Aos 16, Romualdo revidou falta e foi expulso de campo. Mas o Gama mostrou
raça e, aos 28, chegou ao empate, por
intermédio de Rodriguinho: 3 x 3. No entanto, aos 33, o goleiro Pitarelli voltou
a entregar a garapa: 3 x 4, que virou 3 x 5, aos 37. Sem querer jogar
a toalha, os alviverdes voltaram a bater na rede, aos 41 minutos, com
Dimba, cobrando pênalti: 4 x 5. Por fim, o árbitro Romuldo Corrêa-SP marcou
pênalti inexistente para os galenses - converteram, aos 48 -, rolou
tremendo rebu dentro do gramado, com o golereio Pitarelli e o meia Jackson
sendo expulsos, além de um atleticano, e a PM sendi chamada a intervir na bagunça. E,
por 4 x 6, o Gama foi rebaixado à Série B do Braileiro, no Estádio
Independência, em Belo Horizonte, diante de 15.783 pagantes
Treinado pro Sérgio Aledsandre, o Gama foi: Pitarelli; Paulo Henrique
(Wilson Goiano), Nen, Vinícius e Rochinha (Victor); Deda, Anderson, Jackson e
Lindomar (Rodriguinho); Romualdo e Dimba. O Alético-MG alinhou: Eduardo;
Neguete (Ronildo), Nen (Genalvo), Edgar (Eraldo) e Mancini; Hélcio, Cleison,
Paulinho e Michel; Kim e Renaldo. Técnico. Geninho.
Aquele foi um dos sete jogos com o segundo maior número de gols - dez - na história do Brsileirão. Os outros foram:
Guarani de Campinas-SP 8 x 2 Clube do Remo-PA (1983); Vasco da Gama 6 x 4 Goiás
(2003); Atlético-PR 6 x 4 Vasco da Gama (2006; Portuguesa de Desportos-SP 5 c 5
Figueirense-0SC (2008) e Bahia 6 x 4
Goiás (2023). Os maiores – 11 gols - ainda são: Corinthians 10 x 1 Tiradentes-PI
(1983) e Santos 7 x 4 Bahia (2003).
702 GOLS A FAVOR DO VASCO COMO JOGADOR, E MIL GOLS CONTRA COMO "PRESIDENTE".
ResponderExcluir