria, batendo, antes, em uma das traves. "Não poderia ter sido melhor a estreia do brasileiro, mesmo não tendo realizado muita coisa", concluiu o "Marca".


A estreia de Roberto Dinamite, em um domingo, marcando os dois gols da vitória do Barcelona, sobre o Almeria, por 2 x 1, foi saudada pela imprensa espanhola. O jornal "AS" estampou, em sua primeira página: "Chegou, viu e marcou". E acrescentou que " a boa técnica e o desejo de agradar, por parte de Roberto, foi prejudicado pelo desconhecimento dos seus companheiros de jogo e pela pobreza do conjunto da equipe".   

De sua parte, o diário  "Marca" chamou o atacante contratado junto ao Vasco da Gama de "Roberto Salva-vidas". E disse mais: "Não é de se estranhar que "Dinamite", vindo do Rio de Janeiro, onde joga um futebol inteligente e técnico, fizesse o que fez domingo".

O jogo foi no estádio do "Barça" e o Dinamite marcou o seu primeiro tento, a 11 minutos do final, cobrando pênalti. O segundo saiu aos 90 minutos. "Ficando livre, por alguns segundos, da vigilância de Maxi, Roberto aproveitou-se de descuido do seu marcador para controlar a bola na entrada da área e desferir um chute cruzado que, roçando em um defensor, vazou a meta do Almeria, batendo, antes, em uma das traves. "Não poderia ter sido melhor a estreia do brasileiro, mesmo não tendo realizado muita coisa", concluiu o "Marca".


Isso é o que se chama de "tá mais do que na cara". "Almirante" fica em cima do muro do "Placar", observando a "Estrela Solitária": 1 x 1. É o que conta a chamada de capa da revista paulistana que tem o nome das antigas tabuletas que marcavam os escores das partidas em andamento. Confere?


Pelas décadas-1980/1990, a revista “Placar”, da Editora Abril, tinha um gato como personagem humorístico. Quem quisesse participar  de sua seção deveria escrever para  “A Cesta do Gato”, Caixa Postal 2372, CEP 01051,São Paulo-SP. O espaço era o do tradicional  cartas do leitores, que vem atravessando a história das revistas brasileiras. Em duas páginas, a primeira trazia o nome ‘CARTAS, em  letas maiúsculas, e o desenho do “bichano”, usando aquelas antigas máquinas de datilografia, para responder às “missivas”.  Era algo muito engraçado, bem divertido, como sempre fora a seção, desde o início da revista, em 1970, com leitores trocando farpas e caçoando com os times adversários

Pelo Nº  1036, de 27 de abril de 1990, os leitores vascaínos ocuparam o balaio do gato. Caso de Sonfirere S. de Oliveira, de Açailândia-MA. Ele queria  se corresponder com torcedoras do Vasco, de 15 a 20 anos, para falar de suas vidas particulares. E avisava não ter preconceitos de cor e nem de raça.

Desenhado sentado em uma bola (foto), com cara de injuriado, o gato pensava: Tem gente que não se enxerga”. E classificava o sujeito de nome esquisito de “O pentelho da semana”.
Enquanto isso, Nei.M.M.Filho, do RJ, mandava dizer que o Vasco jamais conquistaria a Taça Libertadores enquanto fosse treinado por Alcir Portella, o qual via entendendo tanto de futebol quanto um astronauta norte-americano de feijoada. Sob o título “Um técnico fora de órbitas”, o gato respondia: “Sei não, mas acho que estão querendo mandar o Alcir para o espaço” – em cima do lance!  
Do lado carioca, Amarildo Alves do Carmo, da tocantinense Araguaína, mexia com os flamenguistas, dizendo-se com um problema: faltava-lhe espaço para colocar tantos "posters" do Vasco campeão na parede. E sugeria que os rubro-negros vendessem os deles para um museu. Abaixo do título “ANTIGUIDADES”, a resposta: “...do jeito que a coisa vai na Libertadores e no Carioca, acho melhor vocês se unirem  para montar um grande museu. Convidem Zico e Dinamite para prestigiar a festas e lembrar dos bons tempos”.
Seguinte: o vascaíno Amarildo cartava a conquista de sete títulos, entre 1987 e 1989 (uma Copa Ouro/EUA; um Brasileirão; bi carioca e tri do espanhol Torneio Ramón de Carranza), enquanto o Flamengo estava há quatro anos sem "canecos" estaduais e há sete sem nacionais. Quando o gato, sugeriu convidar os grandes goleadores dos dois times para relembrar velhos tempos, era porque, naquela temporada-1990, os dois times andavam pisando na bola.
Mais uma? De Campo Grande-MS, Aristeu F. Gonzaga pedia ao gato para tirar uma dúvida, que valia uma "APOSTA" (título). Ele jurava que não, mas um amigo  dizia que o zagueiro Fontana era vascaíno quando disputara a Copa do Mundo-1970, no México. O gato informava que o capixaba José de Anchieta Fontana já era um cruzeirense.   

Quando o Vasco negociou o passe (sistemática antiga de transferência de atletas, abolida pela Lei Pelé), o carinha saiu destas plagas batendo nos cartolas mais do que nas suas maiores vítimas, os goleiros. Como você pode ler no balão da charge, ele considerava o futebol brasileiro desorganizado e repleto de dirigentes desonestos.
A charge do Romário no auge da juventude foi criada por Orlando, para a edição de Nº 959  da revista "Placar", que circulou com data de 21 de outubro de 1988, dentro da seção "A Semana".
 Capilarmente, bons tempos aquele  em que o hoje quase careca senador eleito pelo Rio de Janeiro, com 60 milhões de votos, ainda era da turma dos cabeludos. Enfim, tudo em casa. Romário deixava a vida dos camisas 1 cabeluda, ficando careca de fazer gols.
Como politico, deve ter achado, também, o caminho do gol, pois ganhou elogios atrás de elogios, sem falar, é claro, da resposta  dos "peixes" na rede, isto é, na urna.

When Vasco negotiated the pass Romario (formerly systematic transfer of athletes, abolished by Pelé Law), the guy left these shores hitting the top hats, more than in its main victims, goalkeepers. As you can read in the cartoon balloon, he considered the Brazilian football disorganized and full of dishonest leaders.
The Romario of charge in the prime of youth was created by Orlando for editing # 959 of "Score" magazine, which circulated dated October 21, 1988.
  Capillary, good times that in which the balding senator elected today by Rio de Janeiro, with 60 million votes, was still the class of hairy. Anyway, all at home. Romario made life shirts 1 hairy, balding to score goals.
As political, must have thought, too, the way the game because won praise after praise, not to mention, of course, the response of "fish" in the network, that is, in the ballot box.

“Sou fã de remo e gosto de acompanhar o seu blog. Moro no Rio de Janeiro e cheguei atrasado ao calçadão, por problemas no carro. Não peguei mais nenhuma regata. Mas comemorei o tri do Trofeu Brasil, há cinco anos”. “Bruno Rezende.
Brunão! Da próxima vez, arreie umas cervejinhas a menos, nas baladas do sabadão, para não culpar o carro. Você acha que me engana? Vascaíno conhece todos os golpes possíveis e imagináveis. Mas, tudo bem!  O que importa é o caneco.
O Vasco sagrou-se tri do Troféu Brasil de Remo, em 6 de dezembro de 2009, após ganhá-lo, também, em 2008 e em 2007, evidentemente. Foram cinco vitórias nas 12 finais do tri, em uma manhã de domingo de sol escaldante na Lagoa Rodrigo de Freitas. Na realidade, a rapaziada só comprovou que não dava para ninguém lhe tirar as faixas. Antes de sair no braço, estava na ponta, com quatro triunfos, contra dois do concorrente mais próximo.
O Vasco levou aquela no single skiff feminino (leve), com Camila Carvalho; four skiff feminino, com Dayane, Natasha, Kissya e Camila; double skiff masculino (leve), com Henrique Motta e Alexis Mestre; single skiff feminino (sênior), com Camila Carvalho; e o oito, remado por Renato, João, Gustavo, Alexis, Rangel, Marco, Thiago, Felipe e Castro (patrão). Abração, Bruinão. No próximo título, guarde umas cervejinhas pra gente também.
O "Kike da Bola" procura, para compra, este CD, gravado por Tim Maia, contando o hino do Vasco, em forma de "dance music". Caso você o tenha, ou saiba de alguém que o tem e queira vendê-lo, informe, que uma eventual compra seria para o arquivo do blog. Combinado?


















Um comentário:

  1. Parabéns pelo excelente blog! Não consigo parar de ler!! Muito legal mesmo!
    Gostaria, agora, de apenas dar uma sugestão.
    Acho que seria bem legal, se você postasse os vídeos junto com as matérias! Tem certos posts seus, que existe uma gama muito grande de vídeos! Seria bem legal, por exemplo, ler o posto do Vasco campeão da Mercosul, com os gols, e principalmente a narração feita pelo Luis Penidodo 4ºgol.
    Saudações Vascaínas e parabéns!

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