Vasco

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

MEXERICOS DA KIKINHA - ANALFINHA


Histórias contadas ao chefe aki do Kike (que me contou), pelo amigo (dele) e veteraníssimo jornalista amazonense/carioca Deni Menezes. 

1 - Seguinte: o Vasco havia pegado um jogador emprestado do Operário, de Várzea Grande-MT, comprometendo-se a pagar Cr$ 500 mil cruzeiros pela cessão do atleta. Como o (então) datilógrafo mato-grossense errou nas numerálias e escreveu Cr$ 500 cruzeiros, o sabidão “Almira” correu à então Confederação Brasileira de Desportos (atual CBFutebol) e depositou as 500 milhas. Ao descobrir a analfabetice do seu catilógrafo, o Operário recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça Desportivo da CBD, mas não obteve sucesso. O que valia era o que estava no documento. Foi então que um cartola do emprestante procurou o Almirante e disse-lhe: “ A gente róba (não falou rouba) é de rico. De time pequeno,  não tem graça”. E o Vasco, devolveu o atleta, com mil pedidos de desculpas e, inda, emprestou mais dois atacantes do time júnior ao grêmio mato-grossense. O negócio do ano no futebol de Mato Grosso, por conta, sem querer, de um datilógrafo pouco íntimo dos números.      

2 –O Vasco teve um jogador baiano chamado Dario, que os cartolas queriam mandar embora para o Juventus, da capital paulista. Quando a negociação estava quase fechada, um zagueiro titular vascaíno contundiu-se e Dario foi ordenado a desfazer as malas. Titular recuperado, o Vasco tentou arrumar um outro comprador para Dario. Negócio quase fechado. E o mesmo titular torceu um dos tornozelos. E Dario, novamente, viu a segunda tentativa de o Vasco livrar-se dele abortada. Assim que o titular recuperou-se, o Juventus procurou o Vasco para reabrir negociações. E não foi que o mesmo cara  teve um problema de virilha! Daquela vez era demais. Dario chamou o diretor de futebol do Vasco e disse: “Tenho um santo forte. Das vezes passadas, ele não deixou eu sair. Agora, quer que eu saia”. E saiu – finalmente. Por ordem do santo.
      
3 – Em 1980, o Vasco da Gama teve um meia-atacante chamado Jorge Pinto Mendonça e o apoiador Carlos Alberto Pintinho. Só que, enquanto o Mendonça era Pinto, o Pintinho não era galináceo, mas Gomes. Demoraram-se pouco pelo terreiro da Colina, sem mostrar futebol nem de franguinho. Só não foram desovados pela rapaziada, por que goleiro do Vasco, embora fosse uma fera, Leão, era manso.

4 – Olhe esta foto que o Francis, filho do chefe aki do Kike e baixista da banda Escorpião, me mostrou! Aos oito de idade, ele levou para o Roberto Dinamite o livro Tevin, personagem que o papai criou para ele e que saía em tirinhas pelo jornal Última Hora de Brasília. Menino traidor: virou flamenguista.

Trabuscárraga! Que história é esta de bisbilhotar álbum de família? E se o meu filho virou framenguista, bem feito pra ele! Como o devido respeito pela gloriosa mãe, é um  grande filho da...deputado sem dedo. Tire as segunda e terceira sílabas da palavra DEPUTADO e confira no que vai rolar: filho daquela senhora que não assinou contrasto na jurisdição voluntária do Estado. Estamos conversado?

5 – Se eu fosse jornalista esportiva no começo deste século, estaria, agora, fazendo tratamento psiquiatra. Os cartolas me deixariam maluca. Vejam só: em 2003, o Estadual-RJ só teve um turno e anunciou-se  que não haveria um campeão da Taça Rio de Janeiro. Como se sabe, no ErreJota, o primeiro turno é a Taça Guanabara e o segundo a Taça Rio. Sabe quem  consideraram o ganhador da Taça RJ? O glorioso Vasco da Gama, por ter vencido ao Americano, por 2 x 1 e 4 x 1 durante as semifinais melhor desempenho da fase. Se não houve a Taça Rio, como pode ter um campeão?
O Vasco da Gama, além de ter vencido muitas disputas pela forma corpo presente, tem, também, o título de campeão fantasma da Taça Rio. Já a cartolada, fantasminha camarada!

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