08.11.1999 - Se vencesse a paulista Portuguesa de Desportos, no (velho) Mané Garrincha, em Brasília, o Periquitão ficaria a um ponto de continuar na elite do futebol brasileiro, em 2000. E foi à luta.
Os gamenses foram, grandemente, melhores, durante
toda a etapa inicial, mas só aproveitaram dois ataques para a sua rapaziada fesejar: aos 45 minuos, Caçapa cobrou falta, da esquerda, Sorato desviou a
trajetória da bola, com uma cabeçada, e Alexandre Gaúcho apareceu no lance para
driblar um zagueiro (Fabrício) e colocar a pelota fora do alcance do goleiro do
time “luso”; no segundo tento, Alexandre Gaúcho robou bola no meio do campoo, avançou
até a entrada da área fatal “lousa” e tocou, na medida, para Sorato driblar o goleiro
e bater na rede.
No segundo tempo, a Lusa do Canindé (apelido do time paulista) fez gol, com 1m40seg.
Mas não chegou a esfriar o Periquitáo que, empurrado ela sua torcida, seguiu melhor
na pugna. Só que o visitnte explorou o fato de ter um homem a mais – Deda fora
expulso de campo, por trocar sopapos com um adversário (Aílton) – e foi ao ataque,
deixando os alviverrdes só contra-atacando., após os 21º minutos, quando o treinador Júlio Espinosa trocou mo meia Alexandre Gaúco, que vinha sendo o melhor do time,
pelo lateral-direito Marcinho, e mandou o lageral-direito Paulo Henriuque fechar
o meio-de-campo. Deixou a sua rapaziada sem meiúca
e ataque, pois o PH náo sabia lançar. Quem lançaria quem? Espinosa ganhou os
gritos de “burro,burro, burro!”, mas se segurou e o Gama ficou a um pontinho do
paraíso.
Lourival
Dias-BA marcou a peleja, público e renda nãoi foram anunciados e o Gama alinhou: Alexandre; Paulo Henrique, Nen, Jairo
e Rochinha; Deda, Caçapa, Lindomar e Alexandre Gaúcho (Marcinho); Juari
(Mazinho Loyola) e Sorato. A Portuguesa de Desportos teve: Fabiano; Márcio
Goiano (Dimba), Emerson, Fabrício (Marcelo Borges) e Sndreo (Ricardo Lopes);
Simão, Carlinhos, Aílon e Leandro; Da
Silva e Evandro. Treinador: Juninho Fonseca.
O Gama conquistou o ponto que precissava, na noite da qurta-feira 10 de novembro de 1999, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas-SP, empatando, com a Ponte Preta, por 0 x 0. Mas a Confedração Brasileira de Futebol havia tirado cinco pontos do São Paulo, e repassado ao Botaogo, por ter o lube paulista usado o o atacante Sadnreo Hiroshi, irregulamente. O Gama, que nada tinha a ver com o caso, foi dado por rebaixado, mas não aceitou a manobra, foi à Justiça comum e ganhou todos os rounds no tapetão. Na bola, ficou em 15º lugar, com 26 pontos, em 21 jogos que apresentaram sete vitórias, cinco empates e nove escoregadas, marcando 24 e levando 29 gols - ficou à frente de Internacional-RS e Paraná (24); Grêmio-RS e Juventude-RS (22); Botafogfo de Ribeirão Preto-SP (21); Portuguesa de Desportos (18) e Sport Recife (17).
OBS:
a luta do time alviverde candango para não ser rebaixado pode ser lida em “Gama, o Rei do Tapetão”.
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