Vasco

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

VASCO MANDA PRO RAIO QUE O PARTA

Depois, dizem que o raio não cai por duas vezes no mesmo local. Com o Almirante cai. Quer tirar as provas? Nos 4 de fevereiro Vasco da Gama bateu no Resende-RJ, em 2009 (3 x 1) e em 2010 (1 x 0).
As duas pugnas valeram pela Taça Guanabara e foram em dias vizinhos: a primeira uma quarta e a segunda na quinta-feira. 
No pega da quarta, o técnico Dorival Júnior escalou: Tiago; Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton, Jéferson (Faioli) e Fernandinho (Élton); Alex Teixeira (Fernando Galhardo), Rodrigo Pimpão; na quinta, Wagner Mancini mandou à luta:  Fernando Prass; Elder Granja, Fernando (Thiago Martinelli), Titi, Marcio Careca, Rafael Carioca, Souza, Léo Gago (Magno), Carlos Alberto (Robinho), Philippe Coutinho, Dodô.
Os 4 de fevereiro serviram, também, para a Turma da Colina bater em três times com camisas iguais às  do Flamengo, o seu maior rival: Sport Recife (3 x 1), em 1965; Atlético-GO (2 x ), em 1979, e Flamengo do Piauí (1 x 0), em 2004. Diante do rubro-negro pernambucano, chamado por Leão da Ilha, valeu pelo torneio comemorativo dos 50tão da Federação Pernambucana de Futebol; contra os atleticanos goianienses, o Dragõ, foi amistoso, equanto diante do Fla-Piauí estava na tabela da Copa do Brasil. 
Mas, como a data tem ainda Vasco da Gama 3 x 1 Sergipe, em 1962, logo, a rapaziada já fez mais sucesso pelo Nordeste do que Waldick Soriano, aquele que cantava Eu não sou cachorro, não!   E  não pense que a farra no filó termina por aí. Nada disso! Cadê os bonsucesseiros? Cadê os volatinenses? Está anotado no caderninho: 04.02.1959 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso; 04.02.1981 – Vasco 4 x 1 Colatina-ES.

 O Almirante  notou em sua agenda a falta de três vagas para completar o seu quadro mais imediato de vascaínos do futuro. E bateu um fio para a Dona Cegonha, que foi-lhe sicera:
 -  Tenhos etes três, mas  deles é um capetinha, terrível. Vai arrumar encencas, com certeza.
- Xá comigo! Manda!
A Dona Cegonha entregou o danadinho, na chilena Santigo, no 4 de fevereiro de 1984, e ele foi registrado por Maurício Ricardo Pinilla Ferrera. Irrequieto, tornou-se um cigano do futebol, defendendo 20 clubes, dos quais o Vasco da Gama foi o décimo, em 2008. Pois bem! Viram as oitavas-de-final da Copa do Mundo-2014, no Mineirão, e o carinha acertou a trave brasileira, no penúltimo minuto da prorrogação pugana. Se tivesse abaixado a bola por um centímetro, teria eliminado o Brasil.   
 Três temporadas antes (1981), a Madame Bípede, como o Almirante a sacaneava  - eram amicíssimos -, fez uma passdinha pela paulista Bauru e, por lá, deixou Alecsandro Barbosa Felisbino, avisando aos pais que, no 16 de março de 2011, o guri deveria se apresentar ao chefe da Colina. Pauta cumprida, o atacante marocu o tento do Vasco 1 x 0 Coritiba e mais um en Vasco 2 x 3 Coritiba, fazendo o Almira jogar o boné pra cima e ser campeão d Copa do Brasil-2011.
Agora, sacanagem, mas sacanagem mesmo foi o que o Almirante fez  um carinha deixado pela Dona Cegonha na catarinense Lages, em 1958. Ao ficar olhos nos olhos com ele, no portão da Colina, indagou-pelo nome e o sujeito identificou-se por Elcir Andrade Branco.
-  Você pode quere ser branco, meu filho, mas é moreno. Arrume um apelido.
O rapaz quis ser Catinha, mas o Almira determinou que ele trocasse o C do  Catinha por um K .
- Fica mais norte-americanizado, dá mais moral - justificou, indo além: o C é coisa de alfabeto português.
- Ué! Mas o senhor nao é português? - cobrou o garoto.
- Sou, mas onde você já viu sou com C?
 O Catinha não entendeu nada daquele embromação do Almirante. Mas, ficou na dele e, em 75 pugnas como Catinha e Katinha, emr 11 delas não passou em branco - só no sobrenome.  

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