Vasco

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTNAS - CÉLIO

1 - O maior artilheiro cruzmaltino na década-1960, Célio Taveira Filho, era, também, um jogador disciplinado. Só foi expulso de campo em duas oportunidades:  emm 6 de março de 1963, pelo Torneio Rio-São Paulo, em Vasco 0 x 0 Olaria, no Maracanã, e em 9 de maio de 1963, durante Vasco 3 x 3 Portuguesa de Desportos, no Pacaembu, em São Paulo. Em ambas as vezes, por trocas “gentilezas”, respectivamente. Primeiramente, com o ponta-esquerda bariri Roberto Peniche, um ex-vascaíno. Depois, e com o lateral-direito Aberlado, da Lusa.
 
2 - Já aconteceu de um mesmo jogador marcar gol sobre o Vasco usando mais de uma camisa. Em 9 de maio de 1963, pelo Tornei Rio-São Paulo, o atacante Henrique Frade marcou dois gols (um de pênalti), em Vasco 3 x 3 Portuguesa de Desportos, no Pacaembu, em São Paulo, pelo Torneio Rio-São Paulo. Antes, ele havia marcado jogando pelo Flamengo. Em 25 de julho de 1973, o atacante Dionísio “Bote Atômico” marcou, para o Fluminense,  durante uma prorrogação que tirou dos vascaínos o título  do segundo do Estadual. Antes, ele havia marcado, contra o Vasco, pelo Flamengo.   

3 -19 de julho de 1937 - Os presidentes do Vasco, Pedro Pereira Novaes, e do América, Pedro Magalhães Correia, reuniram-se, secretamente, na Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro, e elaboraram uma estratégia pacificadora que resultou na fusão da Liga Carioca de Futebol com a Federação Metropolitana de Desportos, fazendo surgir a Liga de Futebol do Rio de Janeiro, aceita imediatamente pelos outros dez clubes que integravam as duas antigas entidades. Em 31 de julho, promoveu-se o amistoso Vasco x América, em São Januário, valendo a Taça Pinto Bastos e o Bronze da Vitória, este oferecido pela revista “O Cruzeiro”. O Vasco mandou 3 x 2 e carregou os dois. Criou-se, também, o Troféu da Paz, que os dois disputaram, em 1938 e em 1938, assunto para uma outra história.
Resultado da trama: nasceu o “Clássico da Paz”, entre Vasco e América.
 

Sabará era amigo de Garrincha
5 -Década-50 - Vasco e Botafogo duelavam, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca., e o ponta-direita Sabará dava um trabalho danado ao lateral-esquerdo Nílton Santos, o maior da história do futebol brasileiro. Cansado de tantos desrespeitos, o “Enciclopédia” aproveitou uma bola que espirrada entre os dois, para acertar-lhe um chute fortíssimo e tirá-lo de campo. Sabará, porém, matou a bola no peito e mandou-a para o fundo da rede.

6 - Onofre Anacleto de Souza, o Sabará, nascido em 18.06.1931, em Atibaia-SP, e tendo vivido até 08.10.1997, disputou 576 jogos, durante os 12 anos (1952 a 1964) que passou em São Januário. Ele é o terceiro maior vestidor de camisas cruzmaltinas, só perdendo para Roberto Dinamite e Carlos Germano. Foi campeão carioca em 1952/56/58, e dos Torneios Rio-São Paulo-1958; Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer-1953; de Paris-1957 e Tereza Herrera-1957. O seguinte é o seguinte: Nilton Santo confirma que Sabará lhe dava muito trabalho, mas não se lembrava desse lance que teria resultado em um dos três gols reais marcados pelo ponta-direita vascaíno, sobre o Botafogo, por Campeonatos Cariocas: 22.12.1954 – Vasco 4 x 2 Botafogo; 28.09.1958 – Vasco 3 x 2 Botafogo e 15.11.1959 – Vasco 4 x 2 Botafogo.

7 - Temporada-2009 - Deveria ser só uma provocação à torcida do Vitória, eliminado da Copa do Brasil, dentro do Barradão, pelo Vasco. Mas terminou custando o cargo ao comandante da 17ª Companhia Independente, no Bairro do Uruguai, em Salvador, o major Francisco César Cunha Bonfim. Ele foi responsabilizado pelo “amanhecimeto” de uma bandeira vascaína tremulando no mastro em frente à sede do batalhão, onde, costumeiramte, são hasteadas as do Brasil, da Bahia e da PM baiana.
Autoria do crime: muito provavelmente, algum torcedor do Bahia, infringindo ao inciso II do artigo 41 do Estatuto dos Policiais Militares, sobre o respeito aos símbolos. Deu a maior bandeira!

 

2 comentários:

  1. Garrincha teve em Coronel, médio esquerdo do Vasco da Gama, o seu marcador mais eficiente. Podia até segurá-lo pela camisa, mas jamais usava de violência.

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  2. Vi Célio jogar inúmeras vezes pelo Vasco da Gama. Creio que do Vasco ele foi jogar na Argentina.

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