Em 1970, era vendido nas bancas de revistas de Belo Horizonte um cartão postal com o time do Cruzeiro. Não era costume fazer aquilo. Este blog já viu uma foto do time do Vasco da Gama dos tempos do Expresso da Vitória, de 1945 a 1952, parecido com um postal, ou o editor do livro fez isso. Depois do Cruzeiro, vários outros clubes brasileiros foram expostos em cartões postais, como o mesmo Vasco da Gama, quando campeão da Taça Libertadores-1998, o Internacional, e até a Seleção Brasileira. Colecionadores encontram, sempre, ofertas pelos saites de vendas.
Vanderelei, Fontana, Pedro Paulo, Piazza, Mário Tito e Raul, em pé, da esquerda para a direita; Natal, Zé Carlos, Tostão, Dirceu Lopes e Rodrgues, agachados, na medsma ordem.
Embora Tostão, o maior
ídolo do “time do postal” fique com a modestas 13º posição no ranking dos mais
atuantes, ele é o maior goleador da história cruzeirense, com com 242 tentos,
seguido pelo colega de época Dirceu Lopes, com
223. Zé Carlos, que atuava pela meia, mas podia ser volante, também,
fica em 20º, mandando 83 bolas às redes,
enquanto Natal está em 25º, com 71. De sua parte, Rodrigues não aparece na
relação dos que saíram para o abraço acima dos 50 vezes .
Da turma da sucessão-década-1970, Palhinha (Vanderley Eustáquio Oliveira) aparece com 145 tentos, em sétimo do ranking. Marcou menos do que Niginho (Leonízio Fantoni), com 207, entre 1929 e 1947; Bengala (Ítalo Frattesi) , 168 gols, de 1927 a 1939; Marcelo Ramos, 162, entre 1995 a 2003, e Ninão (João Fantoni), 156, de 1923 a 1938. Vale ressaltar que entre os seus artilheirs com mais de 50 gols, há uma cria do futebol brasiliense, Edmr Bernardes Santos, com 55, entre 1980 a 1983.

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