Vasco

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sábado, 24 de julho de 2021

QUATRO QUATRERAZAGENS MAIENENSES

 Assombrar pequeneduras, ou granduras de utros Estados nunca deu pena ao cruel Almirante.  Pergunte à história de três riojaneirenses e de uma baianitude. Vamols lá? 

11 de maio de 1946 - Vasco da Gama 4 x 0 Madureira  - não foi na casas de um e nem do outro. Rolou quatragem no Estádio Caio Martins, em Niterói, em pugna pelo Torneio Municipal que, como o nome sugere, só reunia times das cidade do Riode Janeiro. O assanhadinho do dia foi  Ipojucan, balançando o filó em duas oportunidades - Friaça e João Pinto também ciscaram a rede, a mando do treinador uruguaio Ondino Viera, que  que descoloriu o Tricolor Suburbano no molejo de: Martinho, Rubens e Carlinhos; Jorge, Nilton, e Vitorino; Friaça, Elgen, João Pinto, Ipojucã e Mario.

11 de maio de 1975 - Vasco da Gama 4 x 0 Portuguesa-RJ - pega pesado do Estadual-RJ, em um domingo são-januarense, conferido por 5.172 pagantes. Coincidentemente, repeteco do calendário, passadas 29 tremporadas. Roberto Dinamite (3) e Dé Aranha enrolaram Zebra da Ilha do Governador nas teias do Almira. O tecedor de esquemas táticos  redeiros chamava-se Mário Travaglini que convocu ara o sacode: Andrada; Paulo César Puruca, Miguel, Renê e Celso Alonso; Alcir e Zanatta; Luís Carlos Lemos, Carlinhos, Dé (Jair Pereira) e Roberto Dinamite.

12 de mio de 1996 - Vasco da Gama 4 x 0 Olaria -  dia em que a tocida desaparceu e os fantasmas apareceram. Afinal, 640 pagantes é o que ser pode chamar por torcida fantasma. Valeu pelo Estadual-RJ, dominguíssimamente, e  o arrecadado pelas bilheterias do estádio da Rua Bariri não deu para pagar o preço da bola maltratada pelos bicos das chuteiras da rapaziada. O time do Almira era comandado pelo treinador mineiro Carlos Alberto Silva e a sua brava gente assinava por: Carlos Germano; Pimentel, Sidney, Válber e Dioney (Brener); Luisinho, Leandro Ávila e Juninho (Zé Carlos); Alex, Assis (Nélson) e Brener.

13 de maio de 2009 - Vasco da Gama 4 X 0 Vitória-BA-  adata é uma das mais importantes, socialmente, na história brazuca, pelo fim da escvravidão no país. Mas foi escura para os rubro-negros baianos. Diane de 10.598 pagantes, em uam quarta-feira, no carioc estádio de São Januário, eles foram passados para trás pelos gols de Carlos Alberto, Elton, Paulo Sérgio e Nílton. O chefe deles era Dorival Júnior e toda a turma quatreira atendia por: Fernando Prass; Paulo Sérgio; Vilson, Gian e Ramon; Amaral, Nilton, Léo Lima e Carlos Alberto (Alex Teixeira); Elton (Alan Kardeck) e Rodrigo Pimpão (Faioli).

 

 

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