Vasco

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BARRADO

1 - Episódio em que o maior ídolo da história do Club de Regatas Vasco da Gama – Roberto Dinamite – foi expulso da tribuna de honra do estádio da Rua São Januário O então presidente cruzmaltino, Eurico Miranda, garante que não foi verdade. Sua explicação? “Que barração? Não teve barracão nenhuma. A tribuna, comigo, teve ordem. Fica a 30 metros da presidência do Vasco. Se o Roberto caminhasse até lá e me pedisse para entrar, eu barraria? Nunca. Claro que não negaria. Nem era eu que estava lá. Era um vice-presidente. O Antônio Calçada chamou o Roberto. Quando ele entrava na tribuna, foi informado de que precisava do ingresso. Ele disse que fui eu que mandei tirá-lo. Mesmo se fosse o presidente da República, secretário de Estado, ministro, não teria acesso direto. A tribuna comigo voltou a ser respeitada. Tem que entender a história do clube. Getúlio Vargas fez pronunciamentos ali”. É mais um lance do "Vasco dos Fuxicos".

 2 – O primeiro título do Brasileirão no terceiro milênio foi vascaíno. Em 2000, a disputa chamou-se Copa João Havelange, por motivos de brigas politicas. O “Almirante” decidiu, com o São Caetano-SP, e o venceu, na finalíssima, já em 18 de janeiro de 2001,  por 3 x 1, no Maracanã, após 1 x 1 na casa do adversário.

3 – O Vasco detém a nona maior arrecadação do Campeonato Brasileiro. Nos 2 x 2, com o Internacional-RS, em 28 de julho de 1974, ano que foi campeão, levou 121.353 almas ao Maracanã. De outra parte, os vascaínos tiveram participação, também, no menor de todos os públicos da competição. Em 28 de novembro de 1994, só 71 pagantes compareceram a São Januário para vê-lo vencer o Paraná, por 1 x 0.  

4 - Empatar por 3 x 3 não é comum no futebol brasileiro. O Vasco já teve um empate mais esquisito, por 5 x 5, com o Corinthians, em 17 de abril de 1955, pelo Torneio Rio-São Paulo. No entanto, na data 25 de outubro excedeu e registrou duas igualdades incomuns com o Flamengo e o Bonsucesso.
VASCO 3 x 3 FLAMENGO foi jogo do Campeonato Carioca de 1953, em um domingo, no Maracanã, apitado por Mário Vianna e com gols cruzmaltinos marcados por Pinga, Ademir Menezes e Sabará. O técnico era Flávio Costa e o time teve: Osvaldo Baliza, Bellini e Haroldo; Ely, Mirim e Jorge; Sabará, Ipojucan, Alvinho, Pinga e Ademir. 

VASCO 3 x 3 BONSUCESSO já foi do Cariocão-1958, temporada do super-super vascaíno. O pega rolou no ‘Maraca”, um sábado, apitado por Eunápio de Queiroz, com Delém (2) e Rubens comparecendo ao barbante. Detalhe: Écio (contra) e Iedo, que passara por São Januário, colaboraram com a contagem dos rubro-anis. Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim, ex-jogador do clube, era o treinador, e a sua escalação naquele 25 de outubro foi: Barbosa, Paulinho de Almeida, Viana e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Laerte, Delém, Rubens e Pinga.

 5 - Em 1995, o Vasco vivia a fase que é para nunca, nem de longe, ser lembrada. O torcedor  não teve a resposta que esperava. A rapaziada entrava na entressafra do tri carioca (1992/93/9) e ficou devendo. No Estadual-RJ, disputado com uma fase classificatória, em dois grupos, e um octogonal decisivo, os vascaínos até foram bem na etapa inicial, vencendo nove dos 14 jogos disputados. Ainda empataram três e caíram só em um. Ficaram em segundo lugar, no Grupo A, juntamente com Botafogo, América, Barreira, Entrerriense, Itaperuna, Olaria e São Cristóvão, pelo sistemas todos contra todos, em turno e returno. Nesta fase, a rapaziada marcou 37 e sofreu oito tentos. Quando rolou o octogonal, o Vasco não teve bom rendimento. Em mais 14 compromissos, só ganhou cinco. Igualou-se em seis e caiu em três, terminando em quarto lugar – marcou 21 e sofreu 12 tentos, totalizando 52 pontos no campeonato, contra 61 do vencedor. Na Copa do Brasil, eliminou Flamengo-PI, Nacional-AM e Atlético-MG, mas não passou pelo Corinthians. No Campeonato Brasileiro, entre 24 participantes, fez a sua segunda pior campanha, terminando em 20º lugar, somando 24 pontos, em 23 jogos. Foram sete vitórias, três empates e 13 tropeços, com 32 gols pró e 39 contra. Ficou devendo nesta divisão de tempo, já que em 1997 a casa seria colocada em ordem, novamente, com a conquista de mais um título do Brasileirão. Confira as caras da foto: Carlos Germano, Charles 'Guerreiro', Jéfferson, Pimentel, Tinho e Ricardo Rocha (em pé, da esquerda para a direita); Leonardo Silva, Juninho Pernambucano, Yan, Valdir 'Bigode' e Nélson.

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