Vasco

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

MEMÓRIA DA PUBLICI&SPORT-1


Propaganda comercial e esporte ficaram amigos a partir do inicio do século 20, quando o remo era o esporte predileto do Rio de Janeiro, a capital do país.
 Lojas levavam para suas calçadas os musculosos remadores, nos horários de pique, para atração de freguesia. Depois, eles passaram a anunciar produtos, que recebiam em pagamento – tempo dos reclames.
 No futebol, o primeiro brasileiro a virar garoto-propaganda foi o atacante Leônidas da Silva, campeão carioca, em 1934, pelo Vasco.
Ao voltar da Copa do Mundo-1938, na França, como o principal artilheiro e o apelido de “Diamante Negro”, a graça virou marca de chocolate, no início da década-1940. 
Quem armou o lance foi o jornalista José Maria Scassa, que tirou da fabricante Lacta dois contos de reis. 
  Mais tarde, quando ainda não era politicamente incorreto anunciar o tabagismo, Leônidas emprestou o seu nome à maior fábrica de cigarros, a Sudan, que pagou-lhe 15 contos de reis.
Para atrair mais o consumidor, havia figurinhas com jogadas dele dentro dos maços.
Neste anúncio de um produto de beleza feminino, publicado pela revista semanal carioca "O Cruzeiro", confira que o anunciante buscou uma mulher bonita e um esporte de elite, o tênis, para mandar o seu recado às mulheres vaidosas. Afinal, pobre não tinha (e ainda não tem) dinheiro para gastar com embelezamentos. 
Marca de guaraná, também, investiu no "glamour" do tênis para se promover por página de revista, no caso aqui, a mesma citadas acima.
Só que a sua agência de publicidade preferiu a propaganda por meio de desenho, o que era muito usado durante a década-1950, quando este "reclame" chegava ao consumidor. 
Embora o guaraná seja uma fruta muito produzida na Amazônia brasileira, o tênis é um esporte estrangeiro.

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