O
pior, no entanto, viria para o zgueiro gamense Adriano Barbosa da Silva, de 26
de idade e que se dizia evangélico. Lançado no time, durante o segundo tempo,
na vaga de Gérson, passados 12 dias ele foi noticiado como tendo atuado dopado.
No cinco de agosto, o Gama recebia o resultado da contra-prova do exame feito
pelo Instituto Tecnológico do Departamento de Química da Universidade do Rio de
Janeiro.
Naquele dia, o Gama treinava para enfrentar um
novo adversário paulista, o Guarani de Campinas-SP, e Adriano foi afastado dos
preparativos, para evitar o assédio da imprensa. Procura-se o culpado dqui,
dali, enfim sobrou para o massagista Zé Carlos, demitido sob a acusação de ter
fornecido comprimido de EMS ao zagueiro
que sentia dor na gargante durante a semana da partida contra os corintianos. “Não tenho autoridade para ministrara remédios a ninguém. O que
passo para os ateltas é o recomendado pelo médico, afirmou o Zé.
Segundo
o zagueiro, ele havia comunicado o seu problema ao médico gamense, o boloviano
Walter Rios, que tirou o corpo fora, afirmando só ter tido conhecimento da ingestão
do EMS pelos início da noite (do 05.08.1999), quando fora convocado pelo presidente
do clube, Agrício Braga. “Não receitei o EMS ao Adriano. Eu tinha o regulamento
(do Brasileirão), a relação das drogas
proibidas e, como médico, sabia das reações provocadas pela etafedrina”,
afirmou sobre o broncodilatador de
ação prolongada.
Para a diretoria gamense, “Adriano não precisa
dopar para jogar (futebol), só podendo
ter sido automedicação por falta de conhecimento médico”. Preventivamente, Adriano
foi suspenso, por 30 dias, pelo Tribunal Especia da Confederação Brasileira de
Furebol. Não pegou 360 dias de suspensão, mas
nuca mais vestiu a camisa do Gama. Em 2000, jogou pelo Paysandu-PR e o brasiliense Dom Pedro
II.
Gama 2 x 4 Corinthians foi apiado por: Jorge dos Santos Travassos-RJ e teve po Gama sendo: Alexandre;
Marcinho, Gérson (Adriano), Nem, Cléber Lima, Deda (Maninho), Kabila, Lindomar,
Alexandre Gaúcho, Romualdo e Mazinho Loyola (Robertinho), dirigido pelo
terinador Jair Picerni, O Corinthians foi: Maurício; Índio, Márcio Costa, Nenê, Augusto, Freddy Rincón, Marcos Senna (Edu), Ricardinho, Marcelinho Carioca, Fernando Baiano (Dinei) e Luizão. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
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