Vasco

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - COPA RIO

1 - O “Expresso das Vitória” era tão atraente que, durante a I Copa Rio, lançadora do Mundial Interclubes da FIFA, em 1951, chegou a levar 273 mil, 684 pessoas aos seus jogos, no Maracanã, pela competição internacional. Confira: Vasco 5 x 1 Sporting-POR, 91.438 (79.712 pagantes), com renda de Cr$ 2 milhões 574 mil 850,00 cruzeiros; Vasco 2 x 1 Nacional-URU, 61.766 (49.230 pagantes ) e arrecadação de Cr$ 1.532.120,00; Vasco 1 x 2 Palmeiras, 42.992 (30.265 pagantes) e Cr$ 901.520,00 nas bilheterias; Vasco 0 x 0 Palmeiras, 77.488 (63.668 pagantes) e grana de Cr$ 1.914.325,00.
OS VASCAÍNOS quando pegavam os trilhos, pelo “Expresso”, procuravam saber, antes, onde ficava a boca do cofre.
 2 - O Vasco, que estreara no Campeonato Carioca da Segunda  Divisão, em 3 de maio de 1916, conquistou a sua primeira vitória, em. 29 de outubro de 1916: 2 x 1, sobre o River, um clube do bairro da Piedade, fundado em 1914. O jogo foi na Rua Figueira de Melo, com arbitragem de Horácio Salema Ribeiro, e gols vascaínos marcados de Alberto, aos 10, e Cândido, aos 34 minutos. O time foi: Ary Correia, Jaime Guedes e Augusto Azevedo; Victorino Rezende, João Lamego e Manuel Baptista; Bernardino Rodrigues, Adão Antônio Brandão, Joaquim de Oliveira, Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida.
DA PRMEIRA VITÓRA ninguém nunca esquece. Dizia o poete. Só ele!
3 - O inglês Arsenal, campeão do seu país, era considerado um dos melhores times do mundo – talvez, melhor –, em 1949, e estava invicto. Foi quando veio ao Brasil e passou por São Januário. Ali, o Vasco o venceu, por 1 x 0, jogando com Barbosa, Augusto e Sampaio. Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan (Heleno de Freitas) e Tuta (Mário). O gol saiu aos 33 minutos, após um centro de Mário, da esquerda. A bola cruzou toda área inglesa, sem que o goleiro conseguiu interceptá-la. Pegando a sobra, Nestor bateu, de primeira, sem chances de defesa. Estava quebrada a invencibilidade dos ingleses, que haviam jogado, ainda com Fluminense, Corinthians e Palmeiras. O Arsenal era: Swindin, Barnes e Smith. Macanly. Daniels e Forbes. Mac Pherson. Logie. Rockie. Hshman e Wallance. O juiz foi o inglês Mr. Barrick, auxiliado pelos brasileiros Mário Viana e Alberto da Gama Malcher.
UMA VITÓRIA PRA INGLÊS. O Vasco era o único time brasileiro capaz de vencer o Arsenal. E cumpriu com a sua obrigação.
4 - Time-base vascaíno em 1919: Nélson (Barroso), Palamone (Lamego) e Cruz; Godoy (Adão), Palhares e Quintanilha; Leão, Pederneiras, Dutra (Julinho), Esquerdinha (Guerrero) e Antonico.
 5 - Dois de dezembro de 1923 - Os vascaínos ainda eram amadores, da segunda divisão carioca, quando disputaram sua primeira partida internacional. Empataram, no Estádio Álvaro Chaves, no Rio de Janeiro, por 1 x 1, com o time B do uruguaio Universal Laranjeiras, no Rio de Janeiro, na preliminar de encontro entre o time A dos visitantes contra o Flamengo. Apitado por Braz de Oliveira, o jogo teve o primeiro gol internacional cruzmaltino marcado de Bruno. O time foi: Amaral, Mingote e Hespanhol; Arthur, Floriano e Miranda; Adão, Russo, Pires, Badú e Godoy – Russo fez o dos uruguaios, que precisaram pegar, emprestados, quatro jogadores do Bonsucesso: Mathias, Eurico, Affonso Lúcio, para escalar esta formação: Vidal, Miñol e Caldas; Mathias, Eurico e Galbo; Affonso, Bruno, Scarone, Maldonado e Lúcio. O amistoso marcou, também, a despedida de Adão Antônio Brandão, autor do primeiro gol da história vascaína, nos 10 x 1 contra o Paladino, primeiro jogo do Vasco.
ADÃO DEIXOU MUITAS EVAS CHORANDO. Sim! Ele tinha muitas fãs, pois amava fazer goleiros lhe odiar.
6 - Wálter Machado da Silva, o atacante Silva, foi vascaíno entre 1970/1971, e em 1972/1973. Nascido em 02.01.1940, em Ribeirão Preto-SP, antes de chegar à Colina, passou por São Paulo-SP (1957); Batatais-SP(1958/1959); Botafogo-RP/SP (1959/1962); Corinthians (1962/1965); Flamengo (1965/1966 e 1968); Barcelona-ESP (1966/1967); Santos (1967) e Racing-ARG (1969). Em 1971, esteve, também, no Botafogo. Depois de São Januário, ainda jogou pelo Rio Negro-AM, em 1973. Chegou à Seleção Brasileira, tendo disputado um jogo pela Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra (1 x 3 Portugal). Totalizou oito jogos, com cinco gols canarinhos, em cinco vitórias, dois empates e a queda que eliminou o Brasil do Mundial-66. Contra seleções nacionais foram seis partidas, três vencidas, duas empatadas, uma perdida e duas bolas nas redes. Diante de clubes/combinados teve dois confrontos, vencendo ambos e marcando três tentos.
O APELIDO DO SILVA era "Batuta", o que ele foi, durante a campanha do título carioca de 1970.

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