Vasco
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1970
ESQUINA COM BOLA FORA PRA TODO LADO
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| Reprodução da Revista do Esporte |
domingo, 30 de agosto de 2015
HISTÓRIAS DO KIKE - COPACABANA PALAE


Todo o luxo, sofisticação e lendas que se contavam em torno do carioca hotel Copacabana Palace começaram a dar um tempo durante a décda-1970, quando seu criador, Octávio Guile, “partiu desta para uma melhor”, deixando dificuldades para os familiares manterem a casa, que andou perto de ser demolida, pra virar um centro comercial.
Os imensos salões do glamuroso Copa virariam novidades da época,
como rinques de patinação e pista de skate, por exemplo, e só parte da área seria
hotelaria. No entanto, a Secretaria Municipal de Planejamento do Rio de Janeiro
rechaçou o projeto, por unanimidade, porque o conceito que valia na época era reformar
velhos imóveis e revitalizá-los, economicamente. Assim, o Copa escapou das
picaretas e dos picaretas, sob comoção popular.
Quando nada, a decadência da casa valeu peninha do Instituto do
Patrimônio Histórico Artístico Nacional e do seu correlato municipal, que não
deixaram a casa viraria prédio de 37 andares. Preferiram deixa-lo com a sua
então nada boa impressão de decadência, exibindo móveis desgastado e preservação precária dos apartamentos, não
passando de um hotel com três estrelas.
Por ali, o Copa andava tão
brega que, ao ir ao Rio de Janeiro, para enfrentar o Botafogo, ou o Americano
(não me lembro bem) pelo Campeonato Brasileiro de Futebol, o Brasília Esporte
Clube recebeu da então Confederação Brasileira de Desportos (que pagava
passagens aéreas, alimentação e hospedagens dos clubes) pacote de hospedagem no
Copa. Como a agremiação tinha acordo com a Associação Brasiliense de Cronistas
Desportivos, de reservar uma passagem e hospedagem para um jornalista, a vez
foi do Jornal de Brasília, e o seu enviado especial (termo da época) seria
o Luís Augusto Guimarães Mendonça, o Luisinho, que não estava podendo viajar e
pediu-me para trocar a viagem com ele.
Para a imprensa candanga, motivo de grandes manchetes, pois seria a primeira vez que um clube de Brasília jogaria no Maracanã - beleza! Rumamos para o Rio e a delegação foi recebida, no aeroporto do Galeão, por Ildo Nejar, o diretor da CBD que cuidava dessa parte. Prstígio para o Brasília: Nem tanto: o almirante Heleno Nunes, irmão do vice-presidente da república, Adalberto Nunes, queria todo time de região onde a ARENA- Aliança Renovadora Nacional - partido dosm milares que mandavam noi pais - tinha dificudldes políticasa sendo recebidos pela CBD, no Rio de Jqneiro.
Pois bem! Quando chegamos ao Copacabana Palace e a rapaziada foi subindo aos seus apartamentos, fiquei apavorado com o barulhão que fazia o elevador. Desci e voltei, assombrado, com a impressão que o zuadão fosse de uma turbina de avião, ou de um prédio desabando. E desci, imediatamente, para comunicar ao supervisor do Brasília, o gente fina Edílson Braga, que não me hospedaria com a delegação. Faria a cobertura da partida e reencontraria o grupo no aeroporto, na volta a Brasília – ele ficava com as passagens.
Ainda com o barulhão do elevador nos meus oritimbós, telefonei ao
amigo Zildo Dantas, dn jornal O Dia, avisando-o
de que iria dormir na casa dele, e ele marcou encontro em um bar da Avenida
Atlântica, para derrubarmos uma cervejinha – devemos ter derrubado umas cinco naquele calorão carioca – e fomos pra o ap dele.
Deixei de dormir no Copacabana Palace Hotel – onde haviam dormido Rainha
Elizabeth II, da Inglaterra; o físico alemão Albert Einstein, criador da Teoria
da Relatividade; Santos Dumont, o “pai da aviação”; Pelé, o “Rei do Futebol”;
Walt Disney, o “Rei da Animação (cinematográfica); Fred Astaire, o “Rei do Sapateado”; Carmem Miranda, a bombshell luso-brasilera da música e do cinema daqui e dos Estados Unidos; as
atrizes Brigitt Bardot; Jayne Mansfield; Ava
Gardner, Marlene Dietrich, Jayne Mansfield, Rita Hayworth e Ginge Rogers - para passar a noite
sobre um sofá de curvin, na Cruzada de São Cristovão, aglomerado criado para
abrigar moradores da incendiada favela da Praia do Pinto.
Quando acordei no desconfortável sofá do Zildô, como a turma o chamava, ele me sacaneou: “Levanta, mané! Deveria ter dormido, no
Copacabana Palace, com a Ava Gardner”, no que espanei: “Eu, dormindo com a Ava
Gardner!”.
- Porque, não? Ela meteu xifre no Frank Sinatra, com todo mundo. Porque não o xifraria, também, com um repórter filho da puta e mau caráter, como você? - cá pra nóiz: quem tinha os amigos sacanões que eu tinha, precisava de inimigo pra quê? De quebra, depois de fugir do Copacabana Palace e me mandar para a Cruzada de São Cristóvão, o Brasília perdeu, por 1 x 0, com gol marcado por Té (Paulo Sérgio Possidente Campanário) e, pela minha matéria enviada, mandei dizer aos leitões brasilienses que “os elevadores do Copacabana Palace haviam assombrado o time candango, que entrara em campo com medo de fantasmas” – de bom tamanho?
DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA – VERA VIANNA, PRIMEIRA ENGRAÇADINHA
sábado, 29 de agosto de 2015
VASCO 0 X 1 FIGUEIRENSE - TRAGÉDIAS DA COLINA
29.08.2015 (sábado) Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Francisco Carlos do Nascimento-AL. Público presente: 17.940 torcedores Pagante: 14.857. Renda: 436.840,00. Gol: Marcão, aos 48 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Jean Patrick (Thalles), Anderson Salles, Luan e Christianno; Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Romarinho), Nenê e Rafael Silva; Riascos (Andrezinho). Treinador: Jorginho Amorim. FIGUEIRENSE: Alex Muralha, Leandro Silva, Thiago Heleno, Bruno Alves e Marcos Pedroso; Daner, Paulo Roberto (Fabinho), João Vitor (Yago) e Dudu; Clayton e Alemão (Marcão). Treinador: René Simões.
CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE AGOSTO
VASCO 3 X 0 INTERNACIONAL-RS, amistoso, em Sã Januário, prevalecendo a fórmula "P-2-P", isto é, Paulo Roberto marcou dois gols e Paulinho o outro.
VASCO 4 X 0 OPERÁRIO-VG foi um amistoso de 1987, na casa do adversário, com Romário (2), Roberto Dinamite, William, Zé Sergio e até o zagueiro Donato visitando as redes do time mato-grossense da cidade de Várzea Grande. Até então, além daquele "caça níquel", o "Almirante" havia afogados o adversário nos dois ´jogos oficiais que haviam disputado, pelo Campeonato Brasileiro – 08.11.1979 - Vasco 5 x 1, no Maracanã, e 05.10.1986 - Vasco 6 x 0, em São Januário.
DETALHE: a "Vascodata" 29 de agosto anota quatro empates por 1 x 1: 29.08.1953 – Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.1953 - Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.2001 - Vasco 1 x 1 América-MG e 29.08.2004 - Vasco 1 x 1 Fluminense.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
HISTORI&LENDAS DAS COLINA - O BOM

quinta-feira, 27 de agosto de 2015
ALMIRANTE FICA DEVENDO NO PLANALTO
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAMPEÃO DA LIBRTADORES
CAMPANHA: 04.03.1998 – Vasco 0 x 1 Grêmio-RS; 17.03.1998 – Vaco 0 x 1 Guadalajara-MEX; 20.03.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 26.03.1998 – Vasco 3 x 0 Grêmio-RS; 03.04.1998 – Vasco 2 x 0 Guadalajara-MEX; 09.04.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 15.04.1998 – Vasco 2 x 1 Cruzeiro-MG; 13.05.1998 – Vasco 1 x 1 Grêmio-RS; 27.05.1998 – Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 30.05.1998 – Vasco 0 x 0 Cruzeiro-MG; 16.07.1998 – Vasco 1 x 0 River Plate-ARG; 22.07.1998 – Vasco 1 x 1 River Plate-ARG; 12.08.1998 – Vasco 2 x 0 Barcelona-EQU; 26.08.1998 – Vasco 2 x 1 Barcelona-QUE. (fotos reproduzidas da Revista do Vasco).
| evista do Esporte |
terça-feira, 25 de agosto de 2015
HISTORI&LENDAS DA COLINA - MUNI-47
No jogo seguinte, voltou a golear: 5 x 0 Canto do Rio. Mas tornou a derrapar: 2 x 2 Flamengo. O pior, porém, viria na próxima rodada: 0 x 4 do Botafogo. Mas, com 3 x 2 Fluminense e 4 x 2 Madureira, carregou a taça, relacionando oito vitórias, um empate e uma escorregada. Friaça foi o artilheiro, com 13 dos 40 gols marcados pelo time armado pelo treinador Flávio Costa, que sofreu só 15, tendo por base: Barbosa, Augusto e Rafanelli; Ely, Danilo e Jorge; Nestor (Djalma), Maneca, Friaca, LelÉ' e Chico.
2 - Friaça foi vascaíno em três oportunidades: de
3 - A maior goleada cruzmaltina rolou pra cima do Canto do Rio, um time de Niterói e que não disputa mais as temporadas do futebol carioca, desde 1964. Foi a maior, também, em jogos oficiais do Estadual-RJ, por 14 x 1, em 6 de setembro de 1947. Seguem cinco balaiadas por 11 x 0, em cima de: Andarahy-RJ (29.12.1937); Brasil-RJ (01.05.1927); São Cristóvãol-RJ (03.07.1949); Göteborg, da Suécia (22.05.1959); Combinado de Trondheim, da Noruega (01.06.1961) e Combinado de Petrópolis-Rj (13.02.1988). Os outros integrantes dos “times mais castigados” levaram 10 x 0 e foram: Brasil-RJ (16.06.1935); Bonsucesso-RJ (21.05.1944) e Colatinense-ES ( 09.05.1954). Desses jogos, Claudinha, diante do Canto do Rio, os dois contra o Brasil e o diante do Bonsucesso foram
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - VILLA-LOBOS
5 - O Vasco enfrentou o Ypiranga, de Salvador-BA, em nove ocasiões. Confira data e placar: 03.04.1941 - Vasco 5 X 0; 01.05.1946 - Vasco 4 x 1; 16.06.1948 - Vasco 3 x 1; 23.03.1953 - Vasco 8 x 1; 19.02.1959 - Vasco 6 x 1; 14.06.1960 - Vasco 0 x 2; 15.11.1960 - Vasco 3 x 1; 08.09.1963 - Vasco 0 x 1 e 11;06.1975 - Vasco 1 x 0.
domingo, 23 de agosto de 2015
DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - MARIA QUITÉRIA, A PRIMEIRA MILITAR
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| Reprodução de www.ahistória.com.br |
Para ir à luta, Quitéria precisou fugir do pai, um pequeno agricultor do município de Cachoeira, que discordava dos seus planos. Lutar, no entanto, ela o fazia desde os 10 anos de idade, quando perdera a mãe e passara a cuidar da casa e dos dois irmãos mais novos, o que tirou-lhe a chance de frequentar a escola.
A brava moça foi engajada no Batalhão dos Voluntários do Príncipe, os “Periquitos”, por adotar o verde na gola e nos punhos do fardamento. Mas ela não conseguiu ficar incógnita por muito tempo. Duas semana depois da fuga, o seu pai localizou-a, e só não a levou de volta para casa porque o major Silva e Castro o impediu, por vê-la no lugar certo.
Maria Quitéria lutou contra os portugueses na foz do Rio Paraguaçu, mostrando muito heroísmo. Depois, os combateu nas áreas de Pituba e Itapuã, em Salvador, sempre mostrando muita bravura, o que valeu-lhe receber, no Rio de Janeiro, das mãos do imperador, a comenda do "Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro". Além de uma carta do monarca, para o seu pai, pedindo-lhe que a perdoasse pela fuga de casa.
HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS
No jogo seguinte, voltou a golear: 5 x 0 Canto do Rio. Mas tornou a derrapar: 2 x 2 Flamengo. O pior, porém, viria na próxima rodada: 0 x 4 do Botafogo. Mas, com 3 x 2 Fluminense e 4 x 2 Madureira, carregou a taça, relacionando oito vitórias, um empate e uma escorregada. Friaça foi o artilheiro, com 13 dos 40 gols marcados pelo time armado pelo treinador Flávio Costa, que sofreu só 15, tendo por base: Barbosa, Augusto e Rafanelli; Ely, Danilo e Jorge; Nestor (Djalma), Maneca, Friaca, LelÉ' e Chico.
2 - Friaça foi vascaíno em três oportunidades: de
3 - A maior goleada cruzmaltina rolou pra cima do Canto do Rio, um time de Niterói e que não disputa mais as temporadas do futebol carioca, desde 1964. Foi a maior, também, em jogos oficiais do Estadual-RJ, por 14 x 1, em 6 de setembro de 1947. Seguem cinco balaiadas por 11 x 0, em cima de: Andarahy-RJ (29.12.1937); Brasil-RJ (01.05.1927); São Cristóvão-RJ (03.07.1949); Göteborg, da Suécia (22.05.1959); Combinado de Trondheim, da Noruega (01.06.1961) e Combinado de Petrópolis-Rj (13.02.1988). Os outros integrantes dos “times mais castigados” levaram 10 x 0 e foram: Brasil-RJ (16.06.1935); Bonsucesso-RJ (21.05.1944) e Colatinense-ES ( 09.05.1954). Desses jogos, Claudinha, diante do Canto do Rio, os dois contra o Brasil e o diante do Bonsucesso foram
sábado, 22 de agosto de 2015
HISTORI&LENDA DA COLINA - MAR MINEIRO
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
CALENDÁRIO 21, 22, 23, 24 E 25 DE AGOSTO
Dia de apagr velinhas. O Club de Regatas Vasco das Gama atinge 114 temporadas de mais glórias do que outras hipóteses. É uma história que começa pelo remo, a modalidade preferida dos mais de 500 mil habitantes do Rio de Janeiro, em 1898, quando os cariocas iam para as imediações do Passeio Público e da Rua Santa Luzia assistir às corridas de barcos na Baía de Guanabara.
Por aquela época, tentando se livrar do desgaste físico de remar até o Club Gragoatá, e Niterói, para praticarem o “rowing”, como ainda era chamada a modalidade, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre d`Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Souza Júnior decidiram criar um clube de remo. Reuniram-se na residência de um deles, à Rua Teófilo Ottoni Nº 90, traçaram planos, encontraram mais simpatizantes da ideia e promoveram outras reuniões no Clube Recreativo Arcas Comercial, na Rua São Pedro.
O papo foi rolando e, em 21 de agosto de 1898, com 62 associados assinando a ata, no Clube Dramático Filhos de Talma, à Rua da Saúde Nº 293, surgia o Club de Regatas Vasco da Gama, em encontro presidido por por Gaspar de Castro, secretariado por Virgílio Carvalho do Amaral e Henrique Teixeira Alegria.
EMBARCARAM – Clube criado, era hora de comprar os barcos. A rapaziada fez a chamada “vaquinha”, comprou três baleeiras – Zoca, Vaidosa e Volúvel – e se inscreveu na União de Regatas Fluminense. Menos de um ano depois, em 4 de junho de 1899, o Vasco já vencia sua primeira regata, na Classe Novos, com Volúvel, de seis remos, em páreo que teve o seu nome, como era de costume nomear as disputas com as denominações dos clubes.
Os primeiros vencedores cruzmaltinos foram da guarnição formada pelo patrão Alberto de Castro e os remadores José Lopes de Freitas, José Cunha, José Pereira Buda de Melo, Joaquim de Oliveira Campos, Antônio Frazão Salgueiro e Carlos Batista Rodrigues. Entre 1905 e 1906, o Vasco conquistou os seus primeiros títulos no remo, com o bi, cinco dias após o aniversário. Em 192.13.14 veio o primeiro tri, pelos barcos Meteoro e Pereira Passos.
ROLA A BOLA - A simpatia pelo futebol chegou ao Club de Regatas Vasco em 1913, quando um combinado português exibiu-se no Rio de Janeiro, motivando a colônia portuguesa a aderir à modalidade, com a criação do Centro Esportivo Português, do Lusitano e do Lusitânia, este o único que foi avente. Mas, como o estatuto que só permitia a associação de portugueses, o Vasco da Gama, que nascera pregando a união racial, convenceu os “gajos” a abandonarem tal ideologia e partirem para uma fusão, a fim de entrarem nas disputas da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA.
A partir de 26 de novembro de 1915, o Vasco não se desligaria mais do futebol. Em 3 de maio de 1916, usando camisas pretas, com a cruz da Ordem de Cristo no lado esquerdo do peito, a sua rapaziada estreou na nova modalidade, no campo do Botafogo, perdendo do Paladino Futebol Clube, na Terceira Divisão da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA), por 10 x 1. Coube ao português Adão Antônio Brandão, que praticava, ainda, atletismo, remo, natação e polo aquático, cravar a primeira bola vascaína na rede.
VITÓRIAS, porém, só em 29 de outubro de 1916. A vítima foi a Associação Atlética River São Bento, batida, por 2 x 1, com Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida comparecendo às redes do campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello, valendo pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão (LMSA). Naquele primeira temporada, o Vasco terminou na última colocação.
Em 1917, a LMSA passou por transformações, mudou seu nome para Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMTD) e aumentou o número de participantes, em cada divisão. Com isso, os seis da “Terceirona” subiram para a “Segundona”. E lá se foi o Vasco, que melhorou e obteve nove vitórias, em 16 jogos, saído da temporada em quarto lugar. Grande avanço. Em 1918, o Vasco já ameaçou os rivais. Foi o terceiro colocado. Em 1919, com nove vitórias, caiu, para quinto. Em 1920, tornou a melhorar e ficou em quarto lugar.
CHEGADO 1921, a Liga Metropolitana promoveu mais uma virada de mesa. Separou a série principal pelas categorias A e B, na qual ficou o time vascaíno. E, por dois pontos, ele não foi o campeão de sua turma. Mas, em 1922, venceu a Série B da “Primeirona”.
O jogo do título foi em 17 de julho de 1922, na Rua Morais e Silva, com uma goelada, 8 x 3, sobre o Carioca, valendo a Taça Constantino, a primeira do futebol cruzmaltino. O chefe da rapaziada era um uruguaio, Ramón Platero, e o time das faixas teve: Nélson, Mingote e Leitão; Nolasco, Bráulio e Artur; Pascoal, Cardoso Pires, Torterolli, Claudionor e Negrito. Claudionor foi o principal “matador”, com quatro tentos, seguido de Cardoso Pires (2) Pascoal e Torterolli um, cada.
DIA DE COMEMORAR - Na data do seu aniversário, 21 de agosto, o Vasco já disputou 18 jogos. Venceu 12, empatou três e ficou atrás no placar só em três, o que lhe dá 74% de aproveitamento. Nesses confrontos, a rapaziada mandou 43 bolas as redes e foi buscar 16: saldo de 27 tentos.
A primeira partida vascaína nos 21 de agosto ficou no 1 x 1, com o já extinto Palmeiras-RJ, no estádio da Rua Figueira de Mello, em um domingo, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão. A última foi um outro 1 x 1, com o Fluminense, em 2011. Na penúltima, vitória, por 1 x 0, sobre a Portuguesa de Desportos, pelo Campeonato Brasileiro de 2008, em Santa Bárbara D´Oeste-SP. No meio disso tudo há um jogo com uma data interessante: 21 de agosto de 1989. Lembra-se de 21 de agosto de 1898?
Dos 18 jogos no aniversário cruzmaltino, 10 foram por temporada oficiais cariocas; três amistosos; um pela Taça João Havelange; um pela Copa Mercosul e dois pelo Brasileirão. Para os torcedores mais fanáticos, o melhor resultado foi 5 x 2 sobre o Flamengo, em 1949.
FEITOS E FATOS - 21.08.1921 – Vasco 1 x 0 Palmeiras-RJ (Campeonato Carioca); 21.08.1927 – Vasco 4 x 0 Bangu (Carioca); 21.08.1932 - Vasco 1 x 3 Bonsucesso (Carioca); 21.08.1948 – Vasco 4 x 1 América-RJ (amistoso); 21.08.1949 – Vasco 5 x 2 Flamengo; 21.08.1954 – Vasco 4 x 0 São Cristóvão; 21.08.1955 – Vaso 5 x 0 São Cristóvão; 21.08.1960 – Vasco 4 x 2 Madureira; 21.08.1965 – Vasco 2 x 0 Fluminense; 21.08.1977 – Vasco 2 x 0 Botafogo; 21.08.1981 – Vasco 2 x 1 Múrcia-ESP; 21.08.1983 – Vasco 1 x 3 Fluminense; 21.08.1989 – Vasco 1 x 0 Logroñes-ESP; 21.08.1993 – Vasco 4 x 0 Mogi Mirim-SP; 21.08.2001 – Vasco 1 x 2 Cerro Porteño-PAR; 21.08.2005 - Vasco 0
21.08.1927 – Vasco 4 x 0 Bangu. Campeonato Carioca. Estádio: São Januário. Juiz: Oswaldo Travassos Braga. Gols: Zé Maria (contra) e Russinho (2), no 1º tempo, e Álvaro, na fase final.
21.08.1948 – Vasco 4 x 1 América-MG. Amistoso. Estádio. São Januário (RJ). Renda:: Cr$ 52.566,00. Gols: Ademir Menezes (2), Nestor e Dimas (Vsc) e Murilinho (Ame-MG). VASCO: Barbosa (Barquetta); Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Maneca, Ademir Menezes, Dimas (Nestor), Tuta (Ismael) e Chico.
21.08.1949 (domingo) – Vasco 5 x 2 Flamengo – Campeonato Carioca. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Maneca (2), Augusto, Danilo Alvim, Nestor e Ipojucan. VASCO: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ipojucan, Ademir Menezes e Mário. Técnico Flávio Costa.
21.08.1954 (sábado) – Vasco 4 x 0 São Cristóvão – Campeonato Carioca. Estádio: Maracanã-RJ. VASCO: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Ely, Mirim e Dario; Sabará, Laerte, Maneca, Pinga e Dejayr. Técnico: Flávio Costa.
21.08.1955 – Vasco 5 x 0 São Cristóvão. Campeonato Carioca. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Válter Marciano (3), Pinga e Parodi. VASCO: Victor Gonzalez; Paulinho de Almeida e Haroldo; Orlando Peçanha, Laerte e Dario; Sabará, Valter, Ademir Menezes, Pinga e Parodi. Técnico: Flávio Costa.
21.08.1960 – Vasco 4 x 2 Madureira. Campeonato Carioca. Estádio: da Rua Conselheiro Galvão (RJ). Juiz: Airton Vieira de Morais. Renda: Cr$ 705.340,00. Gols: Fernando, aos 31;, Azumir, aos 45; Delem, aos 47;, Pinga, aos 70;, Pinga (pen), aos 78, e e Wilson Moreira, aos 85 min. VASCO: Miguel, Paulinho e Bellini; Coronel, Écio e Russo; Sabará, Delém, Wilson Moreira, Valdemar e Pinga. Técnico: Eli do Amparo
21.08.1977 (domingo) – Vasco 2 x 0 Botafogo. Campeonato Estadual-RJ. Estádio: Maracanã. Renda: Cr$ 220.743,50. Público: 79.997 pagantes. Juiz: Arnaldo César Coelho. Gols: Dirceu, aos 30 min do 1° tempo e Roberto Dinamite, aos 19 do 2°. VASCO: Mazaropi; Orlando, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto (Helinho) e Dirceu; Wilsinho, Roberto e Ramón (Zandonaide). Técnico: Orlando Fantoni.
21.08.1981 (sexta-feira) – Vasco 2 x 1 Múrcia-ESP. Amistoso. Gols: Roberto Dinamite (2). Técnico: Antônio Lopes.
21.08.1989 (segunda-feira) - Vasco 1 x 0 Logroñes-ESP. Amistoso. Gol: Anderson. VASCO: Régis; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Maro Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Andrade (Tornado) e Boiadeiro; Vivinho, Sorato e Tato (Anderson). Técnico: Alcir Portela.
21.08.1993 (sábado) – Vasco 4 x 0 Mogi Mirim (SP). Taça João Havelange. Estádio: São Januário-RJ. Gols: Jardel (2) e Vitor. VASCO: Caetano; Ayupe, Ale, Alex er Bruno Carvalho; França (Vianna), Vitor e Sidney; André Pimpolho, Jardel e Júnior (Denílson).
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| RAMON DE CARRANZA |
Fora das vitórias, a data 23 de agosto, em VASCO 3 X 3 BONSUCESSO, mostra que a data teve, também, muito trabalho com os "pequenos". O empataço está na tabela do Campeonato Carioca-1953, em um domingo, em São Januário. Alvinho (2) e Sabará marcaram os tentos do time treinado por Flávio Costa, que mandou a campo: Ernâni, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Ipojucan, Maneca, Alvinho e Pinga.
25.08.1965 - 1 x 0 Flamengo - VASCO 1 X 0 FLAMENGO - Os maiores rivais dos cruzmaltinos não foram perdoados, em 1965. No 25 daquele "agosto do torcedor", caiu ante a chuteira do atacante Célio Taveira Filho, neto de português. Rolou em uma quarta-feira, valendo pelo segundo turno da Taça Guanabara. Aquele duelo, no Maracanã, apitado por José Gomes Sobrinho, rendeu 18.916.960,00 e o tento saiu aos 23 minutos do segundo tempo. O “Time da Faixa” era treinado pro Zezé Moreira e bateu com: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Célio (foto), Mário e Zezinho.VASCO 0 (4) X 0 (2) ZARAGOZA teve que ir para os pênaltis. E a rapaziada foi à Espanha buscar o Troféu Cidade de Zaragoza-1993. A esquadra do "Almirante" estava comanda por Alcir Portela, seu ex-meio-campista, e jogou, em uma quarta-feira, no estádio







