Vasco

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

VASCOMENGUISTAS E FLAMENCAÍNOS-11

Antônio Lopes dos Santos, carioca, nascido em 12 de junho de 1941, foi um treinador de grande identificação com o Vasco da Gama. Ultimamente, ele não tem exercido mais o ofício. Trabalha, desde 2013, como como executivo do clubes e, desde o final de 2014, serve ao Botafogo.

Lopes vascaíno, reproduzido de
www.netvasco. Agradecimento
Lopes chegou a ser atleta do Olaria e  do Bonsucesso, mas preferiu apostar na sua formação em Educação Física. Depois de graduado, foi convidado, em 1974, pelo colega de faculdade e então preparador físico vascaíno, Hélio Vígio, para  integrar a comissão técnica liderada pelo treinador Mário Travaglini. Era o início de uma nova carreira. Até então, vinha sendo delegado de polícia.
Lopes esteve auxiliar de preparação-física vascaína até 79. Em seguida, começou a careira de treinador, pelo mesmo Olaria dos tempos de jogador. Voltou a São Januário, como treinador, em 1981, e depois em 1983/85 a 86/97 a 2000/2002 a 2003. Nessas vezes, dirigiu o time por 600 vezes, com  306 vitórias, 146 empates e 2148 derrotas.
O cartel de títulos de Lopes na Colina é grande: campeão brasileiro-1974 e carioca-1977, como preparador físico. Entre os treinadores, é um dos mais vitoriosos da Colina: campeão estadual-RJ 1982/98/2003; brasileiro-1997; da Taça Libertadores da América-1998 e do Torneio Rio-São Paulao-1999.  
Lopes rubro-negro, em reprodução
de www.algoas24horas

FLAMENGUISTA - Antônio Lopes passou pela Gávea, em 1987, comandando o time da casa por 40 jogos, com 24 vitorias, 9 empates e 7 derrotas.
  Por aquela temporada, ele enfrentou o Vasco em duas oportunidades: empatou, por 0 x 0, valendo pelo segundo turno do Estadual, em 18 de julho, no Maracanã, diante de 83.403 almas, e perdeu, por 1 x 0, em 9 de agosto, diante do  hoje inimaginável público de 114.628 pagantes, no mesmo velho “Maraca”.
Na tarde do domingo daquele “Clássico dos Milhões”, o time vascaíno ficou campeão  estadual, com o gol marcado pelo ex-rubro-negro Tita, aos 42 minutos do primeiro tempo. Após o gol, ele saiu com a camisa encobrindo o rosto, lançando uma nova moda no futebol brasileiro.  No jogo apitado por Pedro Carlos Bregalda, o treinador Antônio Lopes armou este Fla: Zé Carlos; Jorginho Amorim, Leandro, Aldair e Aírton; Andrade, Aílton e Zico; Alcindo (Kita), Bebeto e Marquinhos. No lado vascaíno, o comandante da equipe era Sebastião Lazaroni, que escalou: Acácio; Paulo Roberto “Gaúcho”, Do­nato, Morôni e Marinho; Dunga, Luís Carlos e Tita; Mauricinho, Roberto e Romário.

 

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