“O Brasiliense é o velho Curintia, mêu”, sacaneavam os paulistas pro conta do time candango alinhar Vampeta e Marcelinho Carioca, anigos ídolos corintianos.
Rola a bola!. Com seis minutos de redondinha no gramado, Diego Taradelli
balançou a rede: 1 x 0. Os paulistas
viraram pra gente (na tribuna de imprensa), cartando: “Não disse, mu! Vai ser
de goleada. Não adiantae o Joel Santana (treinador do Jaca) colocar cinco no meio-de-cmapo”. Mas baixaram o facho, aos
18, quando Márcio Careca empatou a pugna: 1 x 1. Voltaram, porém, a cartar, aos 26, com Danilo desempatando: 2 x
1., placar da etapa inicial.
Fomos
beber o cafezinho e a água mineral que a Administração do Estádio Governador Elmo
Serejo Farias (Serejão) oferecia aos convidados
na Tribuna de Honra, do lado da Tribuna de Imprensa, enquanto os paullsitas
ficarm com os seus laptop escrevendo a
matéria do jogo no primeiro tempo e enviando para os seus jornais.
Rola mais a bola pra os finalmentes e os paulistas já davam o São Paulo por vencedor. O árbitro Helvécio Zequetto-MS já consultava o seu cronômetro para encerrar os acréscimos. Ao levantar o rosto, aos 48 minutos, Igor empatou a pugna: 3 x 3. Aí foi a vez do repórter Dalton Paranaguá, do Jornal de Brasília, sacanear os caras: “Aí, meu! O Jaca mordeu vocês bem na bunda!” – todo mundo riu, pois todos éramos amigos, estávamos, sempre, nos encontrando pelos estádios durante aquele Brasileirão.
prélio que teve ... pagantes e renda de..... O Brasiliense
alinhou: Eduardo; Dida, Régis, Jairo e Márcio Careca; Deda, Robston (Tiano),
Vampeta (Igor), Marcelinho Carioca e Iranildo
Xuxu; Agnaldo (Alex Oliveira). O São Pasulo teve:
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