Vasco

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quarta-feira, 8 de março de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - PAPÃO

1 - Em 1992 , o Maracanã estava fechado, devido a queda da grade de um setor da  arquibancada. Por causa daquilo, os clássicos vascaínos foram para a Colina. E a rapaziada do técnico Joel Santana – Carlos Germano, Luís Carlos Winck, Jorge Luiz, Tinho e Cássio; Luizinho, Leandro, Carlos Alberto Dias e Bismark; Roberto “Dinamite” e Edmundo – não bobeou: faturou os dois turnos.

2 - Em 1993, ainda sob o comando do Natalino (Joel Natalino Santana), o Vasco ganhou a Taça Rio e as finais, contra o Fluminense: 2 x 1, 1 x 2 e 0 x 0. Se deu melhor, por  ter mais pontos, no geral. Em 1994, o caneco foi mais difícil pintou de um quadrangular final de dois turnos, encarando Botafogo, Flamengo e Fluminense. O jogo da faixa  foi diante deste último, em 15 de maio, e o técnico Jair Pereira escalou: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Torres e Cássio; Leandro, Luizinho, França, William e Yan; Waldir e Jardel. A turma mandou 2 x 0, com Jardel pimbando os dois  no filó, virando o herói da finalíssima. E do tri. 
 
3 - Em Vasco x Flamengo, temos: PRIMEIRO JOGO OFICIAL: Vasco 3 x 1 Flamengo, em 29 de abril de 1923, pelo Campeonato Carioca, no campo da Rua Paysandu. MAIOR SÉRIE INVICTA VASCAÍNA: 10 vitórias, de 14 de julho de 1947 à 13 de novembro de1949.  MAIOR GOELADA CRUZMALTINA: 7 × 0, em 26 de abril de 1931. MAIOR INVENCIBILIDADE DO VASCO: 23 partidas, de 13 de maio de 1945 à 25 de março de 1951.
Depois de 1957, Pelé voltou a vestir a camsia cruzmatina, em 1969

4 - Em 26 de junho de 1957, Pelé, ainda coms 16 anos de idade, vestiu a camisa do Vasco da Gama, que formavas um combinado com o Santos, enfrentou e marcou gol em cima do Flamengo.  O jogo valeu pelo Torneio Internacional Morumbi, foi apitado por Anver Bilate e Pelé, realmente, marcou um gol – Dida fez o dos rubro-negros. Os dois times jogaram assim: VSC/Santos: Manga, Paulinho, Bellini, Ivan; Urubatão, Brauner; Iedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair, Tite.

5 - Depois daquele encontro no "Maraca", Pelé fez uma outra partida pelo combinado, três dias depois, mas jogou com a camisa do "Peixe", porque o prélio rolou no Morumbi, em "Sampa". E, como de costume, deixou uma bola na gaveta, em novo empate, por 1 x 1. O juiz  tinha um nome bem sugestivo: Walter Galera e os "vascossantistas" foram foram: Manga; Paulinho, Bellini e Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo, Pelé, Del Vecchio, Valdemar (Darci) e Pepe.
 
6 - As atuações de Pelé por aquele time e os elogios da imprensa levaram o técnico da Seleção Brasileira, Sylvio Pirillo, a convocar o menino de então 16 anos para enfrentar a Argentina, pela Copa Roca, no Maracanã, em 7 de julho do mesmo 1957. Ele entrou no segundo tempo, em lugar de Del Vecchio, e marcou o seu primeiro tento com a camisa canarinho. Mesmo levando 2x1 dos "hermanos", Pelé foi elogiado. Por aquele mesmo torneio, o grande ex-meia vascaíno Jair Rosa Pinto, aos 36 anos, voltou a vestir a camisa cruzmaltina, 11 anos depois de ter passado por São Januário

7 - Conta-se que o Vasco tentou comprar o passe de Pelé por aqueles inícios de carreira, no Santos. Foi em 1957, quando ele vestiu a camisa cruzmaltina, pelo Combinado Vasco/Santos, que rolou a história, com muito mais cara de lenda. Contam também, que o “Peixe”, em resposta, mandou perguntar quanto os vascaínos cobrariam para liberarem o zagueiro Bellini. Há uma outra história dando conta de que os santistas toparem negociar, mas a “Turma da Colina” achou Pelé muito verde. Isso teria ocorrido quando o Vasco comprou o passe de Walter Marciano. Se este foi para a Colina em 1955, como o fato pode ter acontecido, se Pelé chegou à Vila Belmiro, em 1956? Como os jornalistas daquela época não estão mais vivos, para confirmar ou desmentir, o jeito é ficar no limite entre o real e a lenda, pois lendas sobre o “Camisa 10” sobram.

2 - Pelo final da década-1960, a imprensa divulgou que o Vasco teria oferecido Cr$ 100 milhões de cruzeiros (moeda da época), pelo empréstimo de Pelé. O então principal semanário esportivo do país, a “Revista do Esporte”, ironizou. Via tudo como atitude promocional dos cartolas de São Januário. Principalmente, levando-se em conta que o Santos tinha no “Rei do Futebol” a sua maior fonte de renda, o captador de dólares no exterior. A publicação ainda garantia que nenhum clube carioca dispunha daquela quantia e que, mesmo que tivesse, o Vasco não a recuperaria até o final da temporada.

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