Vasco

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 29.01

A data 29 de janeiro foi de vitórias magras: 2 x 1 Botafogo e 1 x 0 sobre o São Cristóvão e o peruano Sporting Cristal. Mas teve goleada: 5 x 0 contra um combinado da cidade argentina de Mar del Plata.
Diante dos botafoguenses, em um domingo, no Maracanã, quem tocou fogo na rede foi o  paraguaio Sílvio Parodi. Fez os dois gols do jogo do 29 de janeiro de 1956, mas valendo pelo Campeonato Carioca de 1955.  Flávio Costa era o treinador e o time formou com: Hélio; Paulinho e Bellini; Orlando, Mirim e Beto; Sabará, Alvinho, Vavá, Pinga e Parodi.
Diante do “Santo”, aconteceu aquilo que rolava após todos os prélios em que o garoto do placar trabalhava pouco: os locutores diziam que a vitória foi pela contagem mínima. Então, o Vasco fez 1 x 0, no domingo 29 de janeiro de 1995, pela primeira fase do  Estadual-RJ.
Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida, Haroldo, Laerte, Orlando Peçanha e Beto (em pé); Sabará, Válter Marciano , Ademir Menezes, Pinga e Silvio Parodi (agachados). Foto reproduzida de http://www.fotolog.terra.%20com.br/ 
Quem  marcou foi Clóvis, aos 12 minutos do segundo tempo, quem apitou foi   Jorge dos Santos Travassos (RJ), e o tutu do jogo chegou a R$ 5.736, 00. Nelsinho Rosa chefiava a “Turma da Colina”, que era: Carlos Germano; Pimentel, Paulão, Ricardo Rocha e Cássio; Leandro Ávila, Luisinho, França (Ricardson) e Yan: Valdir ‘Bigode” (Gian) e Clóvis.
Diante do Sporting Cristal, rolou em uma terça-feira, pelo Torneio Quadrangular de Lima. Martim Francisco era o treinador e o gol solitário foi marcado por Laerte. Este é um defensor  pouco lembrado pelos torcedores. Teve muitas citações como o pai de um dos grandes atletas do gaúcho Internacional e do uruguaio  Peñarol, o meia Jair, o melhor em campo (fez um gol de falta) na vitória colorada, por 2 x 0, sobre o inglês Aston Villa, que valeu o título do Mundial Interclubes de 1982, em Tóquio, no Japão.
Nosso consultor, Mauro Prais, lembra que não se deve confundir os Laertes que vestiram a jaqueta cruzmaltina. Ele explica: “Laerte era, apenas, o apelido do segundo Laerte, o meio-campista pai do meia Jair que foi ídolo das torcidas do gaúcho Internacional e do uruguaio Peñarol. O nome de batismo dele era Nadir Eraldo Prates. Já  o Laerte zagueiro se chamava-se Laerte Monteiro Garcia. Para armar confusão total, o Vasco teve, também, um atacante chamado Lierte que, na pia batismal, foi espargido pelo vigário como Laerte. E o escrivão finalizou o lance escrevendo Laerte Rosa da Silva no registro civil do (nem imaginava ele) futuro vascaíno.
Assim, o primeiro Laerte surgiu no grupo do técnico Ondino Vieira, em 1945, disputando vaga na antiga zaga central do time campeão carioca daquele ano, com Rafagnelli e Sampaio. Em 1949, quando o Vasco repetiu o título, treinado por Flávio Costa, já brigava pela posição com o mesmo Sampaio e Wilson. Em 1950, com o mesmo Flávio, voltou a ser campeão, sendo titular da equipe que tinha por base:  Barbosa, Augusto e Laerte (Wilson);  Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredinho (Tesourinha), Ipojucan, Ademir Menezes (Álvaro), Maneca (Lima) e Dejair (Chico).
RESUMO: 29.01.1955 – Vasco 2 x 1 Botafogo; 29.01.1957 – Vasco 1 x 0 Sporting Cristal-PER; 29.01.1961 - Vasco 5 x 0 Combinado de Mar del Plata-ARG;  29.01.1995 – Vasco 1 x 0 São Cristóvão; 29.01.2012 - Vasco 3 x 1 Duque de Caxias.  

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