Vasco

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terça-feira, 4 de julho de 2017

VASCODAGAFLA E FLAMENDAGAMA-16

Na história dos dois grandes rivais Vasco e Flamengo, há atletas que foram campeões com as duas camisas. Os zagueiros Rondinelli e Júnior Baiano estão nessa. Vejamos!
 
RONDINELLI, pelo Flamengo, faturou 16 títulos: Estaduais-1974/78/79/1981 e Especial-1979; Taça Guanabara-1973/78/79/80/81; Taça Rio-1978; Troféu Ramon de Carranza-1979/80; Campeonato Basileiro-1980; Taça Liçbertadoers-1981 e Mundial Interclubes-1981. Pelo Vasco da Gama, só foi campeão do Estadual-1982.
Reprodução do arquivo
 do Jornal de Brasília
 
Quanto ao fato de ter sido mais vezes “copeiro” como flamenguista, explica-se: iniciou a careira de atleta, em 1968, pelas divisões de base rubro-negras, subiu ao time principal, em 1971, e só saiu da Gávea em 1981 (para o Corinthians), tendo disputado 406 jogos (fez 12 gols). Só esteve vascaíno por uma temporada, constante de 14 partidas (e um gol).   
 Chamado, pelos jornalistas, por “O Deus da Raça” (por motivos óbvios), Rondinelli escreveu na história de  Vasco x Flamengo o gol que deu o título ao “Urubu”, em 1974. Vendo Zico preparando-se para cobrar escanteio, da direita do seu ataque, ele correu para a área vascaína e chegou na hora certa, ao lugar certo, para sair pro abraço.   
 Antônio José Rondinelli Tobias nasceu, em 26 de abril de 1955, em São José do Rio Pardo-SP. Medindo 1m87cm de altura, vestiu, ainda, as camisas do Atlético-PR, Paysandu-PA, Goiânia e Goiás, e encerrou a vida boleira, aos 33, devido problemas em um dos joelhos.
Rondinelli vestiu, também, a camisa canarinha. Por três jogos: 05.07.1979 - Seleção Brasileira 1 x 1 Seleção Baiana; 02.04.1980 – 7 x 1 Seleção Brasileira de Novos;  01.05.1980 – 4 x 0 Seleção Mineira. Em 1978, ganhou a “Bola de Prata” da revista “Placar”, como o melhor de sua posição no Brasileirão.

 JÚNIOR BAIANO – Foi mais um zagueiro saído das divisões de base do Flamengo, que o recebeu, em 1989. Assim como Rondinelli, também chegou à Seleção Brasileira. Com mais sucesso, pois ficou campeão da Copa das Confederações-1997 e vice da Copa do Mundo-1998.
Pelos mesmos motivos do outro, ganhou mais títulos pelo Fla – Copa São Paulo Junior-1990; Copa do Brasil- 1990; Taça Rio-1991; Estaduais-RJ-1991/96/2004; Copa Rio-1991 e Campeonato Brasileiro-1992 – do que como vascaíno – em 2.000, da Taça Guanabara, da Copa Mercosul e do Brasileirão. Em 2001, da Taça Rio.
Reproduzido de www.esporte.uol. Agradecimento
Nascido em Feira de Santana-BA, em 14 de março de 1870, Raimundo Ferreira Ramos tinha ótima estatura para zagueiro (1m97cm) e, as vezes, atacava e marcava gols (22 e maior zagueiro artilheiro em 264 jogos  rubro-negros), em suas três passagens pelo clube – 1989/93; 1996/98; 2004/2005.
 Quando chegou à Colina, Júnior Baiano, completamente identificado com o Flamengo, deu uma de malandro, dizendo ser vascaíno de coração e que o seu primeiro time, na infância, chamava-se Vasquinho. No final da carreira, contou ter falado para Romário, quando estavam no vestiário vascaíno, trocando de roupa para um treino: “O que é que estamos fazendo aqui? Somos Flamengo?”
Júnior Baiano foi um “jogador cigano”. Além de Flamengo e Vasco, vestiu ainda as camisas de São Paulo, Werder Bremen-ALE, Palmeiras, Shangai Shenua-CHI, América-RJ, Brasiliense, Volta Redonda-RJ, Macapá-AOP e Miami FC-EUA.   Pela Seleção Brasileira, disputou 25 jogos e marcou dois gols. Fez, ainda, dois jogos pela seleção olímpica. Em 1997, levou a “Bola de Prata” da revista “Placar”, como o melhor de sua posição no Campeonato Brasileiro.   

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