Vasco

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 15.12

carioca e da Taça Adolpho Bloch. Dois títulos conquistados no 15 de dezembro. Quem passar pela rua General Almério de Moura, que tem a São Januário pelos fundos, aproveite para visitar os dois canecos nas prateleiras da Colina. E leia o que rolou na data: 

VASCO 4 X 2 RIVER-SÃO BENTO - Segundo turno do Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1918 e 45ª apresentação da "Turma da Colina". Os goleadores chamavam-se Paulistinha, Godoy, Faria e Palhares, e o sacode rRolou em um domingo, na Rua Figueira de Melo.

VASCO 5 X 1 OLARIA - Campeonato Carioca-1937, em São Januário. Neste jogo, Levis Ondine apitou e Niginho (2), Gabardinho, Calocero, Nestor e Orlando balançaram o filó. O time: Joel, Poroto e Italia; Rafa, Zarzur e Calocero; Lund, Gabardinho, Niginho, Kulo e Orlando. 

VASCO 2 X 1 BANGU - O "Almirante" apresentava a sua primeira geração de campeões após a aposentadoria do “Expresso da Vitória”, conquistador dos Campeonatos Cariocas-1945/1947/1949/1950/1952. O primeiro título da nova era saiu no 15 de dezembro de 1956, com uma rodada de antecedência para o final da competição disputada por 12 times, em dois turnos de todos contra todos com a “Turma da Colina” somou mais pontos nos dois.
  O jogo do título teve um fato que ficou famoso.  Inconformado com o gol do empate vascaíno – Vavá, cobrando pênalti –  que deixou o primeiro tempo no 1 x 1, o meia Zizinho, o maior craque do então futebol brasileiro, soltou os cachorros pra cima do juiz Eunápio de Queiroz, chamando-o de “Larápio de Queiroz”, pelo microfone de uma rádio.
Dedurado ao apitador, este o inquiriu, na volta do intervalo, se fora verdade. O “Mestre Ziza” confirmou e foi expulso de campo. Mas o Vasco nada tinha a ver com a catimba banguense. Era melhor e virou o placar, para 2 x 1, no segundo tempo, com mais um gol de Vavá, ainda um garoto, de 17 anos, buscado no mesmo Sport Club Recife de onde saíra Ademir Menezes. Por sinal, ele substituíra o então maior ídolo da torcida cruzmaltina, que estava sema condições de jogar. Vavá foi lá, deu conta do recado e ainda marcou os gols do título. Dali por diante rolou uma história que rendeu 191 bolas no barbante. 
Mesmo já campeão, o "Almirante" ainda teve de cumprir tabela, oito dias depois, indo à Rua Bariri encarar o Olaria. Quanto ao jogo contra os banguenses, a renda foi de Cr$ 723 mil, 971 cruzeiros e o time cruzmaltino, treinado por Martim Francisco, teve: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. Foi  jogo 1.633 da  história vascaína . Quanto ao árbitro, chamada de “Larápio”, a imprensa considerou a sua atuação regular.
CAMPANHA: 26.07.1956 – Vasco 4 x 0 Portuguesa; 29.07 – Vasco 0 x 0 Botafogo; 12.08 – Vasco 4 x 1 Madureira; 19.08 – Vasco 2 x 0 Canto do Rio; 26.08 – Vasco 3 x 2 Fluminense; 02.09 – Vasco 3 x 1 América; 07.09 – Vasco 4 x 1 Olaria; 15.09 – Vasco 3 x 2 Bonsucesso; 22.09 – Vasco 2 x 3 Bangu; 27.09 – Vasco 5 x 1 São Cristóvão; 07.10 – Vasco 1 x 1 Flamengo;  14.10 – Vasco 6 x 0 Madureira; 21.10 – Vasco 5 x 0 Portuguesa; 28.10 – Vasco 4 x 0 Bonsucesso; 04.11 – Vasco 0 x 1 Flamengo; 11.11 – Vasco 4 x 0 Canto do Rio; 18.11 – Vasco 0 x 0 Fluminense; 25.11 – 3 x 2 Botafogo; 02.12 – Vasco 1 x 0 São Cristóvão; 07.12 – Vasco 1 x 0 América; 15.12 – Vasco 2 x 1 Bangu; 23.12 – Vasco 1 x 1 Olaria.       

VASCO 2 X 1 AMÉRICA-RJ -  Vitória de virada, pelo Campeonato Carioca-1965 e jogo 2.236 da  história colineira. Disputado no estádio das Laranjeiras, que chamava-se Álvaro Chaves, foi assistido por 2.869 pagantes e teve arbitragem de Frederico Lopes. Na rede, pintaram Ari, aos 6, e Danilo Menezes, aos 11 minutos. Zezé Moreira treinava estas moçada: Gainete, Ari, Caxias, Ananias e Oldair; Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Célio, Mário 'Tilico' e Tião. 
VASCO 2 X 0 RABELLO-DF - Jogado em noite de uma quinta-feira no já demolido Estádio Nacional de Brasília, em 1966, no compromisso 2.307 da rapaziada e que foi o único amistoso contra o time candango. Apitado por Urias Crescente Alves Junior-DF, os gols foram marcados por Danilo Menezes e Nado, enquanto público e renda não foram divulgados. O Vasco teve: Édson Borracha; Ari, Sérgio, Ananias (Tinoco) e Silas; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Madureira (Acelino), Adílson (Maranhão) e Morais. O RABELLO foi Zé Walter; Aderbal, Gegê, Carlão e Didi; Moacir (Roberto) e Zé Maria; Zezé, Zoca, Otávio e Arnaldo. Técnico: Ceninho.
VASCO 2 X 1 BAHIA - Amistoso de 1968, com o zagueiro Brito e o meia Benetti marcando os gols dos visitantes.

VASCO 1 X 0 CONFIANÇA-SE - Amistoso de 1977, no jogo vascaíno 3.055, disputado no Estádio Lourival Batista, de Aracaju, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro, em uma quinta-feira. Com público de 19.177 pagantes e renda de Cr$ 471.870,00, Oscar Scolfaro-SP apitou e Dudu, aos quatro minutos do primeiro tempo, fez o gol (contra) do jogo. Orlando Fantoni era o treinador e o time vascaíno era: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Geraldo, Abel e Marco Antônio; Zé Mário, Helinho (Guina) e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Paulinho.

VASCO 4 X 0 SELEÇÃO DE ITAPETINGA-BA - Amistoso na casa do adversário, em 1985. Romário (2) e Roberto Dinamite (2) foram os fazedores de vitórias, no jogo 3.655 da moçadas.
VASCO 1 X 0 AMÉRICA-RJ - Vitória por gol contra. Quem marcou foi Pedro Paulo, aos 77 minutos, no jogo vascaíno de número 3.876,valendo pela Copa União-1988, em uma quinta-feira, em São Januário, assistido por 2.650 pagantes. Com aquilo, a rapaziada aumentou, para seis, o tabu sobre o "Diabo", pelo Brasileirão unificado. Eram sete vitórias e quatro empates, em 14 jogos, marcando 18 tentos. O apito esteve com Aluísio Felisberto da Silva e o treinador Carlos Alberto Zanaatta escalou: Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho', Pedro Diniz, Leonardo e Lira; Zé do Carmo, França (Ernâni) e Geovani; Vivinho, Bismarck e Sorato (Ânderson). 

CAMPEÃO DA TAÇA ADOLPHO BLOCH - Em 1990, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro promoveu um torneio extra, que homenageou o empresário do ramo da comunicação, Adolpho Bloch. O Vasco papou esta, invicto, com seis vitórias e três empates, em nove jogos, marcando 11 e sofrendo cinco gols. O jogo final foi em 15 de dezembro daquele "nove-zero", empatando, por 1 x 1, em casa, com o Botafogo. Júnior marcou o gol do título, aos 25 minutos do segundo tempo, o que deixou a "Turma da Colina" com três pontos de distância dos alvinegros, os vices. Cláudio Vinicius Cerdeira apitou, o "botafoguense" Mário Jorge Lobo Zagallo estava como treinador da rapaziada cruzmaltina e mandou a campo esta patota: Carlos Germano; Ayupe, Jorge Luís, Tosin e Cássio; Andrade, Marco Antônio Boiadeiro e Luciano (França); Sorato (Pedro Renato), Júnior, William. Além de campeão, o Vasco teve o principal artilheiro da disputa, Sorato, com três tentos.

CAMPANHA: 24.11.1990 - Vasco 2 x 1 Bangu, no estádio Caio Martins, em Niterói-RJ, com gols de Sorato e William; 28.11.1990 - Vasco 3 x 1 Fluminense, em São Januário, com Sorato (2) e Ayupe pintando nas redes; 02.12.1990 - Botafogo 2 x 2 Vasco, no Caio Martins, com Jorge Luiz e Luciano no filó; 09.12.1990 - Vasco 3 x 0 Bangu, em São Januário, sem piedade da parte de Júnior e de Boiadeiro, além de a turma ainda contar com um gol contra de Eduardo Gaúcho; 12.12.1990 -  Fluminense 0 x 0 Vasco, nas Laranjeiras; 15.12.1990 - Vasco 1 x 1 Botafogo, em São Januário, com o já citado gol de Júnior.

Acrescentar à VASCODATA 15 de dezembro; Vasco 2 x 2 Combinado de Nova Friburgo-RJ, em 1940, e Vasco 1 x 1 Botafogo, em 1990.

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