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sexta-feira, 3 de julho de 2015

HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE. GAMA - PRIMEIRO DOPING DE ATLETA

25 de julho de 1999  - Tarde de um animado domingo, no (velho e demolido) Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O Gama, campeão brasileiro da Série B-1998, estreava na Série A, diante de 23. 720 pagantes (renda de R$ 278.730,00), chegando a abrir dois gols de frente do Corinthians, por intermédio de Alexandre Gaúcho, cobrando p|enalti, e de Romualdo. Mas não segurou a vantagem. Com qutro bolas na rede, Luizão (Goulart Bombonato) virou aquela história.

O pior, no entanto, viria para o zgueiro gamense Adriano Barbosa da Silva, de 26 de idade e que se dizia evangélico. Lançado no time, durante o segundo tempo, na vaga de Gérson, passados 12 dias ele foi noticiado como tendo atuado dopado. No cinco de agosto, o Gama recebia o resultado da contra-prova do exame feito pelo Instituto Tecnológico do Departamento de Química da Universidade do Rio de Janeiro. 

 Naquele dia, o Gama treinava para enfrentar um novo adversário paulista, o Guarani de Campinas-SP, e Adriano foi afastado dos preparativos, para evitar o assédio da imprensa. Procura-se o culpado dqui, dali, enfim sobrou para o massagista Zé Carlos, demitido sob a acusação de ter fornecido comprimido de  EMS ao zagueiro que sentia dor na gargante durante a semana da partida contra os corintianos.  “Não tenho autoridade  para ministrara remédios a ninguém. O que passo para os ateltas é o recomendado pelo médico, afirmou o Zé.

Segundo o zagueiro, ele havia comunicado o seu problema ao médico gamense, o boloviano Walter Rios, que tirou o corpo fora, afirmando só ter tido conhecimento da ingestão do EMS pelos início da noite (do 05.08.1999), quando fora convocado pelo presidente do clube, Agrício Braga. “Não receitei o EMS ao Adriano. Eu tinha o regulamento (do Brasileirão), a relação das  drogas proibidas e, como médico, sabia das reações provocadas pela etafedrina”, afirmou sobre o broncodilatador de ação prolongada.

 Para a diretoria gamense, “Adriano não precisa dopar para jogar  (futebol), só podendo ter sido automedicação por falta de conhecimento médico”. Preventivamente, Adriano foi suspenso, por 30 dias, pelo Tribunal Especia da Confederação Brasileira de Furebol. Não pegou 360 dias de suspensão, mas  nuca mais vestiu a camisa do Gama. Em 2000,  jogou pelo Paysandu-PR e o brasiliense Dom Pedro II.

Gama 2 x 4 Corinthians foi apiado por: Jorge dos Santos Travassos-RJ e teve po Gama sendo: Alexandre; Marcinho, Gérson (Adriano), Nem, Cléber Lima, Deda (Maninho), Kabila, Lindomar, Alexandre Gaúcho, Romualdo e Mazinho Loyola (Robertinho), dirigido pelo terinador Jair Picerni, O Corinthians foi: MaurícioÍndioMárcio CostaNenêAugustoFreddy RincónMarcos Senna (Edu), RicardinhoMarcelinho CariocaFernando Baiano (Dinei) e Luizão. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

  

 

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