1 - Em seus primeiros dois jogos
pelo escrete nacional, diante dos “hermanos” argentinos, respectivamente,
em 7 e 10 de julho de 1957, pela Copa Roca, quem usava a jaqueta ainda não
famosa era o meia corintiano Luisinho, isto é, Luiz Trochillo. Depois daquilo,
Pelé jogou 20 minutos, contra os paraguaios, em 4 de maio de 1958, e mais 44,
contra a Bulgária, dez dias depois, vendo o flamenguista Dida começar a partida
na vaga que seria sua durante o Mundial da Suécia.
2 - Diz a lenda que Pelé ganhou a
camisa 10 canarinha porque a então CBD-Confederação Brasileira de Desportos não
encaminhara a relação numérica dos seus atletas à FIFA, para o Mundial da
Suécia. Então, um uruguaio servidor da entidade os numerou como quis. No
entanto, Zagallo afirma que os jogadores foram numerados para a Copa seguindo o
número de suas maletas, e a de Pelé era a 10.
3 - Históri&lendas à parte, Pelé jogou mais duas partidas pelo escrete
nacional sem usar a camisa 10: em 6 de maio de 1960, contra o Egito, o roupeiro
entregou a “desejada” para o botafoguense Quarentinha, e, em 26 de abril de
1970, quando o adversário era a Bulgária e o camisa 10 Tostão.
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4 - Por ser o “Rei do Futebol” e ter milhões de fãs, por toda parte,
fotografias de Pelé ajudavam, tremendamente, a vender revistas, antigamente.
Com a chegada da Internet, muitos sites fazem retrospectivas dos antigos
clics no crack, para aumentar a sua visibilidade e, consequentemente,
negociarem mais anunciantes. Para atrair os leitores,m poster de Pelé
foi um dos primeiros chamarizes. 5 – Por isso, Pelé não é “rei” só do futebol, mas do marketing, também. Tem
associado a sua imagem a centenas de produtos, tornando-se um dos
divulgadores mais fortes do mundo. Cálculos de analistas do mercado
publicitário dizem que a marca do craque valerá R$ 600 milhões, pelas
próximas duas décadas. Nesse campo, Pelé é, também, camisa 6 - De acordo com revistas especializadas em cifras, ele acumula R$ 30 milhões
anuais, anunciando produtos, que já foram de pilhas a tapetes, passando por
quase tudo o que já foi para as prateleiras do planeta. E não cobra menos de
R$ 2 milhões por anúncio. Em 1982, Pelé divulgou as pilhas Ray-O-Vac, por por
ocasião da Copa do Mundo. Os torcedors vascaínos passaram a chamar “as
amarelinhas” de “Ray-O-Vasco”, alegando que o “Rei” se dizia torcedor
vascaíno, no futebol carioca. 7 - Pelo livro intitulado “Pelé - Minha Vida em Imagens”, o “Rei do Futebol” conta que gritou para o lateral-esquerdo Nílton Santos passar-lhe a bola, quando ele marcou o gol que deixou o placar em Brasil 3 x 1 Suécia, durante a final da Copa do Mundo-1958, contra o adversário anfitrião – o placar final foi 5 x 2. Lançado, em maio de 2010, pela Cosac Naif, no formato de “scrapbook”, são 100 páginas, contendo 109 ilustrações. Na época do lançamento, custava R$ 140,00. Hoje, quem o achar, em algum site pela Internet, pagará bem mais do que isso, pois já virou raridade. 8 - Pelé tornou o número 10 uma mística no futebol mundial. Após as suas apresentações na Copa do Mundo-1958, todo atleta, de qualquer time do planeta, queria usar aquela numeração. Mas o “Rei do Futebol” nem sempre foi o 10 da Seleç]ão Brasileier ae do Santos. |
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